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Política

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Poder legislativo aprova Decreto para acompanhar trabalho de intervenção

20/04/2017

Câmara Municipal de Uberaba, por meio da Comissão de Saúde e Saneamento, acompanhará de perto os trabalhos da administração pública de intervenção na gestão da Organização Social Pró-Saúde, nas Unidades de Pronto-Atendimento – UPAs, dos bairros Parque do Mirante e São Benedito. Foi aprovado na reunião ordinária, ontem (19), o Decreto Legislativo, dando poderes à comissão presidida pelo vereador Franco Cartafina (PHS), que tem como relator Ronaldo Amâncio (PTB) o, vogal Cleomar Barberinho (PHS) e o suplente Almir Silva (PR) para servir de “elo” de informação entre o Legislativo e o Executivo, mantendo os demais colegas a par de todos os detalhes da investigação.

Na reunião, também ficou definido que os vereadores Samuel Pereira (PR), Edcarlo dos Santos Carneiro “Kaká Carneiro” (PR), Denise Max “Denise da Supra” (PR), Thiago Mariscal dos Santos (PMDB), Rubério Santos (PMDB) e Alan Carlos da Silva (PEN) irão auxiliar a comissão com informações que possam ajudar o trabalho.  Na oportunidade, o presidente da Câmara, Luiz Dutra (PMDB) sugeriu o desarquivamento do processo da Comissão Especial de Investigação (CEI), instituída na gestão passada para apurar as denúncias referentes à gestão da Pró-Saúde.

O líder do prefeito, Almir Silva ponderou que as secretarias municipais, que têm os serviços terceirizados, têm obrigação de acompanhar o trabalho desenvolvido pela contratada. Acrescentando que cabe ao vereador fiscalizar o trabalho da administração municipal, mas competem às secretárias ficarem atentas aos serviços das empresas terceirizadas. “O problema nas UPAS vem desde a implantação da Pró-Saúde, então alguém negligenciou no serviço de acompanhamento das ações da empresa”, observou.

Falta leitos – Para encerrar, Samuel informou que irá lançar a #foraprosaude e que durante o trabalho junto à comissão de saúde irá utilizar a sua rede social para manter a população informada sobre as ações, desde o inicio até a conclusão do processo que investigará a gestão da Pró-Saúde. O líder do prefeito informou que o grande problema do sistema de saúde do país é a falta de leitos e que muitos secretários municipais ficam de mãos atadas, porque os hospitais não têm onde acomodar os pacientes. “É hora de chamar a União e Estado para a responsabilidade, caso contrário ficaremos enxugando gelo”. (LR)