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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 08/05/2016
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Chic&Choc por Fabiana Silbor

Bem vindo!
Bem vinda!
Mãe.
Quem teria o dom de escrever o que, ainda, não foi dito?
Quem ousaria definir o que, ainda, está oculto?
Que palavra pode ter tônus para aplicar nessa conceituação.

Há tanto amor nessa escolha que qualquer tentativa de ode à maternidade fica comum.

Porque do extraordinário dom de viver se extrai o mais absoluto ato de oferecer a vida.

E a poucos são destinados esse caminho.

Porque mãe é quem gera, quem escolhe, quem acolhe, quem decide ser.

Às vezes ela é uma mulher, às vezes esse papel é de um homem.

Pois a maternidade é um dom dado aos que assumem a responsabilidade de renascer.

As datas servem para nunca nos fazer esquecer, do quanto temos que agradecer, e repetir sem deixar de crescer, a dádiva recebida do nascer.

 

Mães!

Chic e Choc faz uma homenagem nesse domingo a todas que escolheram a maravilha de garantir que a vida seja!

Olha Elasssssssssssss!


Linda Madaleninha


Belas Irene Bizinoto e Carolina Rodrigues da Cunha Bizinoto

Mesmo diante da triste constatação de que há tanta crueldade...

É impressionante como os bons e generosos continuam resistindo.

Gente que é bênção.

São pessoas que transformam a rotina em felicidade.

Que criam um mundo melhor.

Gente que se veste de sorriso para vencer todas as desigualdades.

Do grandioso tipo que ajuda a levantar.

Se manifesta, sacode, faz questão de ficar.

Que tem responsabilidade, tem respeito, tem berço, tem essência, tem valor.

Nos tempos de dor reconhecemos os de sentimentos verdadeiros.

E, também, as fraudes. Ninguém se cura machucando o outro.

Porque o que te define é: como você se levanta depois da queda.

Aprendemos que amor em nada é o que se escreve ou se fala.

Amor é um ato, uma presença, um querer que se revela na plena capacidade de se despir das próprias inseguranças e egoísmos para apoiar o outro, quando ele mais precisa, independente das próprias necessidades.

A questão não é que se tem para dizer, mas a maneira como se escolhe fazer isso.

Sou uma guerreira destemida.

Agiganto minha luta, que sempre foi plena, contra os que destroem sonhos, esperanças e crenças.

Aumento minha força para proteger os vocacionados que zelam pela vida e retribuem com lealdade aos que lhes oferecem ajuda.

Em cada canto meu verbo se fortalecerá.

Eu agradeço pelos anjos revelados e pelos livramentos consagrados.

Aplausos aos que escolhem nos salvar!

Ninguém perde por se doar, perde por não saber retribuir.

Gratidão e amor sempre. O que fazemos nos espera logo adiante.

 

Seja lá o que for...

Existe em você um tempo que, ainda, acontecerá.

Quem constrói o futuro padece das cegueiras dos nutridos de passado e...

Das rasitudes dos viciados em agora.

E persistir sem se contaminar é ônus e bônus da evolução!Seja lá o que for...


As especiais Leilane e Lavígnia

A fantástica Maria Dagmar

O que lhe desarmoniza vem para misturar suas células com sentimentos.

Rebeldia boa dos guerreiros determinados.

Condição para ser pulsante na era dos anestesiados...

E o sonho tem sacolejos impróprios para se reforçar o que se merece ter.

 

Seja lá o que for...

Há importância em outras cores, outras pessoas, outras paixões, outros pudores.

A vivacidade renasce do olhar esticado.

Elástico treinado para ir e saber como voltar, para não machucar.

E você? Ah! Você é flor em botão nesse jardim em inverno...

Você é o prenúncio da primavera.

Porque o mais difícil foi deixar de ser semente e brotar...

Então, agora, seja lá o que for...

O que se levará é só o que se tem amor.

O resto? A própria palavra já define: resto!


Os queridos Eduardo e Dona Laura

Muito afeto entre César e a bela Neusa Maria

Aos que se dedicam a partir corações.

Vocês vão causar muita dor, provavelmente a maior do mundo.

Afinal, são especialistas em trair, abandonar, desprezar, abusar, mentir, fazer da vulgaridade suas rotinas prediletas. Sádicos mestres em agredir, fazer sofrer, despedaçar a ingenuidade, ridicularizar a pureza.

Usam o egoísmo como arma fatal. Com suas carências crônicas matam sonhos, debocham dos planos, provocam grandes desilusões. Vocês trarão desespero e desesperança e farão o sentimento parecer um engano, um peso, uma maldição. 

Mas acreditem: vocês não vencerão! 

Porque tratamos dos abandonos com abraços e colos abençoados.

Curamos os desprezos com palavras doces e sensíveis.

Fazemos poemas para defender o romantismo.


As diferenciadas Michelle e Yaya, super Dona Benedita

As bonitas Miriam e Neusa
 

Abençoada e de quem sempre temos imensa saudade a linda Vera Lucia de Oliveira Azevedo

 

Oferecemos carinhos sinceros para provocar o esquecimento da crueldade.

Respondemos mentiras com verdades.

Combatemos traições com fidelidades.

Levantamos bandeiras de compaixão contra o egoísmo.

E vivemos, cada vez mais, como companheiros leais.

Pensamos no outro e sabemos o valor que tem a gratidão!

Compartilhamos bons valores, celebramos a fé e a alegria honesta.

Nossa paz é feita de transformação, de evolução.

Somos guerreiros incansáveis contra nossas próprias podridões.

Porque sabemos que ceder por causa de nossas fraquezas criam monstros que destroem considerações. E pedimos e agimos para não cair em tentações.

Um amor não cura o outro.

Quando é amor, não há o que curar.

Porque um amor não trai, não mente, não machuca, não maltrata, não ofende.

Esse argumento é para o que nasceram com capacidade, apenas, para rasas intervenções, em busca de serviçais da emoção.

E quem vive se fazendo de vítima, de sedução em sedução, tem só um destino: a eterna solidão.

E nesse existir morno, sem encontro, apenas numa vulgar distração, viverão sob o desinteresse de estranhos. Perderão tudo que, realmente, importa e repetirão argumentos falsos como se fossem mantras de iluminação.

Podemos enganar quem nos vê pela metade, mas Deus nos vê em toda a dimensão.

Não há como fugir de si mesmo!

Demore o tempo que demorar, corações partidos se regeneram.

Todas as lágrimas derramadas farão brotar novas coragens.

Todo o silêncio e abandono servirão como rotas para sobreviver.

Todo perdão renovado confirmará um esquecimento abençoado.

Tanta destruição abrirá um novo tempo para a verdadeira construção.

As cicatrizes, também, ensinam: merecem ficar os que assumem, que fazem escolhas das quais nos orgulhamos, que valorizam, que se entregam, que se interessam em construir, que se preocupam em estender a mão, o sorriso, a vida.  Que cuidam mais e reivindicam menos para sua própria intenção.

Vencerão os que têm decência na alma e no coração e não trocam a eternidade por uma pequena condição.

Beijos. Fabiana Silbor.