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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 01/03/2015
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Oiiee! Bem vindo! Bem vinda!

O amor está sempre presente em Uberaba. Novas famílias, grandes encontros. Uma terra para ser feliz. Celebrando essa benção os bonitos e talentosos Luciano Guima e Fernanda Viola, também, 
celebram o aniversário da cidade.

Foto belíssima do músico Vanir Jr. reserva o espetáculo da despedida de mais um dia em Uberaba. 
Belíssima arte!

Em cada praça sempre tem um jardim. Os olhos acostumados, talvez, não percebam, mas a beleza salta a cada contramão. Em todo canto tem uma Igreja. Templo de esperança, para tempos novidadeiros. 
Viva Uberaba

Seu nome batiza anônimos que lutaram pela mesma causa e abençoa os filhos dessa terra que ainda proclamam pelo direito à diversidade. Entre os palmares, viva, Zumbi! 
Imagens que estão na identidade de Uberaba

A delicadeza que referencia e celebra o amor de tantos por Uberaba. Terra de belezas sem igual! Dias de felicidade podem ser planejados por aqui! 
Salvem nossos bichos, nosso povo, nossa força.

Viva o domingo! Viva! 
Fabiana Silbor.

“... És Uberaba...
De riquezas sem par, peregrinas,
Construíram, entre teus horizontes,
A mais bela das jóias mais finas!”

 

Oiiee! 
Bem vindo! Bem vinda!

Tem algumas coisas das quais nunca nos arrependeremos: gentileza, amizade, gratidão, generosidade. São desses valores que precisamos para enriquecer nossas rotinas contaminadas de carências e solidão.
E amanhã é o aniversário de Uberaba. Essa é a minha terra, meu porto, meu lar. Aqui nascem flores que querem frutificar. E assim tenho me feito, me refeito, me enfeito de Uberaba. Fui criada aqui, me fiz aqui, me complemento aqui. Por isso, nesse aniversário, eu levanto e canto bem alto: Parabéns, nessa data querida!
Falar a verdade. Mesmo que ela esteja contra você. É o mínimo que um Ser Humano em evolução deve estabelecer para a própria história. A única vergonha que há na verdade é a decisão de mantê-la escondida.

Um povo...
É uma safra linda! Desde os idos do passado, quando o Arraial da Farinha Podre já era o ápice do cerrado aglomeram narrativas dos descendentes dessa mistura fina. Sinhozinhos que se casavam com as moças nobres, mas morriam de amor pelas belezas que encantavam os terreiros. E desse capítulo, típico de novela, nasceram pilares da consagrada Uberaba. Vingaram como onyangas no deserto e souberam corresponder à altura dos anseios de seus antepassados (ora reis, ora tortos) e construíram uma terra hábil em criticar seus filhos, mas cortejar como ninguém os visitantes, que de tanto bom trato, se mudaram para cá de vez. E assim, com os nativos aprenderam o refrão: “Não transiges com teu inimigo, mas acolhes, gentil, em teu colo, os que vêm ao trabalho, contigo, procurando elevar o teu solo”. 

Andar rápido só faz sentindo se você estiver na direção certa. Então resista ao que os fracos chamam de força de vontade: a teimosia. E aceite. Dói menos e melhora a sua decisão sobre qual caminho seguir.

Feito de Bandeirantes...
E, hoje, lotada de seu povo, ora pulsantes, ora flutuantes, Uberaba, então, Águas Claras, vivencia novas miscigenações. Porteiras abertas depois de um centenário de proteções, os tempos renascem diante da Globalização. Insultada a ceder, descentralizando os poderes por coação, procurando as origens, Uberaba assiste de camarote a força de um novo sem igual. Seja qual for o apêndice que a genética barganhar, a essência será sempre vinda dos destemidos bandeirantes “que fizeram a jornada de fé, corajosa” e isso há de valer para explicar o dom de ser filho dessa “Terra Gentil”. 

Não basta apenas acertar na escolha. O importante é conferir se o acerto, também, tem qualidade. Em tempos de desafios é o repertório que lhe motiva que nutre suas decisões. Como você se vê no futuro?

Que destilaram suas 
inquietudes...
Uberaba é berço para o saber, sempre foi. Acredito que sempre será! Em sua identidade, a cidade e seu povo proclamam o ensinar e o aprender, nessa lida revelam sua missão. De cada lar parece sair um destino com essa vocação. Nos novos tempos há previsões de contrastes. Dos direitos proclamados, agora reivindicados, desembarcam em suas ruas, em suas praças, centenas de sonhos que encontram moradas nas salas de aulas. Tramitavam pelos corredores acadêmicos nortes que celebraram novas considerações pelo mundo. Das carteiras que guardam como lembrança os conchavos divertidos, também, preservam as ideias glorificadas pelo tempo. Nomes, que aqui formados foram, entrelaçam os caminhos desse novo país quiçá do mundo em erudição.

Oportunidades surgem, mas você precisa estar preparado. E quando, por um tempo, elas desaparecem, você precisa ser inovador e criar seu próprio futuro enquanto ele acontece.

Uma terra tão formosa...
Como um tear, ritmado ao compasso de sua tecelã, a Zebulândia, respira dom. Artesãos se revezam num universo de talento. O santo e o profano em habilidosas mãos se personalizam, em novas traduções. Estórias e lendas tomam forma. Poucos redutos sobreviveram para acolher os de destemido pensar. Agora se encontram noutros quintais. Livres e firmes como um passado que se sabe, mas não se revela. Igrejas barrocas e modernas lançam suas torres para o céu. O mesmo que traz o azul que irrompe no manto de Maria, toda onipresente em seus santuários. O dogmatismo deixa a cercania dos livros e põe a fé de pé nas periferias. Gente de toda banda vem... de longe, para ficar mais perto, dos Santos, de Chico, do taxista milagroso, para orar... Nas trilhas do turismo, outros pensam na ciência e destinam os dinossauros como principal atração. Rios que dão nome a esse cerradão também atraem pescadores cheios de contos. Mas se o sintoma é atração, nenhum nome tem mais condição do que o de quatro letras que define, na sanidade mais doidivanas, o quanto vale esse quinhão: Zebu! Ainda admiro os pioneiros que foram à Índia provocando essa global opulência.

Às vezes as bênçãos vêm disfarçadas. Espero um pouco antes de maldizer uma recusa, um término ou um problema. Podem ser soluções vestidas de desafios que trarão novas vitórias para sua vida.

O “Torrão” que o hino recanta...
Uberaba acumula números quando o assunto é economia e qualidade de vida. Os mais pessimistas irão dizer do tudo que ainda é desfeito, mas isso é parte de um monopólio da espécie humana: migrar para a evolução em ritmo de descontentamento. Certo é que, para quem desembarcou em velhos e novos continentes, para os que enveredaram por outros sertões, que a Zebulândia é um oásis. Produz fosfatos, grãos. Tem carros e telefones de montão. E um dado que anima: uma das maiores taxas de longevidade do Brasil. Se mudar para cá, então, é sinônimo de viver mais e melhor!

Inventar o amanhã cuidando da própria vida é bem melhor do que ficar conversando fiado sobre a do outro. Esse papo vira dívida fácil quando um dia é da caça e o outro é do caçador.

Não é com o outro que se compara: é com você mesmo. Ser melhor significa ultrapassar as próprias limitações e vencer a si mesmo. A maior parte das pessoas se torna o que acredita ser e desiste de se transformar no que nasceu para ser.