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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 07/09/2014
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Bem vindo!
Bem vinda!
A edição de hoje da nossa coluna é especial.
Vamos celebrar o aniversário do Jornal de Uberaba com poesias e reflexões.

A alquimia do transformar é uma tendência que impulsiona Chic e Choc. As criações que oferecem satisfação em cada singularidade de um ambiente miscigenado por inovações, harmonizado por notas singulares de criações e ordenado para um caminho de prazer pelas identidades impressionistas afiançam um despertar dos sentidos. Promover o pensar. Livre, responsável, consistente! Feliz Aniversário Jornal de Uberaba e todos os que fazem parte dessa imensa e rara história de sucesso.

A galeria de fotos dessa Edição de Chic e Choc é uma homenagem a linda e competente equipe do Jornal de Uberaba que, todos os dias, cria novas oportunidades para uma vida melhor com notícias de qualidade e primor na nobreza dos gestos. Como são muitos os homenageados pensei as imagens das belas criações divinas para homenagear a todos os participantes. As fotos feitas por mim são um presente de agradecimento pela bonita escolha que fazem em serem mais!


O aniversário do Jornal de Uberaba é uma nova primavera. Mais uma flor nesse jardim de realizações. Brotar como empresa de comunicação em uma Era de relatividades é um desafio cotidiano que requer profunda obstinação

Desperte para a mudança

Com estoques de gratidão quase zerados, a nova civilização caminha firme para ofertas de distrações externas e mantém inalterado o perdido gosto pela autopreservação. Sempre confiantes na confusão entre ser e ter, estamos crucificados pelas nossas próprias incompreensões. Deixamos entrar e sair palavras violentas, atos mascarados, conceitos equivocados sem fazer sequer um desconto no pedágio para as emoções.

 

Precisamos de estoques de coragem

Duvidamos das contrapartidas do Universo. Confiança parece uma ameaça à sobrevivência.  Apossamos de todas as responsabilidades e relatamos essa impossibilidade em traduções equivocadas, compulsivas e estressantes. Às vezes, acreditamos mais na desistência.


Lindos lugares foram documentados pelo Jornal de Uberaba nesse tempo de décadas. Nessa foto, a brilhante força do Mosteiro de São Bento. Uma imagem de fé que acende a esperança nos corações

Desistir é uma opção impensada

Perde-se a identidade ora pelo despreparo dosado de irresponsabilidade, ora pela condição nata da espécie recheada de motivações culturais.  Os hormônios fermentam a inquietude e o que alicerçava o sentimento se transforma em sofreguidão. É o doce que enaltecia a paixão amargando o início do fim da relação com os sonhos.

 

Viver exagera, mas é a melhor oportunidade

Busque nas memórias que o passado ergueu tudo o que fez você chegar onde está. Um dia as respostas trarão entendimento, mas será bem tarde ou cedo demais. Parece que nada há de evoluído em perceber o que se precisa aprender, na hora certa. Dialética difícil.


Os casarões de Uberaba foram os primeiros cenários e permanecem sendo os ambientes que guardam segredos e revelam decisões que mudam os rumos dessa história. Na Casa de Artes e Ofícios Paulo Souza Lima o lustre é uma indicação das grandes ideias que fazem Uberaba única

Atenção redobrada aos egos inflados

Ser ferramenta é uma consideração. O que perturba é a serviço de quem praticamos deslizes da sofreguidão. Quando o esvaziar é benigno, somente um espaço digno permitirá a repaginação. Assim nasceriam medidas destinadas ao ser. Precisa ser cedo quando os dados servem de entendimento.

 

Se vender fiado é entrar em inadimplência com a existência

E novos capítulos dos seres e suas conspirações... O que alguns são capazes de fazer para amedrontar, para esconder tristezas, para justificar fugas, para amenizar desilusões! E quanto mais enredados, enfraquecidos e equivocados, maior o desespero para intervir no destino pensando ser direito alcançar o que se mostra tão longe dessa previsão.


Liberdade. Legenda melhor não há para esse ângulo. É na busca constante da identidade editorial em tempos de capitalismo exorbitante que essa palavra ganha tônus nas mais robustas vontades idealísticas, ainda, pulsantes nos jornalistas em vocação

Um mundo onde todos tem lugar

Nada há de nobre em transpor limites para despejar o outro de seus próprios sonhos, todavia esse tom de corretagem anda mais impregnado de verdades do que qualquer idealismo. Onde reside o entendimento em tempo de guerras internas? Difícil encontrar percepções em seres compactados de solidão. E todas as ansiedades aguçadas pela privacidade do coração quando saem, despedaçam as convicções.

 

Amor próprio é chama que nunca apaga e ilumina os estranhamentos

Precisamos de coragem. Inclusive, e acima de tudo, para viver! E quando nos percebemos nessa condição, de mais um na multidão, entretanto, tão particular e exclusivo, vem uma simples constatação: Sim! Temos limitações. Mas aprender a cuidar de si e a vencer uma a uma as dificuldades, sem dramas, com a verdadeira e autêntica entrega diante do outro, é uma escolha necessária.


A beleza que se ergue do olhar visionário. Uma foto que relembra a beleza que a força do pioneirismo. No contraste de buscas, as respostas podem se tornar nortes

O melhor aprendizado é você quem tem para si

A salvação é aprender a se amar. Ofertando-se um amor, uma amizade, uma relação tão forte quanto a que você destinou a quem se tornou mais importante na sua vida. Uma celebração feita das mesmas entregas, das mesmas coragens, de todos os desejos, repleta de planos, feliz, idealizada por sentimentos nobres e honrados.

 

Evolução do ser humano é uma ideia decente

O valor dos nossos detalhes é combustível de troca na vida e acerta nossas desilusões. Manter a inocência, salvar a ilusão, criar cenários para uma alquimia transformista é condimento de gente.


O pôr do sol no cerrado. Espetáculo da natureza apresentado todos os dias no nosso quintal. Menina de ouro do Triângulo Mineiro, “Es Uberaba”!

Palavras são prosódias.

Inventam um tempo bom de promessas.

São letras entrelaçadas de quereres.

Estão dotadas de conceitos e vivem de trocadilhos nas definições.

Palavras são doses de vontades que acalentam motivos.

Tecem possibilidades, acordam intensidades, afastam desigualdades.

São doçuras reforçadas de intenções!

Às vezes estão recobertas de razões, às vezes de desvios.

As palavras significam muito, mas nunca serão ações.


Como podemos ser tão abusivos ao ponto de conseguirmos extinguir o que brota do chão de graça? Ah, se houvesse entendimento em tempo de tantas explorações. Mas caminhos pensando que o futuro sobreviverá em meio a esse deserto de intenções puras. Água, salve a espécie, apesar do desprezo e da ambição!

Parabéns Jornal de Uberaba!

Beijos Silbor