Busque em todas as seções:
EDIÇÕES ANTERIORES: anteriores

Amigo Animal

ACESSIBILIDADE: A A A A
Marcos Moreno 04/07/2014
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal por Marcos Moreno

Amigo Animal

“É nesses seres que estais longe de conhecer totalmente que o princípio inteligente se elabora”

Notícia boa


Em um planeta dominado pelo ser humano, seria obrigação denunciar maus tratos e crueldade com animais. A questão, claro, é muito ampla e complexa, já que o ser humano sequer respeita a sua própria espécie. Mas quem tem boca para denunciar, também tem boca para divulgar boas notícias.  E essa é melhor.

O governo de Araquari, em Santa Catarina, acaba de sancionar lei que repercutiu em todo o país: a partir de julho, todos os moradores da cidade que adotarem animais de rua terão desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano, o famoso IPTU.

Nada mal para replicar em outros municípios, não?

A iniciativa vai funcionar com a ajuda de uma ONG de proteção aos animais de Araquari.

A entidade ficará responsável por cadastrar os interessados em adotar os bichinhos carentes e, também, por vaciná-los antes de entregá-los aos novos donos.

E se pessoas interessadas apenas no desconto do IPTU começarem a adotar os animais e não cuidarem bem deles?

A Prefeitura também pensou nisso: segundo o texto da nova lei, agentes do governo ficarão responsáveis por visitar as casas dos adotantes. 

Caso seja constatado que os bichos estão sofrendo maus-tratos, o benefício no IPTU estará automaticamente suspenso.

O valor do desconto ainda está sendo discutido pelo setor de tributação da Prefeitura, mas segundo a autora da Lei, a vereadora Denise de Almeida, a dedução será anual e deve ficar entre 25% e 50%.

O desconto no IPTU é, apenas, umas das medidas previstas na Lei 2917/2014, que contém 12 artigos em defesa dos animais.

Entre outras iniciativas, estão previstas campanhas educacionais de incentivo à adoção e ações gratuitas de castração.

 

***


   
Eles formam uma verdadeira família, porque vivem todos no mesmo apartamento. Cada um com suas
peculiaridades e personalidades.  São felinos finos, chiques, bem cuidados: Eles são Luke, Nina e Lola 
os
queridos pet de Joaquim Alberto Jorge

***

Dicas de Raça

 O primeiro animal de estimação a gente nunca esquece


Os hamnsters são, em algumas ocasiões, o primeiro animal de estimação para os adolescentes. São são adoráveis, pequenos, e o melhor de tudo, são fáceis e baratos de manter. Com a devida atenção e cuidado,
os hamsters podem viver até cinco anos.

 Um hamster ideal deve ter entre 4 e 7 semanas de idade. Os hamsters são mais fáceis de domesticar quando são novos. Existem dois tipos de hamster: o hamster dourado e da Sibéria ou o hamster anão.

Quando trouxer o hamster para casa, coloque-o na jaula ou gaiola num lugar longe de correntes de ar e luz solar direta. Escolha um lugar da casa em que possa visitar o seu hamster com frequência.

Os hamsters são ativos  durante a noite. Domestique o seu hamster jovem brincando diariamente com ele e recompensando um comportamento tranquilo com verduras.

Crianças de apenas 3 anos podem ser bons donos de um hamster, mas devem ser supervisionados de muito perto ao manusearem o hamster e terem um adulto que ajuda com a limpeza e cuidado.

Mantenha as sementes do hamster quentes e secas - a umidade pode causar infeções mortais.

***
Saúde animal

O que causa cegueira em cães


 As causas da cegueira em cães podem variar, sendo hereditárias ou mesmo por lesões oculares. Observa-se que os cães que sofrem de diabetes mellitus, hipertensão ou doença de Cushing são cada vez mais propensos a sofrer de cataratas ou desenvolver opacidade branca na lente do olho. Uma infecção ocular não tratada ou acidentes vasculares cerebrais são alguns problemas que resultam em cegueira temporária ou permanente. Cães na terceira idade podem sofrer de visão turva ou cegueira completa dos olhos. Algumas doenças, como glaucoma e uveíte, podem ser dolorosas para os cães  necessitando de uma cirurgia ocular. Existem raças mais propoensas a desenvolver cegueira. Por exemplo, atrofia da retina afeta Collies, Poodles, Schnauzers e cocker spaniels mais do que as outras raças. Da mesma forma, a displasia da retina afeta labradores e beagles.
É difícil apontar o aparecimento da cegueira em cães porque os outros sentidos são suficientemente agudos para compensar a cegueira. Atenção para mudanças de comportamento do cão, tais como falta de jeito, esbarrar em coisas, incapacidade de localizar a tigela de comida, etc. No entanto, no caso de uma perda repentina de visão, os cães têm menos tempo para se adaptarem e podem, por conseguinte, parecerem desorientados e confusos. Nesse caso é melhor levar o seu cão a um veterinário para tratamento imediato.
Com base no diagnóstico, o veterinário pode tratar a causa da doença. Como proprietário de um animal de estimação, pode ser doloroso saber que o seu cão foi diagnosticado com cegueira. No entanto, em vez de entrar em pânico, você precisa criar um ambiente que seja seguro e agradável para ele. Mantenha sua casa livre de obstáculos que possam prejudicar o seu cão. Manter a comunicação verbal clara e em tom mais alto e sempre falar com o cão ao entrar no ambiente em que ele esteja e/ou acaricia-lo é fundamental.  Tome cuidado extra quando há escadas na casa. Com todo esse amor e cuidado, a cegueira em cães pode ser superada ele levar uma vida feliz e normal.  
***
 

Pet Aventura

A história do Tico


“Alguns meses após a Páscoa recebemos um telefonema de um amigo que havia encontrado um coelho, dentro de uma caixa de sapato deixada na sarjeta de uma rua, com apenas uma folha de alface e bastante debilitado, magro e sem conseguir andar. Quando tentava, apenas rolava, não saindo do lugar. Ficava com a cabecinha permanentemente torta, como se estivesse virando o pescoço. O coelhinho não possuía autonomia nem mesmo para beber água e precisava de uma pessoa disponível para lhe dar água por uma seringa a cada hora. Imediatamente, fui ao local e seguindo as orientações do médico veterinário responsável técnico da Associação SARA – Solidariedade Animal, Responsabilidade Ambiental, levei-o à clinica para fazer exames de imagem e constatamos algumas pequenas fraturas, porém, o mais grave era a desidratação que o debilitou bastante.

Durante os primeiros dias, uma senhora cuidou do coelhinho, pois poderia ficar com ele durante todo o dia conforme ele necessitava, alimentando-o e ministrando a medicação. Após uma semana, resolvemos levar o Coelhinho pra casa e o chamamos de Tico. Em aproximadamente 15 dias, o Tico foi tratado e medicado, começou a se locomover, ganhando mais autonomia, se alimentando sozinho. Nesse ponto do tratamento, Tico já conseguia firmar o pescoço e dava pequenos pulos.

Infelizmente, como já tínhamos outro coelhinho, não podíamos ficar com ele por falta de espaço, mas conseguimos encaminhá-lo para adoção e hoje, ele encontra-se e saudável, sem sequelas, sendo cuidado por seus adotantes.

Tico é uma vítima da Páscoa. Neste período do ano é comum famílias darem de presente aos filhos, filhotes de coelho. Porém, muitos se esquecem, antes de comprá-los, de que os coelhos exigem cuidados como alimentação, higiene e veterinários. Fica assim, um alerta: não comprem animais por empolgação. Pesquisem e vejam se ele se adapta ao seu estilo de vida, evitando assim o abandono.”

Marieta Barbalho