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Bastidores 10/01/2017
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Paulo Nogueira

 

MORADORES SOLICITAM MELHORIAS NO CLUBINHO

O prédio localizado na rua Sebastião F. Dutra, que pertence ao Clubinho existente no Conjunto habitacional Frei Eugênio/Guanabara, está necessitando de melhorias, como ventiladores no interior do salão de festas, pois o calor nesta época e insuportável, colocação de tomadas elétricas, como também uma limpeza geral em seu terreno. Ali, somente as quadras de futebol que foram construídas recentemente por uma empresa terceirizada está funcionando muito bem, com uma frequência quase que diária de adeptos deste esporte.  São reclamações feitas por moradores que alugam o local para festas de aniversário ou outro tipo de eventos, que solicitam estas providências à direção do referido clube.

CORTES EM ESTATAIS TEM ADESÃO DE MAIS DE 37 MIL FUNCIONÁRIOS EM 2 ANOS

A onda de demissões chegou também nas estatais. Diante das limitações legais para promover o corte de pessoal, as empresas públicas estão recorrendo a Planos de Demissão Voluntária (PDV) ou a programas de aposentadoria incentivada para enxugar a folha e, assim, tentar aliviar o caixa. Segundo informações do Ministério do Planejamento e das próprias empresas, mostra que os programas de desligamento lançados tiveram a adesão de 37.626 funcionários em 11 estatais entre 2015 e 2016. E o número deve aumentar. Alguns dos programas seguem com inscrições abertas e estatais como Caixa Econômica Federal, Correios e Eletrobras já anunciaram que lançarão novos PDVs que, juntos, podem representar mais de 22 mil cortes adicionais.

VERBAS PARA MANUTENÇÃO DE AMBULÂNCIAS DO SAMU NÃO TEM CONTRÔLE, DIZ MINISTÉRIO

O dinheiro é repassado, mas as ambulâncias estão paradas por falta de manutenção. Tem cidade que o único veículo que existe está estragado. Um levantamento do Ministério da Transparência mostrou que recursos que deveriam ser usados pelo Samu não têm qualquer fiscalização. O resultado é que a população deixa de ser atendida. Dinheiro tem, é repassado, mas  não se sabe por que que ambulâncias continuam paradas por falta de manutenção.

OBRAS DE CONTENÇÃO DE ENCOSTAS: SOMENTE 10/% FORAM FEITAS EM SEIS ANOS

Dinheiro para prevenir tragédias é usado remediando efeitos de desastres. Foi investido menos de 23% do total previsto para as obras de prevenção. O sofrimento de famílias com enchentes e deslizamentos se repete sempre nesta época do ano, na temporada das chuvas. Boa parte desses desastres poderia ser evitada ou amenizada por obras de contenção, mas a lógica do governo tem sido outra. Gasta-se mais para arrumar o que a chuva estragou do que em prevenção. É o que mostra um levantamento feito pela associação Contas Abertas. No ano passado, do total de R$ 1,7 bilhão desembolsados em programas de gestão de risco e e de resposta a desastres, quase 65% (R$1,1 bilhão) foram usados em ações de resposta. Só 35% para ações preventivas. Nos últimos seis anos, só 10% das obras de contenção de encostas foram concluídas.

APROVADOS EM RESIDÊNCIA MÉDICA TEM ATÉ O DIA 15 DE MARÇO PARA DISISTIR DA VAGA

Os candidatos aprovados em programas de residência médica de todo o país têm até o dia 15 de março para comunicar, se for o caso, a desistência do curso. O objetivo do Ministério da Educação e diminuir o número de vagas ociosas e permitir que outros médicos interessados ingressem nos programas. Será considerado desistente o médico efetivamente matriculado em programa de residência médica que deixar de se apresentar ou de justificar a ausência, por escrito, em até 24 horas do início das atividades de formação. Nesses casos, a instituição pode convocar, já no dia seguinte, outro candidato aprovado, conforme a ordem decrescente de classificação. Segundo a resolução da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, as atividades de residência começam no dia 1º de março e devem ser concluídas no último dia do mês de fevereiro do ano de encerramento do programa.

EX- ESPOSA DE DEPUTADO DO MENSALÃO DIZ TER DOSSIÊ CONTRA LULA E CUNHA

Maria Christina, entregará ao Departamento de Justiça dos EUA documentos que descrevem operações financeiras em contas e offshores do ex-marido Valdemar Costa Neto e de seus aliados políticos. A ex-esposa do ex-deputado federal (e um dos condenados do Mensalão) Valdemar Costa Neto (PR), pediu asilo político nos Estados Unidos. Conforme informa o jornal Folha de S. Paulo, Maria Christina Mendes Caldeira fugiu para o país levando apenas algumas roupas e uma cachorrinha vira-latas de cinco anos treinada para acompanhar pessoas com síndrome do pânico chamada Fé. A advogada e professora de Direito Internacional da Universidade de São Paulo (USP), Maristela Basso, afirmou que a mulher trocou sua identidade e está atualmente sob proteção do governo americano. A advogada afirma que a mudança ocorreu porque Maria Christina contou a autoridades do país que sofre ameaças no Brasil por ter em mãos um dossiê que atinge o ex-marido e outros políticos como ex-presidente Lula e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Segundo Maristela, ela chegou a oferecer as provas ao MPF (Ministério Público Federal), mas como não obteve garantia de proteção, decidiu procurar autoridades estrangeiras, diz o jornal.

GOVERNO FEDERAL EXPULSA 550 SERVIDORES POR IRREGULARIDADES EM 2016

O governo federal expulsou de seus quadros no ano passado 550 servidores que, segundo a Controladoria-Geral da União, cometeram algum tipo de irregularidade. O número de expulsões de servidores em 2016 foi o maior para um ano desde que o levantamento começou a ser feito, em 2003, segundo a CGU. Desses casos, 445 foram demissões de servidores efetivos; 65 foram cassações de aposentadorias e 40 foram demissões de servidores em cargos comissionados. Não entram na conta empregados de empresas estatais, como os Correios e a Petrobras. Ainda de acordo com a CGU, a maioria das expulsões (65,3%) ocorreu após a verificação de que os servidores cometeram algum ato de corrupção. Também houve expulsões por abandono de cargo, falta de assiduidade ao trabalho ou acumulação ilícita de empregos. Essas três irregularidades corresponderam a 24,4% dos casos. Em 2015, o governo federal expulsou 541 servidores. Também naquele ano, a maioria havia sido punida por corrupção, 61,4% dos casos.