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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 24/01/2016
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Bem vindo!

Bem vinda!

 

Que das tristezas dessa vida, às vezes parca, renasça um esplendor medieval.
Um tempo de glórias e paixões sentidas no âmago essencial.
Desfaça das alianças que enfeitam os medos para fundir elos com rastros de amanhecer.
Aquele bônus que não deixa dúvida que há de renascer.

 

Seja como o trovão.

Que anuncia a tempestade!

Estado de bonança em construção.

Que antes precisa desabar em torrencial de emoção.

 

Assim é a voz danosa (re) capturando ideiais fadados à extinsão.

O timbre profanador afinado.

Encorpado entre o abuso e o sagrado.

Do tipo de certezas líquidas que se encharcam na voracidão.

E desses fortaleceres de alicerces 'solidão' se faz quem vive de acelerar a emoção.

Se o tempo calado, apressado, nem sempre contemplado. 

De todas as afetadas dores e revezes...

Talvez se tivesse mesmo sabedoria não se encataria pela loucura que esconde certas canções.

Composição velada, escancarada que rima veloz com tanta condição.

Daqueles tempos raros de bem querer.

E isso, meu amigo, é um perigo.

Desses riscos, desnutridos e inquietantes nascem traduções de perfeição.

A melodia quando dá de enveredar por silêncios falantes, revezando bemois de segundo plano...

É devastadora para a sofreguidão.

São como hinos erguidos ao sol poente.

Desejando que a noite estrelante, nunca mais...

Se acabe, então!

De tom em tom vive-se melhor sabendo que a profundidade é seleto ato reservado ao palco do coração.

É chegada a hora de atravessar...

Mesmo que isso pareça um só desaventurar da harmonia.!

Seja roseral. Mas seja em flor!

 

 

Experimentar!

Sover a alegria em doses suspirantes.

Acontecer em caminhos delirantes.

Descobrir, seguir, sonhar.

 

Sintomas.

São motivos.

Realejos, coloridos!

Carinhos feitos de boa intenção.

 

Verdes.

Colorir em um tom.

Claro, intenso!

A clarividência do reconhecimento.

 

Alegria.

Restitui, regenera, considera.

Compõe um sonhar de destemor.

 

Sinais!

O que traduzem? 

Do que são feitos?

E como é impossível deter os seus efeitos.

 

Encontro.

O espelho nem sempre revela.

Às vezes somente altera.

O ritmo da percepção é lento.

Precisa-se de muito tempo para percorrer o caminho da evolução.

 

Pregador!

Que prende, que solta, que recebe, que sustenta, nem sempre.

Um varal para postar a vida, repleto de ideias sentidas, feitas de sonhos e consideração.

 

Pegada.

Que bonito o sentir da emoção.

Cada criação feita sob requinte para traduzir a imensidao.

De um infinito corajo, reunido, talentoso.

 

Par!

Escolha, decisão.

Ser avulso, também, se enturma na multidão.

Mas o encontro, permanece!