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Amigo Animal

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Marcos Moreno 17/10/2014
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal

"Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão. As crueldades que os animais sofrem pelas mãos dos homens está além do nossa compreensão. Por favor, ajude a parar com esta loucura”. Richard Gere

Que calor!!!


Gente, o calor tá demais. Pior é a falta de chuva. Preocupação de todos, claro. Assunto recorrente. Precisamos prestar atenção também, e muito, aos animais. O cão por exemplo. Já sugerimos atenção maior no frio. Agora é a vez do calor, que na nossa região, é mais rigoroso que o inverno.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão existem, naturalmente, muitas dicas como essas, por exemplo:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro e sim, arejadas que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

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Dormir muito é pros fracos. Nina gosta de brincar o dia inteiro. E ela encontra parceria com Andréa Marega. Linda!!! Jack é o companheiro inseparável de Adriana Afonso. Ele a acompanha o tempo todo pela casa. Paixão!!! E essa é a Tamy, a mais nova mamãe entre as clientes da Renata, que cuida dela ainda com mais carinho por ela agora ser uma senhora.

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Dicas de Raça

Je suis a Buldogue


Já não é tão raro vermos por aqui, em Uberaba, a raça de cães Buldogue Francês. A verdadeira origem do Buldogue Francês, assim como a de tantas outras raças de cães, permanece incerta. Segundo a maioria dos cinólogos franceses, esta seria uma raça de fato originária da França, obtida através de cruzamentos.

É um cão inteligente, brincalhão e extrovertido. Bem comportado e de fácil adaptação,  é  conhecido por sua  alegria e mostra-se muito sociável com seus familiares, especialmente em relação às crianças. É considerado um cachorro bastante companheiro e requer contato próximo com os seres humanos. Tranquilo e quieto, o Buldogue Francês é muito apreciado como cão de companhia, pois além da afetuosidade e da natureza doce e companheira, é conhecido por não ser um latidor, e de fato, é uma raça que late muito pouco.

Como todo cão de nariz achatado, O Buldogue Francês não pode viver ao ar livre pois não é capaz de controlar sua temperatura interna através da respiração com facilidade, como fazem os cães de focinho comprido. É necessário um cuidado grande nesse aspecto, principalmente em dias quentes e secos, ou ainda durante as brincadeiras ou qualquer tipo de exercício físico. Não é uma raça que exige muita atividade física.

 

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Pet Aventura

Cerbero on the Road


Ele passou boa parte da vida sem sair do Peru, seu país natal. Quando estava velhinho, embarcou em uma viagem pelo mundo e hoje conhece mais lugares do que muito ser humano por aí. Essa é a história de aventura de Cerbero, um vira-lata com características de Bichon Frisé, tem quase 15 anos e vive na estrada com sua família, a escultora Ety Fefer, seu marido, Tommaso, e seu filho, Darko, de dois anos. Juntos, eles já estiveram em países como Espanha, Itália, Alemanha, França, México, Eslovênia, Bélgica e Estados Unidos. As fotos de Cerbero com marcos turísticos variados como cenário fazem sucesso na internet. No blog que Ety criou para ele, Cerbero on the Road, o cãozinho aparece em praias paradisíacas, em frente ao Moulin Rouge, em Paris, ou ao Coliseu, em Roma, ou ao lado de uma caneca de cerveja na Alemanha. Ety, que tem 41 anos, conta que está com o cachorro desde que ele era um filhote de dois meses. Em suas frequentes viagens a trabalho e a lazer, ela deixava Cerbero com sua mãe, em Lima.

“Sempre sonhei em levá-lo comigo, mas pensava que seria complicado demais. Mas nenhum de nós dois estávamos felizes com a separação. Ele me esperava meses”, contou ela. Isso mudou em 2011, quando Cerbero tinha 11 anos. “Um dia eu senti que ele me dizia que eu não poderia deixá-lo outra vez, que ele também queria conhecer o mundo e eu tinha que levá-lo”, conta. Desde então, Cerbero e sua família não têm endereço fixo. Como está idoso, Cerbero se cansa e não enxerga muito bem, mas Ety diz que ele não gosta de perder nenhum passeio.

Ety afirma que a viagem com o animal de estimação foi muito mais fácil do que imaginava. Definitivamente ele gosta de viajar.