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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 24/05/2015
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Olá!

Bem vindo.

Bem vinda.

Eis Chic & Choc

 

Inverno, quando você acabar...
Leve as tristezas e dores retorcidas.
E que a primavera seja nossa melhor escola.
Porque precisamos brotar.
Os sonhos merecem um tempo de colheita
Para depois, a paixão, arder de calor!

 

Nossa galeria de fotos nesse domingo são sugestões do que fazer antes que maio acabe.


Antes que maio acabe...

Beije mais!

Os ‘ecos’ dos políticos

Muitas histórias são recontadas na Zebulândia sobre políticos que desgostam do povo. Tem uma, que já virou até lenda, que é a do candidato que após as visitas no bairro ficava com tanto asco de ter abraçado os ‘pobres’ que tomava banho com álcool. A mais recente envolve um forte interessado em concorrer para outro cargo nas próximas eleições. Dizem que no carro, os ‘assessores’ levam uma bacia com água benta e sabão antisséptico. Cada vez que ele entra no veículo lava as mãos, a testa e a nuca. E tem mais: para secar as mãos apenas toalhas vermelhas... No caso atual a questão é evitar que qualquer ‘olho gordo’ atrase os caminhos para as urnas. Será que funciona?

 

Fingidores profissionais

Tenho profunda preguiça de gente falsa

Faz de bonzinho, mas é uma cobra!

Faz de moralista, mas é a periguete de plantão.

Faz de pessoa iluminada, mas vive de inveja, fofocando, fazendo papel de apagão!

Faz de vítima na reunião, mas é o chefe dos puxadores de tapete da nação!


Antes que maio acabe...

Se transforme!

Randevu de pernas para o ar

Líder classista, adepto da poligamia, se juntou a um conhecido apaixonado e quase morador de Jaguara para promoverem um evento que abalou a semana às margens do lago. Com direito a regalias gastronômicas, muito bem harmonizadas com caros e raros vinhos, os anfitriões curtiam as máximas da vida mundana quando a esposa de um deles decidiu aparecer. Parece que o escândalo foi maior devido a presença de conhecidos gogo boys que animam esse tipo de noitada. No meio do corre-corre teve gente com tempo para ligar para famoso articulador político de Uberaba pedindo intervenção e panos quentes na situação.

 

Acredite: você é único

Prospere!

Mude!

Faça algo para que isso aconteça.

A vida merece ter um significado especial.

Nem sempre quem você quer vai enxergar isso.

Defina seu real valor.

Antes que maio acabe...

Valorize as diferenças!

Negócios e matrimônio

Casamento multimilionário em fase final de organização promete ser o ‘evento’. O ‘amor’ que nasceu nos currais de badalado leilão tem tudo para dar certo, pelo menos, sob as bênçãos das famílias que fizeram grande empenho pela união. Por incrível que pareça, o enlace une duas fortunas e dizima uma briga que dura há várias gerações entre os dois clãs. Se acontecer mesmo, a festa será imperdível. Muito mais pela possibilidade de barraco do que pela ostentação.

 

Sábia reflexão

Quem decide se amar deve se preparar para um insulto em uma sociedade que evoca o egoísmo puro disfarçado de amor próprio.

Uns gostam de bichos. Outros de gente.

Tem aqueles que amam o dinheiro. Outros o idealismo.

Muitos são loucos pelo trabalho. Tem os doidos pela liberdade!

 Mas do jeito que é santuário, o coração nasceu mesmo para ser lar de um grande amor.

E felizes aqueles que compreendem a força da transformação porque não há prêmio maior do que uma vida feita de verdadeiras intenções.

E o resto? A própria palavra já diz: resto.

Antes que maio acabe...

Veja Uberaba sob novos ângulos!

Menos mascaras

Chiques da Zebulândia embarcando para ‘spas’ em busca de descamar a cútis. A nova onda de peelings é usar ácidos vulcânicos para remover manchas! Negócio bom, mesmo, seria um tratamento para ampliar os índices de vergonha na cara de alguns que circulam pela terrinha!

 

Tem trocado?

Sim. A gente tem.

Tem vivido de dar e receber muitas esmolas.

Estamos trocando tesouros por ilusões.

Cuidamos primeiro das coisas urgentes e deixamos as importantes para depois.

E assim, temos trocado: o essencial pela necessidade.

Esquecemos que só temos o hoje.

O amanhã talvez.

Antes que maio acabe...

Lembre-se que nos momentos de grande dor existe esperança.

Poder de barganha

A semana, também, teve seus altos e baixos ao revelar alguns bafões que animaram os grupos nos momentos de definição sobre os últimos acontecimentos políticos. Como a vitrine é pensada, enfeitada e cheia de luz, ninguém acredita que no “depósito” o estoque ficará, para sempre, lotado de segredos que jamais serão revelados. Palmas para os articulistas que de suas salas comandaram os resultados sem um holofote para iluminar as ideias.

 

Já é!

No tempo do relativismo, o argumento de que depende tem sido a ruína de uma civilização que se contenta em ter muito e ser bem pouco. E assim, sem reconhecer os próprios erros, sem assumir responsabilidades, sem evolução caminham muitos, deixando muitos rastros de dor. Nessa Era de busca pelo prazer instantâneo estamos perdendo tudo.

Antes que maio acabe...

Aceite que às vezes ficamos sem nada para depois renascer!

Um viva aos que tem coragem: são contrários aos patifes.

Dizem que somos como os jogos: mudamos de fases, mas a história retumba, permanentemente, em nosso peito. Isso fica explícito quando, pelo menos, tentamos fazer o dever de casa, reivindicando nossos direitos. Qualquer manifestação antes de ser tornar válida passa a ser boicotada, ameaçada, entra na berlinda dos constrangimentos, das associações inescrupulosas. É, basta buscar o caminho da reivindicação para encontrar centenas de padronizados encenando a hipocrisia.


Antes que maio acabe...

Tenha mais gratidão, generosidade e  consideração.

Prolixa, mas verdadeira

Precisamos muito de amar pessoas que querem ser intensas, profundas. Pessoas decididas a experimentar uma gravidade onde o tempo não é vago. Gente assim, até pode ser danosa, mas são fortalezas sensíveis. E esse castelo é bom lugar para morar.  É sempre bom encontrar pessoas capazes de aliviar seus dias. Elas darão um tom vago, subtil, ágil. Entretanto, aqueles que querem uma história densa precisarão compreender: os sonhos são lotados de ornamentos, e isso, impossivelmente, será leve. Penso, às vezes, mesmo, como despir um tardo, um serôdio companheiro? Entretanto revejo sobreviventes, gênios e loucos, pesados, pesadíssimos, que tiveram a doçura dissecada de seus direitos naturais e percebo que aqueles que se reconstruíram densos de humores, se salvaram de um mundo raso”.

Um abraço mineiro, Fabiana Silbor.