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Amigo Animal

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Marcos Moreno 31/10/2014
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal por Marcos Moreno

"Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações." - Sigmund Freud

Complicou geral!!!

O problema da falta da vacina antirrábica voltou a ocupar espaço na mídia local. Não só na mídia local, mas em todo o Estado. A coluna está apenas comentando mais uma vez, e, naturalmente lamentando, o fato da campanha ter sido suspensa nos 853 municípios mineiros e mais ainda, lamentando a falta de previsão de quando a imunização estará disponível. O Ministério da Saúde, responsável pela compra e distribuição das doses para os estados da federação, informou que o laboratório fornecedor não teve condição de atender a demanda e, por isso, foi necessário alterar o cronograma de entrega do produto. A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que ataca os nervos periféricos de animais e seres humanos. O vírus se instala no sistema nervoso central e nas glândulas salivares, onde se multiplica. Para nós, humanos, cães e gatos são os maiores vetores de transmissão da doença.

Em Minas, mais de 3,3 milhões de cães e gatos podem ficar sem imunização. O grande problema é quem muita gente não tem condições financeiras de pagar a vacina em clínicas particulares, porque não é barato. Outras têm, mas são descuidadas com os bichinhos.

Qualquer caso suspeito precisa ser informado para a Secretaria Municipal de Saúde. O animal deve ser isolado. Em caso de agressão por cães, gatos ou outro animal, a pessoa exposta deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar logo assistência médica.  
No ano passado, 2,9 milhões de cães e mais de 408 mil gatos foram imunizados em Minas. A população canina teve cobertura vacinal de 96% e a felina, de 97%. As doses serão distribuídas aos estados de acordo com os critérios epidemiológicos.

Se você tem condições, não economize dinheiro com a vacina do seu pet. O sofrimento que a doença provoca é muito grande, e a morte é lenta. E também, não sabe de cura para humanos, no caso de infectados pelo vírus.

 

E os “marmanjos” também se derretem com seus pets. Cuidam, adoram, levam pro “salão” (no caso, todos são clientes da Renata). Muitas histórias de adoção, outras diferentes, mas todas com uma coisa em comum: o amor aos bichos e a sorte dos pets de encontrar pessoas assim.


Gisley e Petrus
João Nelson e Toby João Carlos e Bidu

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Dicas de Raça

Jurássico? Sim, mas dócil!


Os pets mais comuns são, naturalmente, os cães e os gatos, mas existem uma infinidade de outros animais que assumem cada dia mais, o “cargo” de bicho de estimação. E não são poucas as pessoas que optam por animais exóticos para se afeiçoar de modo bem doméstico.  Um desses bichos é a já famosa iguana. A primeira impressão não é a que fica. Réptil de aparência assustadora ela lembra os gigantescos animais jurássicos. Mas esta sensação logo desaparece e quando menos se espera esta exótica amiga de temperamento calmo e dócil pode se tornar uma boa companhia. Por ter facilidade de adaptação e integração com o homem, se tornou o primeiro réptil doméstico.

De hábitos diurnos, a iguana se alimenta preferencialmente de insetos quando jovem e na fase adulta torna-se praticamente vegetariana . A alimentação deve ser administrada duas vezes por dia. No inverno devido à baixa do metabolismo é possível o animal diminuir a quantidade de alimento ou até passar algum tempo sem comer nada.

Como é um animal de grandes dimensões, o terrário deve ser amplo, alto e com excesso de troncos e galhos. Este réptil precisa se exercitar para não ficar obeso. Necessita também tomar banho de raios ultravioleta.

A iguana como todos os répteis é um animal de sangue frio, não tendo assim um método próprio para manter a temperatura de seu corpo.

Como qualquer outro animal o iguana requer uma higiene constante, que inclui de limpeza com pano molhado a corte de unhas. Mesmo sendo pacifica, a iguana quando se sente ameaçada revida com mordidas e chibatadas com o rabo.

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Saúde Animal

Como anda o fôlego do seu cão?


Vivemos uma experiência diferente neste mês de outubro com uma seca histórica e um calor tão forte que também surgiu como uma manifestação diferente do que já conhecíamos. O ar totalmente misturado com terra e o céu coberto de cinza/fumaça. Graças a Deus veio a chuva e já melhorou as condições climáticas. Os animais também sentem muito essas oscilações, que podem proporcionar o aparecimento de dificuldades respiratórias.

Por exemplo, os cães também podem ser alérgicos à poeira. Espirros, coriza e tosse podem ser causados por alergia, sim. É dessa maneira que o organismo tenta eliminar agentes aos quais é sensível e que causam inchaço, coceira e queda de pêlo nas regiões afetadas. Entre os motivos do problema podem estar um cheiro diferente, um produto de limpeza, uma planta, a poluição, a poeira e a fumaça de cigarro. Mantenha o cão alérgico afastado do que lhe causa alergia.

Alguns cães têm a traquéia mais fechada que a maioria - é o chamado colapso de traquéia. Isso dificulta a respiração quando fica mais acelerada. O cão tosse, se engasga e sente falta de ar. Se houver sintoma, evite excitar o cão nas brincadeiras e em recepções festivas. O colapso de traquéia é um problema hereditário - não acasale o cão portador. Outras causas de pouco fôlego, são em decorrência de gripe e pneumonia, que já falamos em outras edições.