Última atualização: 09/02/2010 às 08:38
 
  
 |  Home |  Assinatura |  Dúvidas |  História |  Contato |  Anuncie | 
CADERNO A
CADERNO B
CLASSIFICADOS
 
25/10/2008 às 00:42
 
Atuação fisioterapêutica na doença de Parkinson
Daniel Jorge de Oliveira afirma que inicialmente é realizada uma criteriosa avaliação no paciente
Daniel Jorge de Oliveira afirma que inicialmente é realizada uma criteriosa avaliação no paciente
Sandro Neves

O mal de Parkinson é uma patologia neurológica que compromete os movimentos das pessoas. Essa enfermidade também é conhecida por parkinsonismo primário ou paralisia agitante. Apesar das novas descobertas nos últimos anos, a causa da doença de Parkinson permanece desconhecida pelos cientistas e especialistas. Incurável e progressiva, essa enfermidade neurológica causa tremores, lentidão, rigidez muscular, desequilíbrio e alterações na fala e na escrita.
No mundo das pessoas famosas que adquiriram o mal de Parkinson, o astro canadense de “De Volta para o Futuro”, Michael J. Fox, o Papa João Paulo II, o pugilista Muhammad Ali, o ditador nazista alemão Adolf Hitler, o músico inglês Ozzy Osbourne entre outros.
O fisioterapeuta Daniel Jorge de Oliveira explica que o primeiro sinal, geralmente, é que o paciente demora mais tempo para fazer coisas que antes realizava com mais desenvoltura, como tomar banho, vestir, cozinhar ou escrever. Essa lentidão torna-se cada vez mais acentuada, acompanhada da perda do controle dos movimentos. O tremor típico afeta os dedos, mãos, queixo, cabeça ou pés, podendo ter diferentes intensidades ou acontecer apenas em um dos lados do corpo.

Sintomas - Oliveira explica que os sintomas são: movimentação trêmula involuntária, redução da força muscular, sensação de cansaço, caligrafia menos legível, fala monótona e menos articulada, depressão, lapsos de memória, dificuldade de concentração, deglutição e mastigação comprometidas, dores musculares, rigidez muscular, acinesia, marcha lenta, alteração no equilíbrio.
“Uma pequena área do cérebro chamada substância negra contém células que produzem uma substância química chamada dopamina (DP). A DP ocorre quando neurônios (principal tipo de célula constituinte do sistema nervoso) de certa área do cérebro, a substância negra, morrem ou tornam-se não funcionantes. O cérebro usa dopamina para ajudar a enviar mensagens para a área do cérebro que controla os músculos. Se as células da substância negra param de funcionar, menos dopamina é produzida”, esclarece.
Daniel avalia que uma parte importante de qualquer programa terapêutico é a manutenção de um grau ideal de saúde geral e de eficiência neuromuscular por programas de exercícios, atividade, repouso planejado; uma fisioterapia bem executada pode ser de grande auxílio para se alcançar tais objetivos. “Além disso, o paciente com freqüência necessita de muito apoio emocional para lidar com o estresse da doença e compreendê-la”, afirma.

Tratamento – Oliveira salienta que inicialmente é realizada uma criteriosa avaliação no paciente, para que se determine o real nível de comprometimento, por esta ser uma patologia degenerativa e progressiva. “O tratamento fisioterapêutico adequado é de suma importância para minimizar e retardar a evolução da patologia, proporcionando a este paciente uma maior qualidade de vida e funcionalidade. A hidroterapia proporciona ao paciente portador da doença de Parkinson: redução da rigidez; melhoria ou manutenção da mobilidade das articulações; melhoria da postura pelo encorajamento dos movimentos de extensão; aumento da expansão torácica; reeducação da marcha”, diz.
Daniel relata que na conduta fisioterapêutica devem ser utilizados exercícios respiratórios, técnicas de reexpansão e técnicas de desobstrução brônquica, caso seja necessário. “Exercícios de relaxamento, balanço suave com técnicas rítmicas que enfatizem a estimulação vestibular lenta, exercícios para amplitude de movimento, devem ser realizados exercícios ativos ou passivos diversas vezes ao dia, alongamento manual ou mecânico”, completa.
 
Consumidores do Acomplia devem procurar médico para rever tratamento
O laboratório Sanofi-Aventis decidiu suspender temporariamente a comercialização do medicamento Acomplia (rimonabanto) em todo o mundo, inclusive no Brasil. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A medida foi tomada depois que a agência reguladora da Europa, a European Medicines Agency (EMEA), recomendou a retirada do medicamento nos países da União Européia.
A agência concluiu que os benefícios do Acomplia não mais superavam seus riscos. Estudos demonstraram que pacientes que utilizaram o medicamento tiveram aproximadamente o dobro de risco de desenvolver problemas psiquiátricos, como ansiedade e depressão, comparado àqueles que não utilizaram o produto. O Acomplia era comercializado em 18 países da Europa desde junho de 2006. No Brasil, o medicamento possuía registro desde abril de 2007 como auxiliar a dieta e aos exercícios para o tratamento de pacientes obesos ou com sobrepeso com fatores de risco associados. Porém, o medicamento só começou a ser comercializado no país em 2008, após aprovação do preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).
Os pacientes que fazem uso do Acomplia deverão consultar seus médicos para rever o tratamento e os profissionais não devem mais receitar o medicamento a seus pacientes. A Anvisa também orienta que os profissionais de saúde notifiquem à agência possíveis casos de reação adversa causada pelo medicamento. Mais informações estão disponíveis no site da Sanofi-Aventis: www.sanofiaventis.com.
 
Anvisa investiga casos de malária em navio em PE
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na quarta-feira a notificação de casos de malária no navio cargueiro Blue Lady, atracado a aproximadamente seis quilômetros do Porto de Suape, em Pernambuco. De acordo com a Anvisa, exames de sangue realizados pelo laboratório da Secretaria de Saúde do Estado confirmaram que oito dos 24 tripulantes estão com malária. Os doentes já receberam medicação, mas a embarcação está em quarentena. Um dos tripulantes deixou o navio com sintomas mais severos da doença e corre risco de morte. O tripulante foi encaminhado ao hospital Jaime da Fonte, centro de saúde referência para casos malária no município. Uma equipe formada por técnicos da Agência e da Secretaria de Saúde irá auxiliar na aproximação do navio para dois quilômetros do porto.
 
ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Saúde
09/02/2010
  Caminhada reduz níveis de pressão arterial por até 24 horas
  Alimentação balanceada e muito líquido
 LEIA MAIS
 
06/02/2010
  Viajantes devem ser vacinados contra febre amarela
  Nutricionista dá dicas para aproveitar melhor festas do carnaval
 LEIA MAIS
 
05/02/2010
  Controle do peso evitaria 19% dos casos de câncer no Brasil, diz Inca
  Cientistas conseguem se comunicar com paciente em estado vegetativo
 LEIA MAIS
 
 
 
 
NOTÍCIAS DIÁRIAS
Cadastre-se e receba nossas notícias diárias.
COLUNAS
  Abracadabra
  Bastidores
  Carlos Paiva
  Claúdio Humberto
  Cultura
  Gente, Coisas & Fatos
 
BUSCA
HORÓSCOPO
 
 
CAPA
 
 
 
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização
escrita do Jornal de Uberaba.
 
  © Jornal de Uberaba - Todos os direitos reservados
.