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Bastidores

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Bastidores 23/01/2014
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O NOME - Eleito vereador pelo PMDB em 2012, e recentemente empossado deputado estadual como suplente das eleições de 2010, o radialista Tony Carlos é o nome mais forte da situação – liderada pelo prefeito Paulo Piau, para presidir a legenda em Uberaba

Na ponta da língua
Com vigência até dia 2 de fevereiro de 2014, a comissão executiva municipal provisória do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB/Uberaba, será substituída por um diretório eleito pelos filiados. Para isso, uma convenção deve ser convocada a qualquer momento. Edital já estaria assinado pela executiva atual, e, até o fechamento desta edição de Bastidores, na tarde de ontem, tudo indicava que a eleição será dia 3 de fevereiro.

Pela lógica
Reivindicada pelos peemedebistas históricos que ficaram fora do comando (leia-se da executiva provisória) e defendida por lideranças peemedebistas estaduais e federais, a eleição do diretório ganhou o apoio de vários integrantes da comissão atual, entre eles, o próprio presidente, Eduardo Palmério, que antecipou a Bastidores, dias atrás, que não pretende ser reconduzido ao cargo.

Definido
Outro que defende o fim das provisórias (indicadas pelas lideranças) e a volta do diretório (eleito pelos filiados) é o deputado estadual Tony Carlos...que vem a ser o nome mais forte para assumir a presidência do PMDB/Uberaba. Decisão já estaria inclusive, acertada, entre os que “mandam” atualmente na legenda. O mais importante deles – por questões óbvias, o prefeito Paulo Piau.

Articulações
De acordo com as fontes de Bastidores, o deputado estadual teria programado uma reunião para dia 27 de janeiro, segunda-feira, em uma churrascaria da cidade. Objetivo seria fechar os detalhes finais da chapa que vai disputar os votos na convenção de fevereiro. Segundo colocado no ranking de filiados, o PMDB/Uberaba tem 4.491 inscritos – de acordo com as últimas estatísticas (dezembro/2013) do Tribunal Superior Eleitoral – TSE.

Oposição (?)
Enquanto isso, o grupo que está fora do “mando” desde as eleições de 2012, aguarda resposta para a oferta de “conciliação” feita ao comando atual. Se não houver acordo, é certo que o grupo vai apresentar chapa completa para disputar o diretório. Neste grupo estão pelo menos dois históricos, fundadores e ex-presidente do PMDB/Uberaba: os advogados Alexandre Pires e Paulo Affonso Silveira.

Xô, ironia!
Já o ex-peemedebista Anderson Adauto (agora PRB) tratou de se livrar de uma página no Facebook. Criada por adversários, a página “Anderson Irônico” virou fumaça. Isso, após ficar umas duas ou três semanas no ar, provocando risos nos inimigos e ira total nos aliados...

Esclarecimento
A postagem mexeu tanto com o ex-prefeito e eventual candidato a deputado federal, que ele postou na página “Volta Anderson 2016” uma nota de esclarecimento. AA explicou que a página “Anderson Irônico” não foi criada por ele e nem por pessoas de sua convivência. 

Reajuste...
E os professores da rede estadual tiveram um afago do governador Antonio Anastasia (PSDB), ontem. Ele depositou nas respectivas contas o valor do reajuste de 5% - retroativo a 1º de outubro de 2013, mais os 2,5% de antecipação da progressão na carreira. 

...salarial
Com isso, os professores receberam nesta quarta-feira, 22 de janeiro, nada menos do que 7,62% de aumento. Pagamento foi feito através de uma folha complementar. Tiveram acesso à antecipação da progressão, os servidores de carreira que possuem pelo menos dois anos de efetivo exercício e duas avaliações de desempenho.

Ficha limpa
Tribunal Superior Eleitoral está lembrando, em seus espaços virtuais, que a Lei da Ficha Limpa será aplicada, pela primeira vez, nas eleições gerais de 2014 (presidente e vice; governador e vice; senador; deputado federal e deputado estadual). Aprovada pelo Congresso Nacional em 2010, a lei prevê 14 hipóteses de inelegibilidade.

Contas...
São inelegíveis, por exemplo: quem teve contas de exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável por ato doloso de improbidade administrativa... 

...e condenações
Outro exemplo: os condenados, em decisão transitada em julgado ou de órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, compra de votos, por doação, arrecadação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma.