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Chic&Choc

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Fabiana Silbor 04/08/2013
Fabiana Silbor
fabianasilbor@gmail.com
Bem vindo! Bem vinda!

Eis Chic e Choc ensejando um domingo nobre para você!
Vamos evitar o isolamento. Dê Choc! Seja Chic! Pense que um bom descarte é parar de sentir-se desconfortável com a vida. Pare de ser um agradador de plantão. Restaure sua identidade perdida em processos buscando aprovações inúteis. Nem sempre as críticas pessoais são um perigo. Às vezes elas podem ser norteadoras de um tempo de mudanças promissoras.
Todos nós já fomos “abandonados” em algum momento da vida. Mas, também, abandonamos. Por isso a humildade é companheira nobre. Assuma seus cuidados próprios e decida pelo outro sem tanto rigor insano. 
Deixe de viver a vida do ponto de vista de vítima e exercite amar a si, para amar o outro da mesma forma (damos o que temos).
Bem vindo a um caminho para combater a culpa. Mais ação menos reação nesse dia que celebra a semana!

Barata no prato e enriquecimento ilegal embolsando a gorjeta
Uberaba vive uma seara de novas casas para lazer, entretenimento e gastronomia. A exemplo de outros lugares, a ideia de bares despojados, com mesas nas ruas, cede espaço para lugares requintados e modernos. O cardápio e o atendimento passaram a ser tônus dessa nova concepção. Algumas inspirações vêm dos cenários mais famosos da culinária nacional e pelo jeito, o uberabense começa a compreender e apreciar essa junção de bem viver que passa a ser oásis na urbanidade. O que se espera, também, nesse novo momento de expansão, é uma presença competente de órgãos de fiscalização para evitar abusos e descasos com o consumidor e até com colaboradores, como é o caso, por exemplo, de restaurante que no passado serviu prato que tinha barata e outro que cobrava 10% dos clientes, mas não repassava aos garçons.

Motoristas, pedestres e obras – a “via-crúcis” no trânsito da Zebulândia
A somatória de desencontros, motivada por diversas razões, continua a provocar caos no trânsito de Uberaba. Claras as necessidades de crescimento, adaptação, construção de empresas localizadas em áreas de grande fluxo de pedestres e motoristas. Mas até que ponto essas obras podem provocar mudanças que oferecem riscos e trazem prejuízos a outros estabelecimentos? O fechamento de determinados pontos, com a utilização de placas proibindo estacionar favorecem uns e detonam outros. Claro que essa dialética é um desafio, por isso administração foi feita para quem tem formação. É lei. Existem diretrizes de mobilidade urbana. É uma política positiva o desenvolvimento integrativo, a melhoria da acessibilidade. 


A arte da fotografa Francis Prado é um requinte. Nessa edição o espetáculo retratado por ela é Estephane Mendes. A modelo em ascensão na carreira é um novo ícone de elegância e beleza. Interessante e delicioso absorver essa nova identidade de fotografias feitas por Francis Prado de pessoas inteligentes e bem sucedidas. Um ângulo tão contemporâneo em um mercado que precisa de novas faces. 


Graciosa nas atitudes, divertida e bela, Letícia Borges passou a semana em festa. Um feliz aniversário e tempos de muitas realizações para a beldade.


A talentosa Juliana Gomes está em altos projetos. A cantora que já conquistou o Brasil continua a carreira com brilhantismo levando o nome de Uberaba para vários recantos do país. Com exclusividade para Chic e Choc o trabalho personalizado da fotógrafa Érica Cruz, especial e promissora, que está produzindo uma direção geral de fotografia e fotografando a artista. Lindo, né? Cenário, identidade, sofisticação: composição harmoniosa dessa dupla.


O respeitado casal de Médicos, Doutor Rolf Carvalho Lara e Doutora Beatriz Hallal Jorge Lara compartilham a construção de uma belíssima família e de uma história de sucesso na área de saúde. Os especialistas sempre éticos e diferenciados atuam com primor em segmentos de amplo desenvolvimento da medicina e são ícones na humanização. Parabéns!


Doutora Fabiana Faquim é um dos nomes fortes do Direito em Uberaba. Cercada de amigos e familiares celebrou o início de um tempo de felicidades ao comemorar mais um aniversário. A festa exclusiva para poucos e bons teve presenças marcantes. A Professora participa de projetos importantes que colocam o município em evidência no estado. Feliz aniversário!

Quem é a deficiente nessa história?
O crônico mau atendimento no varejo em Uberaba ganha mais um capítulo. Dessa vez senhora portadora de necessidades especiais passou constrangimento para experimentar roupa durante o exercício do direito de comprar. Sim! Porque é um direito, só para reforçar para os que começaram a ler a nota e que logo possam ter pensado: “mas como a pessoa quer ver se a roupa serve no estabelecimento?”. A discussão é quase filosófica e está de mãos dadas com a ética. É a tal ‘coisificação’ das pessoas. A perda incessante da humanidade mínima nas relações que atrelam o limite entre a racionalização da venda, a empatia com o cliente e as necessidades diversificadas de cada indivíduo. Isso vai mudar? Daqui a muito tempo quando os pontos físicos perceberem que estão, cada dia, mais distantes dos desejos e necessidades dos consumidores e crescer a concorrência nas vendas, mais tangíveis, pela internet. É uma vergonha!

Você vai “dar” uma fujidinha ou uma fugidinha (pior é se tivessem trocado o “j” ou o “g” por “d”)?
Ainda vai dar o que falar campanha feita por empresa de Uberaba com palavra escrita errada estampada em placas pela cidade. Com ideias criativas e diferentes esse estabelecimento vem a tempos divertindo e chamando a atenção no meio. O estabelecimento usa trocadilho de música famosa para promover o serviço, e diante do erro, automaticamente, internautas começaram a fotografar e disponibilizar as fotos na rede. Toda essa “crítica” promoveu, ainda mais a marca, que provavelmente usará o fato para uma nova piada. Fato é que escrever errado não se justifica em momento nenhum. Estamos numa oferta absurda de “assassinatos” da língua. Mas diminuamos a hipocrisia! Atire a primeira pedra quem nunca? Eu sou uma sinistra revisora no Jornalismo, e ainda, sendo Professora sou mais responsável em acertar plenamente. Mas o “buraco é mais embaixo”. Todos nós, com raras exceções, estamos nessa berlinda.E não podemos fugir é da pergunta: Que tipo de letrados, diante dessa globalização licitante, somos? É notória a força da tecnologia para a promoção do indivíduo, mas tem determinadas atitudes que são alicerces: ler e escrever, manuscritamente, sem o revisor para lhe emburrecer, são necessidades e obrigações mínimas de todos.

Desembarque de interesses
A vinda de executivos estrangeiros para a Zebulândia está mais frequente.  Olheiros dispostos a investir ou, apenas, especular. A verdade importa pouco em terra de catireiro. Grupos há anos no comando pretendem estreitar relações para continuar a lucrar com o dinheiro que chega como espelho. Historinha conhecida e publicada em livro para decorar no primário. A lição, mesmo, poucos aprenderam e pelo jeito quem dominou está pouco interessado em evitar essa nova forma de “colonização”.

Governo x Iniciativa Privada
A política paternalista que reina no país deságua em Uberaba e deixa escolas particulares secundaristas diante de uma nova concorrência: a oferta de oportunidades para alunos provenientes de escolas públicas. Com tantos investimentos nos jovens para edificar um ranking que eleve os índices educacionais do país diante do mundo, muitas famílias decidiram levar os filhos para estabelecimentos mantidos pelo povo.  

As pessoas confiam mais nos bombeiros que na igreja ou nos políticos
Novos tempos mesmo. O Papa na cada da Revista de fofocas mais famosa do país. Mas quem ganhou de vez no Brasil foram os bombeiros. Uma pesquisa, que durou cinco anos, divulgada pelo Ibope, revelou o que muita gente já sabia: De 18 instituições, entre elas a Igreja, o Congresso, o Corpo de Bombeiros venceu a ser a Instituição com maior índice de confiança social. Credibilidade em alta de um serviço que, realmente, oferta diferenciais que poderiam ser imitados.

Menos hipocrisia, mais atitude, por favor
Eu gosto de bicho. E sou daquelas que assumem esse gostar. Cuido com dedicação. E penso que, as duas espécies (animais racionais e irracionais) têm suas características próprias e uma não substitui a outra. Mas em um discurso honesto e transparente: Se o seu cachorro falasse, realmente, concordaria com tudo que você faz ou deixa de fazer por ele, com ele? Se o seu gato tivesse oportunidade de discutir a relação com você, seria assim, tão incondicional esse relacionamento? Se o seu passarinho pudesse ele concordaria em ficar nessa gaiola dia e noite? Eles, sim, sabem lidar conosco. E nós estamos bem longe dessa evolução. Fazer apologia é fácil. Queria, mesmo, era ver quem defende tão ferrenhamente os animais fazer como eles: Amar incondicionalmente. Apesar do convívio tão aproximado, poucos são os donos que aprendem com seus bichos a lição que eles sabem de cor: como gostar de gente e perdoar!

Domingo doce a você!
Bjxxx Silbor.