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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 09/03/2014
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc

Uma ode ao dia internacional da mulher, ainda, em construção

Bem vindo!
Bem vinda!
O tempo passa diferente. É mesmo de outro jeito. 
Muitos podem argumentar que esse é o sintoma do excesso de atividades, e podem estar certos. Mas, o tempo já é novo. E a Era, com todas as suas nuances, desenha desafios cotidianos.
    Em meio a tanta novidade a mulher tem múltiplas faces. Suas identidades, ainda em construção, estão apropriadas ao tempo de mudanças, mas nem todas conseguem usar essa referência e assumir posições.
    É essência feminina gerar vida. É próprio do Ser Humano sobreviver. Essa complexidade que tramita pelas rotinas expõe a mulher. Nem sempre preparada para assumir tantos contextos, ora dotados pelo feminismo, ora articulados pelo machismo, ora inventados pela modernidade.  
As herdeiras de tantas intenções tramitam nessa dialética fortemente instalada por culturas em remodelação, por processos internos fermentados pelos dogmas, por pressões pessoais nutridas de sentimentos como culpa e ansiedade.
    O outro lado dessa moeda, que tem peso tão referente, que chega a ser mais uma insígnia do que um pagamento, é o da força, do destemor, da útil capacidade de se refazer e reordenar, que a mulher assume, nem sempre sem ônus. Guerreiras contemporâneas estão prontas, mesmo que sem referência, a tempo e à hora, para todas as demandas.
    Nesse cenário demarcado por sonhos, esse vivenciar de ofertas externas com freqüência contrapondo às inspirações, modelos padronizados enfrentam criações ditadas pelo pulsar dos idealismos particulares, assim, a mercadoria mais farta é a opção. E esse ato crônico, de escolher e pagar pelo posicionamento, se revela como a provocação mais premente da nova construção.
    Para equilibrar a rota em busca das respostas sobram extremos: mulher ‘workaholic’, mulher fruta, mulher ansiolítica, mulher bomba, mulher cativa, mulher vitrine e delas todos nós temos um pouco, porque somos quem imprimimos nessa ideia, diante de tantas expectativas subnutridas, uma resposta. É nosso hábito, da espécie humana, sobrepor nossas piedades como se não fossem escudos para uma insegurança quase uterina que carregamos nesse existir.
    Uma sociedade que reinventa o feminismo deve assumir os riscos dessa montagem. Como na fábula do Moderno Prometeu, escrita por uma mulher nos idos de 1800, Mary Shelley, há muito sofrimento na criatura, no criador, e nos que com eles convivem. O preconceito que se fortalece e enobrece como um biscuit precisa de combatentes vivazes.
    Essas vagas estão disponíveis no apreço de representantes natos. Quem serão os heróis desse novo conto de fadas. De uma estória que não termina no ‘foram felizes para sempre’, mas que começa quando se vira a página. Os protagonistas dessa trama deverão saber, de antemão, que estão sob a singela e caprichosa mão do destino, que às vezes se propõe ao livre arbítrio, que às vezes se revela ditadora. 
    No entanto, ainda, mesmo que com sobrepostas polêmicas, o querer é a mola mais propulsora de realizações. Na mulher sempre projetarão sombras e luzes. Destilarão conceitos e argumentos. Preservarão docilidades e tempestades. Na mulher sempre viverão elementos de preservação e criação. Na mulher, nunca somente nela, estarão os modos de gerar a vida e dessa junção, antes combatida, agora redefinida, Entre homens e mulheres é que uma das poucas certezas, de uma existência extrema nos afiança: ser feliz!
    O entendimento para existência do futuro nasce do verbo união, conjugado via vivência do amor, em teses idealísticas. Em quatro letras estão os moldes para um entendimento do dia internacional da mulher como a data da libertação, não apenas de um gênero, mas de uma construção, com menos fachada, com menos usufruto, com menos usurpação. Apenas, simplesmente, a obra da vida, que nasce dessa aliança de diversidades e intenções.
    
    Bjxxx Silbor

Um ser de espírito libertador. Com identidade plural que investe na conscientização para um desenvolver social feito de integridades. Com você: Kate Arabe.

Sons acordes únicos. Uma composição para dar a vida uma trilha sonora para dias de felicidade! Com você: DJ Amanda Lee.

Mulheres modernas. Forças intelectuais. Produtoras de uma nova realidade. Um tempo de sucesso. Com você: Alcí Cabral, Alcineia Cabral  e Evacira Coraspe.

Uma mulher guerreira, construtora. Feita de nortes para idealizar alicerces e permitir a muitos a realização dos sonhos. Gestora educacional com louvor. Com você: Heliodora Collaço.

Maga das palavras. Olhar inteligente para a leitura de uma sociedade em pleno desenvolvimento. Com você: a expoente de um jornalismo vivaz, Giselda Campos.

São duas grandes mulheres com decisão permanente de produzir mais e melhor, sempre. Fazem de suas histórias pedras brutas para lapidação. Joias com verdadeiras intenções. Com você: As fantásticas Mônica Cunha e Lujan Machado.

Talentosa arquiteta, pessoa rara. Mulher com vontade de ser o melhor sempre. Criadora, maternal, feita de nobres intenções. Com você: Débora Vieira.

Com o dom de ser líder e se fazer melhor em tudo, ela segue em um caminho de sucesso. Nas salvações do mundo jurídico é uma referência, um exemplo. Com você: Cláudia Bizinoto.

Sob seus ângulos uma cena inovadora se revela. Autora de uma fotografia revestida de talento. Sempre em inovação. Com você: Renata Miziara

Linda. Uma idealista para a promoção da saúde. Mulher que se posiciona e abre caminho para as novas gerações. Com você: Denise Carvalho