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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 11/08/2017
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Opinião

“Temos que cortar despesas e não aumentar receitas”
Eunício Oliveira, presidente do Senado, apontando a solução para o déficit público
 
Pressão pelo imposto sindical é caso de polícia

O Planalto deveria chamar a polícia, ao receber pressão dos pelegos para restabelecer a contribuição (ou “imposto”) sindical obrigatória. Eles ganham a vida criando entidades sindicais para participar da divisão dos R$4 bilhões obtidos por meio de desconto compulsório de 4,5% do salário do trabalhador, uma vez por ano. A reforma trabalhista extinguiu essa forma de bater a carteira do assalariado com autorização legal.

Picaretagem S/A
A pelegada transformou o Brasil num país onde criar sindicato virou melhor negócio do que abrir uma empresa e gerar empregos e renda.

Paraíso da esperteza
O Brasil é o país que mais tem sindicatos: 15.007. África do Sul (com 191) e Estados Unidos (190) têm 1,2% dos sindicatos do Brasil.

Mina de dinheiro
No governo Dilma, duas operações da Polícia Federal no Ministério do Trabalho investigaram a venda de “cartas” (alvarás) sindicais.

Sindicato de parasitas
Lutam contra a contribuição voluntária, prevista na reforma trabalhista, entidades que não representam trabalhadores, só querem o dinheiro.

Rombo na Petrobras equivale a 34% do seu valor 
Ainda lutando para se recuperar da roubalheira durante os governos do PT, a Petrobras contabilizou prejuízos líquidos de R$71,2 bilhões, acumulados desde 2014. O valor equivale a 34% do atual valor de mercado da estatal, estimado em R$209 bilhões, de acordo com o relatório anual endereçado aos investidores. O ano de 2015, último do governo Dilma, responde por quase metade do rombo: R$34,8 bilhões.

Já foi pior
Ao fim do desastroso ano de 2015 na Petrobras, o prejuízo acumulado era de R$49,6 bilhões ou 49% do seu valor de mercado, à época.

Enxugando iceberg
Apesar do reduzir em 10 mil o número de funcionários, a Petrobras tem mais empregados e um terço da produção da BP, Exxon e Shell.

Folha na contramão
Se reduziu o número de funcionários, a Petrobras não diminuiu seus gastos com pessoal, que saltaram em R$4,7 bilhões.

Mico no Rio 
Michel Temer deveria ter sido avisado de que o tal Enaex, evento de comércio exterior no Rio, é patrocinado pela “fina flor” da corrupção no Brasil: as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão.

País em frangalhos
Para o chanceler Aloysio Nunes, seria uma crueldade impor sanções à Venezuela, onde há fome, desemprego e desabastecimento recordes. A inflação da ditadura Maduro, em 2017, deve passar dos 1.000%.