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Amigo Animal

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Marcos Moreno 11/12/2015
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante." - Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)

Urgente!!!

Já falei várias vezes aqui na coluna,  que não sou protetor de animais. Gosto, respeito, amo muito o meu cão e uso da oportunidade que a vida me deu de gostar de escrever e do espaço que o Jornal de Uberaba tem colocado à minha disposição, para dar um pouquinho mais de voz aos nossos amigos que “só podem nos amar”. Gostaria de ser protetor, fazer mais pelos animais, mas por enquanto, só posso dispor desse tempo e espaço. Eles não podem falar, não têm a estrutura humana física para socorrer uns aos outros em situações de abandono e acidentes em que se envolvem porque chegaram até aqui, à vida urbana. Então precisamos fazer isto por eles. ONGs têm conseguido que se achava impossível. A ciência tem provado a todo o instante que eles não apenas são inteligentes côo sensíveis a sentimentos que muitos humanos pensar ser apenas humanos. Algumas administrações públicas têm feito um bom trabalho no sentido de ajudá-los. Felizmente hoje há uma conscientização maior sobre as necessidades deles, dos seus sofrimentos e, especialmente, torno a dizer, dos seus sentimentos. O que acontece muitas vezes é que pessoas que, como eu, não podem e/ou não estão preparadas para resgatar animais em situações complicadas, de atropelamento seguido de abandono, por exemplo, se vêm diante dessa situação e ficam totalmente impotentes para tomar uma atitude.  Ai está a questão onde quero chegar. Essas situações de se deparar com um animal atropelado e abandonado à própria sorte, para essas pessoas, surgem em momentos em que elas estão indo para o trabalho (e o chefe ou patrão não querem saber) ou impossibilitadas por qualquer tipo de coisa “maior” que sua vontade de socorrer, de resgatar aquele animal. A maioria também não dispõe de aparatos materiais para fazer o resgate. O animal pode estar agressivo, o que é uma reação natural da dor que estão sentindo ou dos maus tratos de que foram vítimas. Não sei quais instrumentos seriam necessários, mas sei que existem, que pessoas preparadas conseguem, claro, fazer o resgate. Felizmente temos tantos casos de boas almas fazendo isto. Por isto acho importantíssimo que a Administração Pública de todas as cidades deveria manter em ótimo funcionamento, um serviço de socorro urgente a animais, com um número de telefone que as pessoas poderiam usar para fazer a narração ou denúncia do ocorrido. Órgão de funcionamento 24 horas, com profissionais preparados para esse tipo de resgate a qualquer momento. Já não basta a impotência que nos aflige diante de conhecimento de maus tratos que denúncia alguma resolve, por questões até de leis.  Minha voz então, mais uma vez se une a milhares que pedem socorro e respeito pelos bichos.  Sempre haverão protetores para minimizar o sofrimento deles. Mas um órgão legal, instituído e amparado por lei municipal por todas as outras esferas é uma responsabilidade da qual não se poderá fugir por mais muito tempo.

 

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Flash  Pet

 
Esse “floquinho de neve” é a Nina, da Ana Luiza. Por vontade própria, ela não pisa na água e nem na terra. Tá aí a explicação dessa alvura toda.

Dunkel é o “neto” da Maira Dexheimer. Os tutores são o filho e a nora, recém casados. O nome tem origem alemã, como não poderia deixar de ser.

A Cláudia Stein mandou essa foto irresistivelmente fofa para mostrar a “atenção” da Polly ao computador. A gente tem certeza que ela está lendo tudo...

 

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Saúde Animal

Médicos veterinários na 15ª Conferência Nacional de Saúde

(Assessoria de Comunicação do CFMV)

A defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) norteou as discussões da 15ª Conferência Nacional de Saúde. Realizada entre os dias 1º e 4 de dezembro, o evento contou com a participação de médicos veterinários e profissionais de diferentes área da saúde.  A médica veterinária Oriana Bezerra, representante do CFMV no Conselho Nacional de Saúde, foi uma das responsáveis por coordenar as discussões no GT “Valorização do trabalho e da educação em saúde”.

Na avaliação dela, o envolvimento dos profissionais de Medicina Veterinária nas Conferências ainda é pequeno comparado com a importância da profissão para a saúde pública.

“É preciso que haja uma maior participação dos profissionais durante todas as etapas objetivando uma discussão ampla das políticas de saúde nos Municípios e nos Estados”, afirma Oriana.

O médico veterinário Clóvis Improta veio de Santa Catarina, onde é Conselheiro Estadual de Saúde, para acompanhar as discussões em Brasília. Ele também considera fundamental a presença dos profissionais de Medicina Veterinária nos espaços decisivos para os rumos da saúde do país.

“Nós médicos veterinários estamos deixando de lado um filão muito grande que é o trabalho em saúde pública. É grande não só em termos de importância social, mas também de realização profissional”, afirma Improta.

O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, destaca que o interesse pela área de saúde pública deve ser incentivado desde a formação profissional.

“O médico veterinário, além do aspecto econômico, tem função social relevante na saúde pública brasileira. É necessário que haja cursos em níveis de pós-graduação que contemplem esse aspecto, quer como treinamento, reciclagem ou atualização. Nossas instituições de ensino devem estar mais atentas a essa área que tem um vasto campo de atuação para o médico veterinário”, afirma Arruda.

Pelo CFMV também participaram a presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária (CNSPV/CFMV), Sthenia Amora e o médico veterinário Fred Júlio, integrante da CNSPV/CFMV.