Shopping Uberaba aposta nas promoções para esquentar as vendas de Natal
Thereza Cristina
A gerente de Marketing Mayla Amorim e a coordenadora de eventos do Shopping, Alessandra Keila Batistta anunciam que Papai Noel já chegou no Shopping Center Uberaba como o guia de um mundo de aventuras. O bom velhinho chegou ao centro de compras de pára-quedas, combinando com o tema da campanha deste ano, que é aventura. A programação ficou sob o comando de Alessandra.
Pelo mall, garotas vestidas a caráter representando países como Brasil, Japão, Alemanha, África do Sul, França coordenam o Correio do Papai Noel, onde as crianças têm espaço especial para escrever uma carta para o bom velhinho, que ocupa a sua poltrona na Praça de Eventos, até o dia 24 de dezembro, das 13h às 21h. "A Campanha enfatiza a união dos povos, e por isto a caracterização de cada país", explica Alessandra.
Promoção - O público, além de prestigiar a descida do Papai Noel, conheceu a decoração completa e os prêmios a que concorrerão os clientes do Shopping neste ano. Além de um Fiat Idea, zero quilômetro, há uma novidade que vai agitar os que pretendem participar da campanha: uma lancha LunaBoats, com motor Yamaha.
Até o dia 30 de novembro, a cada R$ 90,00 em compras o cliente terá direito a dois cupons. Em dezembro, cada comprovante de compra no valor de R$ 90 dará direito a um cupom para participar da promoção. O sorteio dos prêmios será realizado no dia 27 de dezembro.
Expediente - Em dezembro, o Shopping Uberaba amplia o horário de atendimento. De 12 a 17 do próximo mês, o funcionamento é das 10h às 23h; de 19 a 23, das 9h às 23h. Nos dias 11 e 18 de dezembro o expediente é normal, das 10h às 22h; dia 24, das 9h às 19h; e dia 25 o Shopping está fechado, com expediente normal somente para Cine Mais e McDonalds.
No Hiperbretas Shopping, dias 11 e 18 de dezembro o funcionamento é das 8h às 22h; de 12 a 17, das 8h às 23h; de 19 a 23, das 8h às 23h. No dia 25 de dezembro o Hiperbretas fecha, assim como no dia 1º de janeiro de 2006.
Indústria brasileira prevê crescimento moderado em 2006
A indústria brasileira espera crescer em 2006, mas num ritmo mais moderado do que o previsto para 2005, apurou pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgada ontem.
Todas as projeções feitas pelas empresas consultadas em relação ao que esperam em termos de faturamento, emprego, exportação, importação, situação dos negócios e investimentos para 2006 ficaram aquém das realizadas em outubro do ano passado.
Os industriais não estão esperando um 2006 excelente para seus negócios. Houve uma queda no número de entusiastas, mas ainda assim o grupo de otimistas supera os pessimistas.
De acordo com a pesquisa, 44% dos consultados apostam que a situação dos negócios será melhor em 2006 do que o verificado em 2005. Do outro lado, o grupo dos que apostam numa a situação pior representam 13% do universo pesquisado.
Em termos de faturamento, das 1.015 empresas consultadas pelo FGV, 72% estimam que o faturamento em 2006 - descontado a inflação - será melhor do que em 2005. Na pesquisa do ano passado, 83% apostavam em aumento de faturamento entre 2004 e 2005.
Por outro lado, a parcela de empresas que apostam numa piora do faturamento no próximo subiu de 3% para 9%.
Pelo lado dos investimentos, as expectativas também estão abaixo das registradas em 2005. Apenas 38% indicaram que pretendem ampliar os investimentos no próximo ano, ante 22% que apostam numa redução.
Na pesquisa do ano passado, as empresas que esperavam um aumento nos investimentos ao longo de 2005 representam 50% do universo consultado, enquanto apenas 8% projetavam queda nas inversões.
No entender da FGV, essa queda no grupo de empresários dispostos a investir em 2006 é resultado da desaceleração do crescimento industrial em 2005, associado às previsões moderadas de crescimento para 2006.
"Apesar da diminuição do grau de otimismo com o rumo dos negócios, também em todos os quesitos da pesquisa, a proporção de empresas prevendo crescimento (ou melhora) ainda supera significtivamente a das que prevêem redução (piora)", afirma a FGV em comunicado.
Os prognósticos feitos para o comportamento das exportações e importações mostram que os industriais esperam um arrefecimento do resultado da balança comercial.
Enquanto em 2004 mais de 60% dos entrevistados estimavam um aumento das exportações em 2005, a pesquisa revela agora que as empresas que apostam num aumento das vendas externas ao longo de 2006 ficou em 53%.
Venda de petróleo infla exportações no mês de novembro
Período de tradicional queda das exportações, o mês de novembro, este ano, continua marcado pelo aumento das vendas externas, mas os resultados da terceira semana do mês confirmam um fenômeno identificado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi): o comércio de uma única classe de produtos, petróleo e derivados, está inflando os resultados positivos do comércio externo. O resultado das exportações acumulado na semana passada chegou a US$ 6,88 bilhões, com saldo de US$ 2,75 bilhões acima das importações do período. Com o resultado, o saldo positivo do comércio exterior, neste ano, já soma US$ 39,1 bilhões, e as exportações, US$ 103,5 bilhões.
China será o segundo país do mundo em volume de comércio em 2008
A China superará a Alemanha e se tornará o segundo maior país do mundo em volume de comércio exterior em 2008, segundo previsões do Ministério do Comércio publicadas ontem na imprensa local. Em discurso na Universidade de Pequim, o vice-ministro do Comércio, Gao Hucheng, disse que, se o comércio exterior da China continuar crescendo a um ritmo de 15% anuais, o gigante asiático superará a Alemanha em três anos. Além disso, a China pode passar os Estados Unidos entre 2015 e 2020, segundo a agência estatal Xinhua. Atualmente, a China é líder na exportação mundial de 172 tipos de produtos, e também é o principal produtor de tratores e contêineres (80% do total mundial), de relógios e de rádios (60% do total).
Nova administração da Varig quer se aproximar dos credores
Após destituir David Zylbersztajn do conselho de administração da Varig, a Fundação Ruben Berta, que detém 87% do controle da companhia, se prepara para estreitar o relacionamento com seus principais credores. O objetivo é somar apoio para o plano de recuperação, que será votado no dia 19 de dezembro. Para comandar a nova estratégia de relacionamento, a Varig escalou Rodrigues Filho e Marcelo Bottini, que deixou a vice-presidência comercial para assumir a presidência da Varig. O cargo era ocupado por Omar Carneiro da Cunha. Diferentemente da administração anterior, Rodrigues e Bottini conhecem de perto as dificuldades da Varig, pois ambos têm vínculos antigos com a companhia. Bottini é funcionário da Varig desde 1979. E Rodrigues trabalhou para a Varig de 1975 a 1989.
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