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Amigo Animal

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Marcos Moreno 25/09/2015
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal

"Todos os seres vivos tremem diante da violência. Todos temem a morte, todos amam a vida. Projete você mesmo em todas as criaturas. Então, a quem você poderá ferir? Que mal você poderá fazer?" Buda

 

50º?  Ninguém merece!!!

Um morador de Guaraí surpreendeu a todos na cidade ao instalar um ar-condicionado na casinha da cadela de estimação. Wyomar Ramos de Araújo, de 39 anos, conta que colocou o aparelho há cerca de três meses para dar mais conforto à Hana, uma pastor alemão de um ano e um mês. Segundo ele, a cadela é sensível ao calor intenso do Tocantins. Nos dias mais quentes do ano a sensação térmica pode chegar a até 50° em algumas regiões. Araújo diz que a ideia de instalar o ar-condicionado surgiu depois de um dia muito quente, quando ele chegou em casa e encontrou Hana inquieta. "Eu dei água, comida e levei para passear, mas ela continuava agoniada. Liguei a mangueira e dei um banho nela. Hana ficou super feliz. Então percebi que o problema era o calor", explica.

De acordo com Araújo, a cadela aprovou a ideia. "Nossa no primeiro dia ela quase não sai mais da casinha. Quando ela quer que eu ligue o ar-condicionado fica entrando e saindo de lá, como se estivesse me avisando que está na hora."

O tutor de Hana conta que é instalador de ar-condicionado e diz que resolveu proporcionar à Hana o conforto do qual ele já usufruía. "Se a gente que é ser humano passa mal com esse calor, imagina o bichinho?"

O tutor de Hana não esconde o amor que tem por ela e conta que a casinha ainda vai receber melhorias. "Eu sou muito apegado a ela, desde que era um filhotinho.

De acordo com um veterinário, o aparelho não faz mal aos cães. Recomenda-se que durante os dias quentes, os tutores de cães que mantêm os animais dentro de casa, em ambientes refrigerados, acrescentem um humidificador de ar ou uma toalha molhada no local. Já aqueles que deixam os bichos de estimação em espaços externos, devem tomar o cuidado de mantê-los sempre a sombra, com água fresca em abundância e com a vasilha sempre limpa. Para as casinhas, deve-se evitar o telhado de amianto e o lugar deve ser arejado.

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Flash Pet


 Amy e Sheldon são dois dos queridos filhotes de 4 patas da Sashimira Nomelini. E você pensam que acabou por aí. Não, tem  mais...


...tem a Lucy, que foi resgatada em um estado triste, ma olha como ficou depois de bom trato de muito amor. Linda e serena.

Esse é o Paco, da Maria, cliente assíduo da Renata. Ele já é bonitão por natureza, ainda com os tratos da Renata!!!

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Saúde Animal

Tumor benigno


IPOMA
 é um tumor benigno formado pelo acúmulo de células de gordura. Eles são geralmente macios, arredondados, não aderidos, localizados em região subcutânea (debaixo da pele).

Os lipomas são variáveis em tamanho e forma e podem ocorrer em qualquer lugar do corpo, apesar de serem comumente encontradas nas partes ventrais (em baixo) do cão, como no peito, abdome axilas e pescoço. É o tumor subcutâneo mais comum em cães.

Todas as raças podem ser afetados, mas eles são mais comuns em animais mais velhos e fêmeas. São muito mais comuns em cães e menos comum em gatos podendo ser encontrado mais facilmente em cães obesos, mas mesmo cães magros podem apresentar esses nódulos.

LIPOMAS INFILTRATIVOS são aqueles que se desenvolvem em tecidos mais profundos e entre as camadas musculares. Estes lipomas tendem a ser mais firmes e maiores e crescem lentamente, mas são mais invasivos e bem menos definidos. Como crescem por expansão nos tecido, pode causar dor e desconforto, principalmente quando localizados nas axilas. Esses Lipomas infiltrativos são muito menos comuns do que lipomas típicos.

Se o lipoma é pequeno e de crescimento lento, o veterinário pode aconselhar a fazer um acompanhamento do seu crescimento e evolução (CITOLOGIAS A CADA 6 MESES). Se não houver nenhuma alteração significativa no aspecto dales e nos exames, o tratamento cirúrgico não é necessário. Em outros casos dependendo da localização e tamanho, a remoção cirúrgica pode ser indicada.

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Dicas de Raça

Rabo curto


Uma série de animais diferentes e exóticos vieram do Oriente, entre cães, gatos, e outros animais. O Oriente é cheio de mistérios, e até pouco tempo atrás muitas raças de animais ainda eram desconhecidas de todo o público devido o fato de que os orientais são povos extremamente culturais.

Tudo o que a sua cultura não permitia não era divulgado para o resto do mundo, e isto influenciou diretamente na criação de animais como cães e gatos, que por milênios nem mesmo tiveram alterações morfológicas devido a não terem contato com outras raças ou até mesmo outros animais. Um dos casos mais conhecidos é o do felino da raça Bobtail Japonês. Este que é um gatinho bastante esperto e querido, que é o preferido de muitas pessoas que possuem criações de animais de raça, já que é um exemplar diferenciado devido a sua cauda curta.

Em seu país de origem, o Japão, o gato da raça Bobtail é uma raça considerada grande símbolo da amizade. O felino quando está sentado, costuma levantar uma das mãos, e este gesto de acordo com crenças populares japonesas trazem boa sorte para todos. Essa crença é tão levada a sério pelo povo japonês que é bastante comum se visualizar gravuras e modelos dos gatos que acenam em portas de estabelecimentos comerciais japoneses para saudar seus visitantes.

O Bobtail Japonês possui um temperamento muito tranquilo, é fiel, amigável, curioso, sociável e acima de tudo afetuoso. Costuma se adaptar com muita facilidade a várias circunstâncias. Possui um miado cantado e gosta de conversar com seus donos. Tanto que lendas orientais dizem que o gato desta raça seria um homem transformado em animal que conversa com as pessoas.

É um dos poucos felinos, como citado anteriormente que possui a capacidade de aprender a realizar diversos truques e habilidades ensinados por humanos.

Costuma ser muito companheiro e próximo da família, e por este motivo sabe e sente tudo o que está acontecendo. Diferente de outros felinos que tem sua independência, além de ser independente o Bobtail Japonês é ligado à família, muitas vezes até defendendo a mesma como um cão.

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Pet Aventura

A doce Maggie


Mais uma vez vamos reproduzir neste espaço, uma comovente história narrada no livro “Viver o Amor aos Cães”, de Ana Regina Nogueira, voluntária no Parque Francisco de Assis, na cidade Lavras (MG).

“À disposição do Universo, um jovem apareceu no Parque  para dar e Recber amor, aprender e crescer espiritualmente junto ao grupo canino. Estava determinado a compartilhar sua vida com os cães, servi-los alimentá-los e ser por eles alimentado, contatar as alegria, transcender o aparente para atingir um estado mais elevado de compreensão e interespécie.

Sempre conversava com Maggie, uma cadela abençoada por um olhar meditativo, quase zen. Sem ser emotiva como os que rogam por afago atirando sem discernimento as patas dianteira nos ventres das pessoas, Maggie se comunica em silêncio, com um lev4e abanar da cauda, orelhas para o céu.  Com esparsas manchas brancas entre pelagem caramelo, é quase humana. Evidentemente já deu passos em direção à individualidade e está pronta para sair da terra e ser gente em outro planeta.

Sua vibração eleva a energia de onde habita influenciando os outros cães a viver em harmonia, sem brigas nem turbulências. São como ela: grandes, fortes, tão inteligentes que é difícil, mesmo para funcionários e voluntários assíduos, aí entrar sem ocasionarem uma fuga.

Passados meses, os ventos mudaram de direção, o jovem partira.

Saía do refeitório para embalar a últimas coisas na mala, quando Maggie disparou em sua direção a ladrar-despedir. Interagia telepaticamente com ele? Como soubera que partia? Com olhos surpresos, fixos nas pupilas caninas, ajoelhou-se a perguntar: o que foi Maggie? Ela repousou o corpo vibrante contra o peito perplexo, coração com coração, aconchegando a cabeça em seu ombro. Abraçou-o como um ser humano abraça um ser humano. Ele entrelaçou-a com os braços, devolvendo-lhe ternamente a amizade, restaurado pelo amor. E chorou, banhando o pelame claro da santa paz.”