A legislação trabalhista é desrespeitada dentro do próprio Ministério do Trabalho. Empresas contratadas de terceirização de mão-de-obra, como a Montana Soluções Corporativas, atrasam salários e até benefícios como pagamentos de tickets de refeição, transporte e auxílio Saúde. Além disso, utiliza essas empresas na nomeação de apadrinhados para acomodações políticas.
Ajuda cara
Assessores do ministro Carlos Lupi (Trabalho) foram contratados como “faxineiros” terceirizados, mas com altos salários.
Alívio companheiro
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) garante “medidas para evitar o desemprego”. Companheiros mamando nas tetas federais não duvidam.
Lavanderia sindical
Deputado, Paulinho da Força (PDT-SP) escapou da cassação. A mulher, foi indiciada por lavagem de dinheiro. Ela lava, o marido “passa”...
Caos anunciado
Aeroportuários e aeroviários ameaçam greve no Natal e no Ano Novo, certamente para punir quem lhes paga o salário: passageiros de avião.
O petróleo é nosso; a Petrobras, deles
O Departamento de Pessoal da Petrobrás pode explicar a necessidade do empréstimo jumbo de R$ 2 bilhões na Caixa para fechar as contas. Desde 2003, quando o “cumpanhêro” Lula assumiu, foram incorporados 20 mil novos funcionários à folha de pagamento, que só no ano passado consumiu R$ 8,7 bilhões, 20% a mais do que em 2006. Detalhe: o gerente de Recursos Humanos é um sindicalista. Coitados dos acionistas
Retribuição
Os bancos retribuíram com mais de mil demissões a generosidade do governo Lula, que lhes proporcionou lucros siderais e ajuda financeira.
Perguntar não multa
A madeira dos novos móveis dos ilustres deputados federais é certificada como recomenda o Ibama? Já ouviram falar em madeira de demolição?
Se colar, colou
O Citibank descolou nova forma de faturar, longe da vista do Banco Central: cobra anuidade de cartão oferecido "sem anuidade".
Recorde no TST
O potiguar Emmanoel Pereira, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, bateu um recorde nos 65 anos do TST: ele julgou exatos 3.382 processos só no mês de novembro. O recorde anterior era de 2.400.
Bolsa-barriga
Depois do bolsa-família do governo, vem aí o bolsa-barriga da Câmara, patrocinado pelo empresariado, que, se o projeto passar no Senado, não poderá demitir sem justa causa marido de empregada grávida.
Problema adiado
A reforma tributária foi adiada para março porque o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, já não consegue pôr em votação nenhum projeto relevante. E porque o governo começou a temer por sua rejeição.
Velho SNI no poder
O pessoal do extinto Serviço Nacional de Informações voltou a comandar a Asbin, Associação de Servidores da Agência Brasileira de Inteligência: a nova vice-presidente, Rosana Ramos Lombardi, foi secretária pessoal do general Newton Cruz, então chefe da Agência Central do SNI.
Fonte secando
Privatizando o Galeão (Rio), Viracopos (SP) e JK (Brasília), a Infraero vai perder importante fonte de recursos. Taxas como a de embarque rendem R$ 2 bilhões por ano, mas 75% dessa receita vai para a Aeronáutica. Iria.
Pobres dos bancos
O Itaú mostra seu caráter "social": envia cartão Mastercard a porteiros e zeladores de prédios da Zona Sul do Rio, com salário de R$ 600. Ilegal, o "mimo" oferece limite de crédito de R$ 2 mil. Cadê o Banco Central?
Operação hospital
Nilton “Sanguessuga” Capixaba, que se enrolou no caso ambulâncias, vai coordenar gastos de R$ 30 milhões nas obras do Hospital Regional de Cacoal, em Rondônica, por designação do governador Ivo Cassol.
Cautela
O consumidor não caiu na lorota do presidente Lula, recomendando que assumam mais dívidas: dos R$ 8 bilhões do Banco do Brasil e Nossa Caixa para financiar veículos, o mercado só absorveu R$ 1,6 bilhão.
Pensando bem...
...só Freud (não o Godoy) explica por que Lula nunca admite seus erros.
PODER SEM PUDOR
Microfone indiscreto
Francelino Pereira governava Minas e, ao inaugurar energia no interior, convidou dois deputados da região, Israel Pinheiro Filho e Humberto Souto, que mais tarde virou ministro do TCU. Em Tocandira, Israel se empolgou, lembrando no discurso que era filho e neto de governadores, e foi muito aplaudido. Ao chegar sua vez, Souto disse que não era filho nem neto de governadores, mas, “filho da região”, sentindo-se em casa “no meio desse povo sofrido”. Foi ainda mais aplaudido. Enciumado, Israel comentou com Francelino:
- Ele é filho da p(*)!, né, governador?
O microfone estava ligado, Souto quase teve um enfarte e a multidão explodiu numa sonora gargalhada
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Com Teresa Barros e Tiago de Vasconcelos
www.claudiohumberto.com.br
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