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Amigo Animal

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Marcos Moreno 06/06/2014
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal por Marcos Moreno

"Jamais creia que os animais sofram menos que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior para eles, que não podem falar."

Adotar e Socorrer
O Brasil está entre os países com maior população de cães e gatos do mundo. O tamanho do nosso amor pelos  “mascotes” pode ser medido pela Associação Brasileira de Produtos para  Animais de Estimação que  contabiliza mais de 37 milhões de cães, aproximadamente 22 milhões de gatos, e outros tantos milhões de animais de estimação entre aves, mamíferos, roedores e répteis nos lares brasileiros. Claro que nas ruas, o número de animais “domésticos” se multiplica e fica impossível de ser calculado. Esses são os que vivem em situação de vulnerabilidade. Falamos a todo instante sobre adotar animais abandonados, em não abandonar, etc. Mas é importante saber algumas dicas de como adotar ou socorrer animais de rua. As ONGs e os abrigos são, claro, uma boa opção para os interessados em adoção responsável, pois é ali que estão (espera-se) animais vermifugados, castrados (de suma importância), vacinados e testados para as principais doenças de cada espécie. Animais ainda em recuperação não costumam ser liberados para adoção. Já as pessoas interessadas em socorrer animais em perigo precisam observar alguns cuidados. Não se deve confrontar o animal para que nem ele nem a pessoa se machuque. A pessoa precisa observar o animal para ver em que situação ele realmente está. Às vezes, pela própria situação de abandono, maus tratos, etc, o bicho pode estar agressivo, porque tem medo dos humanos, naturalmente.  Não se deve “bancar” o herói. Dependendo da situação é necessário chamar o Corpo de Bombeiros. Não precisa de muito mais que bom senso e solidariedade para as duas situações.  Se não for possível fazer nada, tente informar entidades responsáveis, ou use uma rede social para comunicar o que viu. Um bom fim de semana a todos.

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Projeto Censo de Animais Domésticos

    A todo instante, nós, os apaixonados por animais, ouvimos as mais variadas opiniões sobre o que se pode ou o que se deveria fazer a favor dos animais, especialmente os animais abandonados, como foi dito na abertura desta coluna. A mais conhecida protetora de animais em Uberaba, Denise Marques, teve sempre suas atitudes questionadas. Hoje Denise ocupa uma vaga na Câmara Municipal de Uberaba como vereadora e, claro, a maior cobrança de seus eleitores se refere a algum trabalho a favor dos animais. Uma das respostas veio através do projeto em torno de um censo de animais domésticos. 

Ter conhecimento sobre a população de animais domésticos é de suma importância para o controle de doenças dos mesmos, bem como de proliferação de animais vetores como pulga, carrapatos, entre outros, que também afetam a saúde humana. Os dados apurados pelo trabalho, possibilitam à Secretaria do Meio Ambiente, ao Centro de Controle de Zoonoses e demais órgãos, condições de planejar suas metas para efetivarem esse controle. E a população espera realmente muito por isso.

Segundo assessoria da vereadora, o censo teve inicio no dia 26 de maio no Conjunto Residencial 2000, pelos agentes do Centro de Controle de Zoonoses e pelos próprios assessores de Denise.

Com a realização do Projeto Censo de Animais Domésticos será possível saber quais os bairros que requerem uma ação mais emergencial, o número de animais por bairros e quantos castrados.  A vereadora também propõe desenvolver projetos preventivos, como a castração, trabalho já desenvolvido por ONGs, como foi divulgado na coluna. A coluna está divulgando o trabalho de que tem informação. Quanto à eficiência do trabalho, a população deve ficar de olho, seja ele realizado por ONGs ou órgãos públicos.  O que vale mesmo é somar esforços pela causa animal. E o objetivo não é apenas o animal, é também uma questão de saúde pública.

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Balu desfilando coleção de inverno. Ela é um dos pets amados de Vilma, João e Vinicius

Julie é a mais nova moradora da casa de Dalva, Wilton e Talita. O orgulhoso pai de Julie, também “reina” na mesma casa

A fotógrafa Gabi Maltos flagrou instante de conversa entre esses lindos

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Saúde Animal

A famosa e temida “doença do carrapato”


Não publicamos as fotos de um animal achacado por carrapatos por ser uma imagem agressiva e esse não é o objetivo da coluna

Cientificamente com o nome de erliquiose, a doença é transmitida de um cão contaminado para um cão sadio através do carrapato. O principal vetor é o carrapato marrom.  Os sintomas apresentados por um animal infectado dependem da reação do organismo à infecção.  Na fase aguda, onde o animal doente pode transmitir a doença e ainda é possível que se encontre carrapatos, os sintomas são febre, falta de apetite, perda de peso e uma certa tristeza que podem surgir entre uma e três semanas após a infecção. O cão pode apresentar também sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. É importante estar sempre atento à saúde do animal. Normalmente o dono só percebe a doença na segunda fase, e assim como outras doenças, o diagnóstico precoce é fundamental para a recuperação. 
Na fase crônica, a doença começa a assumir características de uma doença auto-imune, comprometendo o sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarréias, problemas de pele etc. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia.
A Erliquiose é tratável em qualquer fase. O tratamento é feito à base de medicamentos, sobretudo os aintibióticos (em especial a doxiciclina). Por vezes é necessária a complementação do tratamento com soro ou transfusão de sangue, dependendo do estado do animal.
 Quanto mais cedo se começa o tratamento, são maiores as chances de cura. Em cães nas fases iniciais da doença, observa-se melhora do quadro clínico após 24 a 48 horas do início do tratamento.
 
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Dicas de Raça

Periquito Australiano


É um animal de estimação muito popular.

Apesar do nome, o Periquito Australiano, ele é muito mais próximo dos papagaios do que do grupo dos periquitos.
São aves pequenas, com uma envergadura média de 18 cm. Em cativeiro, têm uma esperança média de vida de 12 anos.
Eles ocorrem normalmente em zonas áridas interiores da Austrália.
A plumagem natural da espécie é em tons de verde. As penas das costas e zona superior das asas são pretas, bordejadas a amarelo. A zona da face é amarela. O macho tem a carúncula (saliência acima do bico) azul, enquanto que a da fêmea é em tom castanho.
Em cativeiro, foram desenvolvidas outras colorações artificiais, sendo as mais conhecidas em tons de azul, ou totalmente brancas.
Sua alimentação consiste quase que exclusivamente de sementes de gramíneas, quando em estado natural. Em cativeiro, a dieta é complementada com verduras (como chicória molhada, espinafre), frutas (como bananas e laranjas), farinhadas e outros complementos alimentares.

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PET AVENTURA

“Não sei por que você se foi”

A toda hora uma engraçada, bela e/ou comovente história de afeto entre humanos e animais provam que sentimentos não são características apenas humanas. Essa é mais uma delas. O desabafo de Júlia Cunha Santos Oliveira pela morte de seu cão Thor.
''Não sei por que você se foi''.
Será estranho chegar em casa e não ouvir os seus latidos de alerta, ou as suas patadas na porta querendo entrar em casa. 
Tudo será mais vazio sem você aqui em casa, principalmente nas comemorações, que você entrava junto na farra, e no Ano Novo então, onde os vizinhos te chamavam de ''cachorro doido'' porque era o único que corria e latia sem parar atrás dos foguetes...
Thorsinho, meu THOR, não consigo escrever mais pois a dor é muito grande, mas saiba que nesses 13 anos que passamos juntos você foi o meu melhor amigo e de toda família, o mais forte e o mais corajoso também!!!
Te amo muuito e te amarei para sempre!!

Júlia Cunha Santos Oliveira

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