| 29/11/2005 às 09:04 |
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| Construção civil termina ano com baixo desempenho |
O mercado de construção civil, ligado ao setor imobiliário, pode registrar 2005 como o pior da década, apesar da existência de recursos para financiamento. A opinião é do empresário Luiz Guaritá Neto, diretor da RCG, a maior empresa que atua no setor em Uberaba. De acordo com ele, o problema não decorre da falta de investimento, mas queda da renda entre os consumidores, que raramente reúnem condições para obter os financiamentos. |
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| Reunião esclarece sobre blitz fiscal |
Empresários, contadores e representantes da Superintendência Regional da Secretaria da Fazenda vão se reunir na Aciu às 19h desta terça-feira para discutir procedimentos que serão adotados a partir do dia primeiro de dezembro. Na pauta da fiscalização estará conferência de emissores de cupons fiscais: autorização, regularidade; P.O.S: Notas Fiscais de entrada e registro. |
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| Empresas serão homenageadas na sexta-feira |
A Associação Comercial Industrial e de Serviço de Uberaba entrega nesta sexta-feira o troféu Antonio Carlos Guilhaumon às empresas Alta Genetics, Usina Coruripe, O Boticário. O evento deste ano, que está programado para esta sexta-feira na Casa do Folclore, destaca empresas de três diferentes segmentos que tem contribuído para o crescimento da cidade, segundo o presidente da entidade Carlos Humberto Rocha. |
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| Projeções sobre o PIB brasileiro confirmam queda |
As projeções sobre o crescimento do PIB brasileira em 2005 continuam em queda livre. Analistas do mercado financeiro reduziram pela quarta semana seguida a previsão média de crescimento da economia brasileira neste ano. Segundo o boletim Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, a partir de consultas a mais de cem instituições financeiras, o Produto Interno Bruto deve crescer 3% neste ano. Até a semana passada, a previsão era de 3,09%. Há quatro semanas, alcançava 3,31%. |
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| Pisos salariais baixos mostram miséria nacional |
Metade dos pisos salariais - menor valor estipulado como remuneração para determinada categoria ou empresa - varia de R$ 300 a R$ 450, segundo estudo divulga-do Dieese. Em 86% dos pisos salariais analisados pelo Dieese, o valor corresponde a dois salários mínimos (R$ 600) no máximo. Só 4,6% dos pisos superam três mínimos (R$ 900). |
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| Minas fica em 2º na produção de açúcar |
Minas Gerais já é o segundo Estado produtor de açúcar no Brasil, batendo o Paraná e ficando atrás apenas de São Paulo. O resultado reflete a expansão do parque açucareiro instalado no Triângulo Mineiro nos últimos anos. Em 2006 entram em operação as unidades Santa Juliana, do Grupo Triunfo, e Itapagipe, da Moema. Em 2007, outras duas plantas do Grupo Coruripe (União de Minas e Carneirinho) também deverão engrossar os investimentos no Estado. |
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| Procon levanta patrimônio da Máster Avestruz |
Os portadores das Cédulas do Produtor Rural emitidas pela Avestruz Máster aguardam o levantamento que vai determinar claramente qual é o patrimônio da empresa e o tamanho da dívida. Avaliações iniciais indicam que o débito da empresa com seus oito mil investidores pode chegar a R$ 1.5 bilhão e resta saber se o patrimônio da empresa é suficiente para cobri-lo. Em Uberaba o escritório da Máster continua aberto e prestando informações aos investidores. |
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| Codiub entrará no mercado de cartões |
A Codiub vai administrar o cartão que irá reunir todos os benefícios recebidos pelos funcionários públicos municipais. O Cartão do Servidor, segundo José Luiz Alves, vai gerar renda para a empresa que tem dificuldades para equilibrar receita e despesa e que foi criada para atender a PMU e o mercado no setor de informática. A prestação de serviço na administração de cartões será oferecida para setores da iniciativa privada. |
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| Estudante ainda pode se inscrever para a Fazu |
As inscrições para o vestibular de fim de ano da Fazu estão abertas até 30 de novembro. Serão oferecidas 300 vagas nos cursos de Agronomia, Engenharia de Alimentos, Licenciatura em Computação e Sistemas de Informação, Letras, Secretariado Executivo Bilíngüe e Zootecnia. As inscrições que custam R$ 50 podem ser feitas na faculdade ou pela página www.fazu.br . |
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| Cemig adere às compras via site na internet |
A Companhia Energética de Minas Gerais começou a disponibilizar nesta segunda-feira o Portal de Compras Cemig, que permitirá à empresa realizar aquisições de materiais e serviços de forma mais ágil, transparente e com custo menor. O portal poderá ser acessado por qualquer internauta, através do site www.cemig.com.br. Para participar de licitações, no entanto, o usuário deverá estar cadastrado como fornecedor da Cemig e possuir uma chave de acesso e senha. |
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| Mercado avalia maior impacto da MP do Bem |
A mudança de maior impacto da Medida Provisória 255, a chamada MP do Bem, é a duplicação dos tetos de faturamento anual para adesão ao Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples). Pelo regime atual, são consideradas micros as empresas que faturam até R$ 120 mil por ano, e pequenas as que vendem até R$ 1,2 milhão. A medida altera os tetos para R$ 240 mil e R$ 2,4 milhão, respectivamente. |
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| As formaturas ainda fazem sentido? |
* Heitor Átila Fernandes
Os caminhões desfilam pelas ruas numa espécie de carnaval itinerante. As chamadas “festas de formatura” se estendem por dias envolvendo vasta programação regada a emoção e álcool. Isso é natural após anos de luta, de esforços pessoais e familiares. Além de comemorar uma vitória, despede-se de um tempo mágico. Inicia-se o distanciamento entre as sólidas amizades nascidas nas graduações. Mas as formaturas trazem ainda um outro sentido: “chega, não preciso estudar mais”.
Traziam. Se considerarmos este último motivo para tanta festa, as formaturas vão acabar. Formar significa hoje apenas uma etapa. Cada vez mais trabalhar significa aprender. Os novos profissionais devem aprender a ligar a Tecnologia da Informação às suas atividades. Devem desenvolver suas habilidades com diferentes línguas, treinar o raciocínio lógico-matemático e a sensibilidade estética. Estas exigências do mercado por si só já significam uma vida inteira de estudos pela frente. Mas não é só isso.
Aos profissionais do século 21 exige-se competência técnica e social. A carreira vai cobrar-lhes perfil de líderes, comportamento realmente ético, gestão das relações interpessoais, capacidade para trabalho em grupo. Alguém duvida? Pode duvidar. Até porque o grande desafio das escolas hoje é treinar o futuro profissional para pensar e não apenas para obedecer. Este também é o desafio das empresas que cada vez mais ficarão parecidas com escolas. Ali se ensina. Ali se aprende. Ali se produz. |
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