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Amigo Animal

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Marcos Moreno 06/02/2015
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Deu a Louco no Mundo- 2º capítulo

As abelhas são responsáveis pela polinização de mais da metade das 240 mil espécies de plantas floríferas 

O arrancamento de penas em excesso decorre de estresse, instalações inadequadas

vereadora Denise Max está com o projeto “Pé nos Bairros”,

A Graça quis homenagear as abelhas e caracterizou o seu Chiquinho 
para a festa de Momo

E claro, não podia faltar a melindrosa Nina, da Mara

O Paulo vestiu a Tita de Pedrita. Charmosa!

“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.”-  Monteiro Lobato

Deu a Louco no Mundo- 2º capítulo

 

PET AVENTURA

“Pé nos bairros”

É conhecida a importância de um trabalho efetivo para castração de animais domésticos, claro que, notadamente os mais comuns e mais domésticos, cães e gatos.  
Não apenas os que têm uma casa pra chamar de sua, mas também, e absolutamente imprescindível, os que estão abandonados. Aliás, óbvio, o abandono é exatamente a conseqüência do crescimento descontrolado dessas populações. 
Existem pessoas generosas, que abrigam cães e gatos em suas casas, sejam elas as mais simples. Muitas dessas pessoas caridosas, de alguma forma, bem ou mal conseguem alimentar os bichos, mas castrá-los seria um luxo inimaginável. E aí a coisa complica. Cruzamentos que não deveriam e a proliferação de animais doentes. 
Algumas ações voluntárias são desenvolvidas para amenizar o problema, mas a questão é ampla e chega a ser um problema de saúde pública. Entre os projetos da vereadora Denise Max está o “Pé nos Bairros”, que consiste em adaptar um veículo (no caso um ônibus) para atuar como um “castra móvel”. O veículo seria preparado para isto, com desinfecção de material e remédios específicos e necessários, naturalmente. A população de animais abandonados seria diretamente beneficiada, por motivos óbvios. Para ser desenvolvido e apresentado a quem compete conhecer, o projeto foi pesquisado e baseado em ações que existem de fato. Em alguns municípios, os centros de zoonoses são modelos de excelência nesse tipo de trabalho. Mais uma vez vale lembrar que é uma questão de saúde pública.  É preciso sensibilizar políticos, cidadãos e empresários para essa causa. O que não pode acontecer é deixar que um projeto desses simplesmente desapareça. Os animais merecem mais respeito. De uma maneira ou de outra, fica aqui registrado o que poderia ser uma campanha popular “queremos um castra móvel”. 

 

 

SAÚDE ANIMAL

Automutilação

A automutilação é muito comum em aves. Caracteriza-se por arrancamento de penas que se inicia normalmente como uma limpeza excessiva. Isto pode  evoluir para lesões na pele e músculos, chegando ao extremo de dilacerar membros inteiros, tudo isso infringido através de seus bicos aguçados.
Mas esta não é uma afecção exclusiva das aves, sendo encontrada em várias espécies animais como cães, gatos, eqüinos, bovinos, ovinos, animais silvestres, etc. Em comum sempre a ocorrência de fatores predisponentes semelhantes, como instalações inadequadas, estresse, ausência de bem estar, ausência de relações sociais adequadas a cada espécie, mudanças de ambiente, perda de companheiros de convívio, ansiedade, privações (água, comida e companhia), e muitos outros fatores próprios a cada espécie. No fundo é tudo estresse e a automutilação seria uma das formas de reação a isso. 
O tratamento convencional para esse transtorno, além de polivitamínicos, vermífugos e parasiticidas de uso externo, passa pela utilização de drogas psicoativas, hoje muito utilizadas em medicina veterinária. 

O tratamento homeopático - Vem sendo utilizado com sucesso nos criatórios de aves, inclusive as comerciais, sempre sob orientação de um veterinário homeopata. Mas pode estar faltando algo que dinheiro ou remédio nenhum pode substituir: atenção e carinho.