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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 14/06/2015
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Bem vindo!

Bem vinda.

Hoje é meu aniversário.

Agradeço a todos os leitores, à brilhante equipe do Jornal de Uberaba, aos elogios, às críticas, enfim, às presenças que me nutrem. Vocês são importantes e especiais. Obrigada pelos presentes que me oferecem com suas participações e interesses pelas minhas considerações.

Que seja um tempo de felicidades a todos nós!

 

Linhas aéreas

O cabo de guerra apresentado pelas organizações para manter as estratégias logísticas, garantindo supremacia no mercado por meio das parcerias, e mantendo o volume de passageiros ao custo de muitas horas de espera, continua. Essa saga é permanente para avolumar um dos segmentos de maior crescimento.

Feliz domingo para as pessoas de bem que buscam ser felizes. Mais sucesso e melhores realizações a todos aqueles que acreditam no amor e em dias melhores, para sempre! Seja pelo aniversário, pela alegria, pela amizade, pelo crescimento, qual for o sentimento, as pessoas são, mesmo, insubstituíveis! Uma viva ao Ser Humano e suas capacidades de evoluir.


José Renato e Adriana com as lindas filhas
 

Expansão motivada pela Petrobrás

Sem o maior incentivador na rodada para garantir a concretização dos acordos protocolados, a expansão industrial de Uberaba aguarda de molho, nas mazelas do escândalo de corrupção, que assolou uma série de promessas. Diante do cenário, inquestionável, de desmandos e efetiva queda no ritmo produtivo, a premeditada emigração de mão de obra motivada por parceiros, ainda, sem destino é um acontecimento sem registro e sem controle.

 

Política comercial cautelosa

As Associações Classistas estão em fase de renovar os panos quentes para evitar agravantes debates entre representantes que na teoria defenderiam os mesmos segmentos, mas na prática fazem mais pelos próprios interesses do grupo. O cenário de inadimplência é desafiante e os líderes vão precisar de um arrojado discurso. Todavia, as palavras serão insuficientes se o exemplo estiver incoerente com as falas.


Lígia e Alexandre

Cadeias produtivas globais

Principalmente no Agronegócio, as reuniões viraram rotina na Zebulândia. Trata-se de um olhar visionário, como sempre foi, para compreender os rumos desse impreciso jogo político. O acordo feito com a China abre portas, mas declara posicionamentos explícitos em relação às negociatas com os Estados Unidos. Mas, a constante aproximação de Ministros com o Fundo Monetário Internacional deixa dúvidas sobre uma série de verdades ocultas sob uma cortina de fumaça. A exportação de carne e a valorização do leite, bem como as questões pertinentes à produção genética e a de grãos estão em alta nesses debates, já que em Uberaba vivem ou desembarcam os “donos” de grande parte das estratégias dessa nova percepção.

 

A nova política econômica alinhavada depois das eleições

Essa costura sempre foi baseada em loteamentos de poder, mas dessa vez é mais crônico o processo em todas as esferas: municipais, estaduais e federal. Enquanto a reforma política é esquecida, em profundo sono, no berço esplêndido, as conjunturas partidárias têm provocado confrontos plurais. Aqui na terrinha coisa mais fácil de encontrar é gente do mesmo partido em pé de guerra. Se a briga está em alta categoria “dentro de casa”, imagine do lado de fora. O mais angustiante desse cenário é que a coletividade continua a perder no placar entre os interesses do povo e dos grupos que pretendem manter-se como dominantes.


Luciano e Francine com o lindo príncipe

Bem estar animal não é sinônimo de caridade

Que preguiça dessa miopia que assolou Uberaba em vários segmentos. Sobretudo, a questão dos bichos abandonados, que permanece fora de controle. Passou da hora de uma legislação competente e viável para determinar que o cidadão seja responsável pela posse e cuidados a partir do momento que decide ter um animal de estimação. Outra questão é a urgência de um debate sério sobre os abrigos, a adoção e o papel das inúmeras empresas, clínicas, instituições que lucram com a venda de filhotes, serviços e produtos para o segmento Pet. É inaceitável essa condição ‘esmoleira’ de oferecer migalhas. No caso mais atual que envolve a Administração do Terminal Rodoviário e os taxistas do local, passando pelos animais que vagam pelas ruas, até o indivíduo que não vacina, não cuida e contribui para um cenário de absurdos dessa nova humanidade, perdemos, de novo, a oportunidade de sermos referência em assuntos de interesse global, trazendo um modelo ético, justo e verdadeiro a partir das nossas políticas públicas.

 

Gestão da crise hídrica

Um livro escrito por um Sanitarista há séculos sobre a questão do crescimento urbano e o uso racional da água em Uberaba empoeira em prateleiras esquecidas e o assunto segue o mesmo destino. Parece nas mãos do ser divino a decisão se haverá ou não falta de água. Não se agigantam vozes e estatísticas que apresentem uma pesquisa detalhada e profunda sobre as ações necessárias, a curto e longo prazo, pensando a questão para os próximos anos, pelos menos para as cinco décadas que virão. Aliás, esses dias vi um político ter a coragem de debochar de empresa que pensou o negócio para o próximo século. Se bem que quando as lideranças da corporação foram na Câmara, a mesma criatura estava lá para abraçar e manter em alta a falsidade. Que pena desperdiçarmos água e outro recurso, também, raro: a inteligência.


Sheron e Luciano

Escrevendo fora da norma

Credoooo! Senhores políticos tenham mais critério na hora de contratar assessores que escrevem pelos senhores e senhoras em redes sociais como se os próprios fossem. Andam assassinando a passos largos o idioma e as regras gramaticais. Esses dias página do facebook trazia aclamação de acontecimento. O texto pretendia demonstrar a conectividade de desgastado dublê de político. Ao colocar em evidência a expectativa, a criatura redige ansiedade com ‘c’, a qual nem atrevo a repetir. Ao navegar pela página da pessoa, gente do céu, lembro das minhas mestras tão precisas e tenho vergonha alheia. Escrever errado, vez ou outra, digitar e ser traído pelo corretor, de vez em quando, infelizmente, se tornou cotidiano, mas manter uma rede social com dezenas de erros ortográficos é muita coragem.

 

Pobreza de repertório cultural

Pensando nos poucos baluartes da cultura que conseguiram manter seus idealismos vivos em Uberaba imagino a dificuldade de construir fora das ‘panelas’ consagradas um debate baseado numa argumentação vivaz e democrática. Imagino o sofrimento pelo qual tem passado alguns incansáveis que permanecem lutando pela identificação cultural no interior. E, por favor, vamos desconfundir entretenimento e lazer, que, também, são importantes, de iniciativas completas que tragam novas chamas às artes cênicas, literatura, dança, entre outras.


Diego e Luis Fernando

Ausência de pensamento crítico

Triste é uma região onde por submissão cedem ao empobrecer do debate que enobrece. A motivação da queda das oposições férteis tem garantido certas supremacias que traduzidas sob a égide da evolução humana revelam-se como os novos holocaustos. O desinteresse comunitário de conhecimento, planejamento, organização e controle contribui para o avançar dessa condição de uma censura velada, mas competente e determinada pelo capitalismo assumido. Não há ingenuidade nesse texto em imaginar que seria diferente diante de um costume bárbaro respeitado desde os tempos nos quais os coronéis determinavam os caminhos do Triângulo. Todavia, na era atual, reside a perda de uma excelente oportunidade de construção coletiva que poderia ser compreendida como uma maneira eficaz e politicamente saudável de corresponder aos anseios originais da população.

 

Sexo e amor no smartphone

No mundo dos aplicativos, floriculturas e lojas de presentes tiveram que se reinventar para manterem, pelo menos, as margens de venda, em média, motivada pelo romance verdadeiro e comercial do dia dos namorados. Apesar de ser totalmente a favor dessa celebração, a data, também, revela o quanto as pessoas decidem pelo acomadar em situações hipócritas por brindes e demonstrações públicas de afeto em busca de uma aceitação social. Por exemplo: sabidamente de político colecionador de amantes, que vive de assediar qualquer criatura que passe pelo caminho dele, postando fotos de comemoração com a coitada da esposa. A nem... Cada uma faz o que quer, mas é muito cinismo, né?


Danielle e Aennder

Decisão sobre cotas raciais

Agora é fato: pelo menos 20% das vagas no Judiciário serão reservadas para candidatos negros. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou no dia em que a Lei de Cotas, que institui cota de 20% das vagas em concursos públicos da administração federal para candidatos negros ou pardos, completava um ano.

 

Vírus chikungunya: mais uma ameaça

Não bastasse a dengue, agora o tal do 'Aedes Aegypti', também, transmite o novo vírus de nome estranho. A nova doença se espalha pelas Américas e já teve casos de transmissão registrados no Brasil. Continua a considerar o absurdo de um país que reivindica ser respeitado internacionalmente como potência ficar submisso à doenças que podem ser evitadas com procedimentos acessíveis a todos os cidadãos. Nesse caso, especificamente, o primeiro passo chamado higiene e responsabilidade parece incompreensível, até hoje, pelos brasileiros. Conversando com um empenhado agente de controle de zoonoses, ele me disse que é inacreditável o que se vê nos quintais das pessoas. Se o indivíduo não limpa a própria casa, vai ter condições de contribuir para contribuir com a limpeza da nação?

 

 Uso de telerrobôs em sala de aula

Apesar da novidade ter sido recebida com entusiasmo ela é, também, uma resposta para o esvaziamento dos valores no Ser Humano. Essa tendência reforça nossa incapacidade crescente de convivência e tolerância. A solução é atual, mas garante a supremacia da máquina sobre o homem. Enquanto tantos filmes de ficção retratam essa odisseia inevitável, seguimos determinados no desprezo pelo Ser Humano e o apreço pelo equipamento que nos permite sermos o que quisermos, inclusive, o pior que a espécie pode se tornar.

Viva a o domingo! Viva, mesmo.