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Amigo Animal

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Marcos Moreno 10/06/2016
Marcos Moreno
kikitomoreno@terra.com.br
Amigo Animal

“...que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”- Vinícius de Morais

 

Eterna Paixão

A monogamia é uma forma de relacionamento em que um indivíduo tem apenas um parceiro durante toda a vida, ou durante um determinado período da sua vida – que é conhecida como 
monogamia em série.

Claro que, em algum momento já vimos pela mídia que sim, os bichos também podem ser monogâmicos. Alguns animais são monogâmicos apenas por um determinado período de tempo. Por exemplo, juntam-se a um parceiro para procriar e são fiéis a esse parceiro durante o tempo que estão com ele, mas, na época de acasalamento seguinte, podem decidir juntar-se a outro parceiro.

Também existem animais que formam pares para toda a vida, sem serem monogâmicos. Formam casais que não se “divorciam”, mas cada indivíduo pode pertencer a vários casais deste gênero.

A monogamia é encontrada no máximo em 5% dos mamíferos não humanos, mas há aves, peixes e até insetos que formam casal com outro por toda a vida. Haja estudos e pesquisas para descobrir...

Sabemos que os animais procriam (óbvio) mas não declaram propriamente amor e juras de fidelidade uns aos outros: em muitas espécies existem rituais de acasalamento, por vezes bastante criativos e outras vezes até violentos. Machos disputam fêmeas e ambos podem acasalar com vários parceiros, sendo que na ronda de acasalamento seguinte os pares que se formam já serão outros.

No entanto, existem animais que constituem uma exceção e formam casais de “eternos namorados”, numa perspectiva mais parecida com a que nós formamos culturalmente enquanto seres humanos – e também com as respectivas exceções.

Para percebermos como isso funciona, temos de interiorizar primeiro um conceito: o objetivo de vida de cada animal é reproduzir-se. É através da reprodução que asseguram a descendência e a continuidade da espécie. Qualquer estratégia que adotem, tem em vista cumprir esse objetivo.

Assim, poderemos pensar que numa população pequena ou muito dispersa, tem mais vantagens para um macho investir numa relação monogâmica com uma fêmea e gerar filhotes, do que ir procurar várias parceiras, difíceis de encontrar, correndo o risco de nem chegar a reproduzir-se.

Mas os pulinhos de cerca existem até nessas criaturas.

Além da monogamia ser considerada rara no reino animal, estudos recentes com recurso a análises de ADN demonstram que, mesmo entre casais de animais outrora considerados monogâmicos, existem “pulinhos da cerca” esporádicos com outros parceiros.

O ADN mostrou que até entre os cisnes, os animais mais icônicos no amor e fidelidade, podem ocorrer estes encontros com outros parceiros exteriores ao casal. Mais ainda, entre cinco a seis por cento dos casais de cisnes chegam a “divorciar-se”, embora os motivos que o levem a fazê-lo sejam por enquanto desconhecidos.

O que leva um animal monogâmico à promiscuidade não é consensual.

Uma teoria afirma que as fêmeas tendem a juntar-se a machos que sejam bons provedores e lhes possam oferecer estabilidade, mas demonstram igualmente interesse noutros machos que lhes possam oferecer algo diferente. Este “algo diferente” podem ser melhores genes, refletidos nos atributos físicos, no peso ou na resistência a doenças.

Outra teoria, defende que o acasalamento com mais do que uma fêmea aumenta as probabilidades dos machos se reproduzirem com sucesso e gerarem descendência. O que importa é saber que é possível a monogamia. Em tempos de comemoração de “paixão eterna”...

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Flash Pet

Homenagem da coluna aos “eternos apaixonados”

  

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Saúde Animal

Tratamento espiritual para animal?


Sim, pelo menos é essa a proposta do Instituto Biosegredo (www.institutobiosegredo.com.br) que acaba de lançar a Apetmetria para o mercado. De acordo com Ana Paula, terapeuta e proprietária da célula Alphaville, a Apetmetria é um tratamento alternativo espiritual e emocional dedicado aos animais, que têm doenças manifestadas, como alterações comportamentais ou emocionais.

Todo tratamento de Apetmetria inicia a partir de uma avaliação na Mesa Quantiônica; além disso, o bioterapeuta irá precisar de algumas informações e da foto do animal a ser tratado.

Na célula de Alphaville, já foram atendidos mais de 40 animais, dentre eles cães, gatos, aves, equinos e bovinos. Os casos atendidos são vários, como sarna negra, alergias, epilepsias, entre outros, e obtiveram uma média de 90% de remissão dos sintomas. Já os comportamentais são depressão, hiperatividade, excesso ou falta de apetite e atingem índices ainda mais altos: 97%.

"A Apetmetria acontece em integração com o tratamento veterinário, pois este último trata o efeito e o energético cuidará da causa (emocional ou espiritual), facilitando assim o processo de cura", explica Ana Paula.

"Na grande maioria dos casos os sintomas apresentados pelos animais são absorções energéticas das pessoas e ou do local onde permanecem por mais tempo", enfatiza a terapeuta. 

 Criado em 2008, o Instituto Biosegredo (www.institutobiosegredo.com.br) tem mudado a vida de centenas de pessoas. Fruto da parceria entre Dárcio Cavallini e Juan Ribaut, a instituição tem o objetivo de popularizar o conhecimento sobre os segredos da vida e, dessa forma, ensinar as pessoas a viverem melhor.

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Pet Aventura

Aventura no Vale


A coluna hoje é dedicada mesmo à interação, paixão e relacionamento animal. Sendo assim, caiu bem a notícia da inauguração de um parque na cidade de Blumenau.  Pensando na interação dos animais de estimação foi criado na cidade um parque exclusivo para os pets, o Parcão. O local, com 1,3 mil metros quadrados no bairro Garcia, vai funcionar diariamente, das 7h às 19h.

O parque, que é cercado, conta com agility - circuito de obstáculos - para que os animais possam se exercitar e brincar bastante. De acordo com a prefeitura, o local terá um vigia durante o horário de funcionamento e também será monitorado por câmeras de segurança.

O espaço é uma conquista para várias ONGs de proteção animal. A estrutura é simples, mas é para as pessoas chegarem e soltarem seus animais para que haja a conscientização de todas as partes no bem estar animal. Ah! como podia ser assim em todos os lugares.

Durante a inauguração do Parcão, o prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, assinou o Código de Bem Estar Animal, que ajuda a aperfeiçoar a legislação que já existe e regulamenta que denúncias de maus tratos, por exemplo, possam ser atendidas pelo Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos (Cepread).