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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 19/04/2015
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Olá, Bem vindo!
Bem vinda.
Eis Chic e Choc.

Particularidades ridículas estão substituindo o amor.
As balas virtuais combatem jogos em rede.
Mas as guerras presenciais continuam sem soldados.
Tudo parece tão diferente, todavia é o tempo de maior repetição.
O cara reage e leva um tiro.
Quem puxou o gatilho é sustentado pelo trabalhador.
O talento sucumbe ao vício.
Vestimos ideologias alheias e despimos nossas melhores essências.
Trocamos o que temos de melhor por máscaras.
Rasos sorrisos, alegria é ouro de tolo, emergente, sentimentos engarrafados.
Ideais fraudados por uma profundeza desprezada.
A fragilidade estampa sua condição:
O tempo acaba para quem faz dele uma despensa.


A foto “Liberdade no Xingu” de Alice Kohler é uma imagem vibrante para lembramos das nossas importantes mudanças culturais e de como temos que repensar os maravilhosos sentidos do nosso povo no dia do índio.

Refletindo
A vida é o resultado de uma construção.
O ano pode ser resumido no dia.
O tempo rege a hora.
Prioridades fazem adiar intenções.
As melhores companhias são aquelas que fazem você sentir-se extraordinário.
E escolher é privilégio de poucos.
Enquanto o destino cumpre sua programação...
O que você tem feito é a soma de suas percepções.
Quantas pessoas fazem você sentir-se incrível?


Outono é tempo de folhas que caem. Que assim seja, também, o cair de desesperanças. Agigantem-se sobre os sonhos os faróis de coragens múltiplas.

Enrolados
Ondas. De todos os jeitos elas são doces. E já inspiraram os poetas, as emoções estão nas voltas. A vida tem poucas retas. E, quando o assunto é cabelo, na atualidade então, de nada valem tantas máximas. A maioria gosta mesmo de uma retidão sem fim. E, para lisos perfeitos estão todos os tipos de escovas: definitivas, marroquinas, peroladas, e dá-lhe criatividade, para tanto batizado de um serviço, e, para impedir, principalmente as caboclas das Águas Claras (mas tem muito marmanjo nesse caminho, também), de deixarem as madeixas ao natural.


Ontem foi dia do livro. Que dia não é? Tempo de entender que o pensar, advento, ainda, desse incrível modo de se libertar, precisa de nutrição e repertórios.

Qual você tem sido?
Para começar, todos nós conhecemos pessoas que lembram, pelos seus modos, os personagens que estão nos filmes: lobo mau, gato de botas, pinóquio, burro, princesa. Essa evocação menos tem a ver com a estética e mais com os comportamentos, que vão se revelando, quase sempre, para quem está próximo. Na verdade, todos nós desenvolvemos, em algum momento, atitudes que ilustram as vivências desses personagens. Preocupa quando o que era para ser condimento vira ingrediente principal.


Thaís Syllos Cólus e o autor Luiz Humberto França momentos antes do sensacional lançamento do livro desse diferenciado jornalista que brilha sempre! A obra destaca o primoroso trabalho realizado pelos profissionais do interior que são guerreiros talentosos na produção de grandes notícias.

Que nem Biro Biro
Mas, como a moda precisa se reinventar, os caracóis, nos cabelos (porque nos terrenos, ninguém merece), estão em alta (será que agora vai?). A tentativa começou no ano passado e ganhou força, novamente, nas passarelas do mundo todo. Certo é, que alguns não vão aderir de jeito nenhum, mas existe, sempre, quem é chic e reconhece o charme e a sensualidade de lindas ondas. Só não dá para parecer com o Biro Biro, pelo amor... (rs)

 
Débora Vieira na foto com suas maravilhosas Marias e a belíssima mãe, Senhora Vera, celebra mais um aniversário,
agora de sua caçulinha, tão amada e bem vinda que traz no nome a grandeza de seu destino: Valentemente feliz!!!! Lindas! 


Jogatina
Na Zebulândia há talentos de tantas especialidades. Todavia, na arte do engodo alguns são verdadeiros mestres. Nessa semana, o tempo combinou com o estado de espírito de algumas lideranças. Ora chuva, ora sol. Reuniões regadas a boas bebidas (veneno de sobra nas taças) tiveram bastidores espetaculares.

Posseiros do poder
Na estratégia da guerra política que permeia todos os cantos, a maior patifaria se apresenta sob o aspecto da mais perfeita ingenuidade. Cheios de charadas interiores, alguns bifurcam caminhos na tentativa de aproveitar vazios para invadir. Aliás, apossar do que é, de direito, do outro, é prática comum dos nobres herdeiros do Arraial da Farinha Podre. Choc!
Foi tudo que faltava para minha típica viagem filosofal. Coxias sempre foram companheiras de grandes acontecimentos. Fisicamente, fora dos palcos, estiveram na decoração como comparsas dos momentos mais reveladores das histórias.
Emocionalmente, dentro de nós, são como guarda-chuvas, nos permitindo afugentar (sem assim parecer) dos atos extremos, ou daqueles que precisamos recuar. Melhor ainda dos que não participamos, mas assistimos.


A sensacional Ruth Goob é a brasileira mais badalada entre os fotógrafos expositores do projeto Brazilian Eyes 2015. Fotógrafa consagrada brilha ao lado do talentoso filho Cainã Gobbo.

Transitodiando
Alguém pode dar um limite em: motoqueiros que aceleram parados só para aumentar o estresse e a poluição? Parentes que levam o menino no carrinho e quando vão atravessar a rua, colocam o carrinho na via e ficam no passeio? Van escolar irregular e pais (Grossos. Pensa, com esse exemplo, o tipo de educação que deixam de herança) que param em mão dupla para pegar os filhotes na escola? Gente que dirige falando ao celular, devagar, e fica à esquerda? Aff! 

Seja como for, quem te ama fala a verdade. Inventa jeitinhos, manda mensagens. Faz com carinho, encontra caminhos. Quem te ama, tem tempo. Repete elogios. Diminui a saudade, descobre motivos, vive de vontade. Quem te ama respeita, defende, se perde em pensamentos que explicam tudo.
Te faz a prioridade. Quem te ama te eleva, constrói, permanece. Transforma palavras em declarações. Te busca, te move, cria rotinas de doces paixões...

Destilei perdões.
Esperei...

Refiz as porções de compreensão.
Esperei...
Renasci nas paciências renovadas.
Esperei...

Quando a gente sofre, sempre, deveria ter alguém nos amando tanto que fosse capaz de nos salvar das nossas próprias fraquezas e pequenezes.

Viva o domingo!

Vivaaaa!