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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 14/03/2014
Claúdio Humberto
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“Na Copa do superfaturamento, o Brasil já é campeão”

Senador Alvaro Dias (PSDB-PR), criticando o alto custo dos investimentos para Copa

 

Amigos do governo controlam as termelétricas

A compra de mais de R$ 1 bilhão por mês de energia de termelétricas, movidas a combustível poluente importado, faz a festa das empresas proprietárias e coincide com o boicote da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do governo à energia limpa, inclusive hidrelétrica. Dois dos grandes donos de termelétricas são um grupo ligado à família Sarney e Eike Batista, cuja falência os amigos do PT tentam evitar.

 

Lesa-pátria

Se a Aneel tivesse autorizado novas Pequenas Centrais Hidrelétricas, o País não correria hoje o risco de apagão, inclusive durante a Copa.

 

Gavetas suspeitas

A Aneel mantém na gaveta, alguns há 8 anos, 640 projetos para novas Pequenas Centrais Hidrelétricas. E nem se dá ao trabalho de explicar.

 

O rei sou eu

Odenir dos Reis, da área de Gestão e Estudos da Aneel, mandou dizer que “só se pronunciará quando decidir” sobre projetos na sua gaveta.

 

A conta é nossa

O governo e a Aneel drenaram R$ 32 bilhões para as termelétricas amigas, desde 2012. Mas tudo é repassado às contas de luz.

 

Dilma esnoba palácio e ‘torra’ em hotéis no Chile

A recente viagem a Santiago (Chile) reforçou o apego de Dilma por hotéis de luxo, trocando o cinco estrelas Ritz pelo Sheraton Miramar, em Viña del Mar, e esnobando o magnifíco Palacio Errázuriz, residência oficial do embaixador brasileiro. Construído no século XIX, tem 12 salões e dez quartos, além de um sugestivo jardim conhecido como “Alameda das Delícias”, na Av. Libertador Bernardo O´Higgins.

 

Dando um baile

O prédio neoclássico de dois andares, mantido pelo Brasil, tem até salão de baile, mas Dilma e aspones preferiram hotéis de luxo.

 

Rainha sem palácio

Em 2013, ao visitar Roma, Dilma preferiu hotel de luxo a se hospedar de graça no magnífico Palazzo Doria Pamphilj, a embaixada do Brasil.

 

Massa de manobra

Vai pegar fogo a reunião do PMDB na Câmara, dia 18: “Ninguém quer ser usado para beneficiar uns poucos da cúpula”, diz Danilo Forte (CE).

 

Chesf é do PP

Está definido um espaço precioso para o Partido Progressista, no governo Dilma: a presidência da Chesf, Companhia Hidro Elétrica do São Francisco. O atual presidente, Marcos Aurélio Madureira da Silva, pode arrumar as gavetas: o PP procura o seu substituto.

 

Recato na pizza

Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto, ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal, fazem ruidoso silêncio sobre a engenhosa operação que anulou seus votos e alterou as sentenças, no caso do mensalão.

 

Dilma cedeu

Dilma “piscou” ao confirmar Neri Geller ministro da Agricultura. Ele é da turma de Eduardo Cunha, que ela despreza. Para disfarçar o conchavo, o presidente da Câmara, Henrique Alves, obediente a Cunha, deu aval.

 

Julgamento

O Conselho Nacional da OAB deverá julgar nesta segunda (17) pedido do advogado tucano Paulo Fernando Melo da Costa para cassar a carteira da ordem de José Dirceu, preso condenado pelo mensalão.

 

Fumaça no porto

A blogueira dissidente cubana Yoani Sánchez diz no Twitter, de fonte segura, que o porto de Mariel, construído pelo Brasil na ilha, está com problemas de dragagem e os gastos na obra superaram o programado.

 

Vivo sem sinal

Quem liga para celular da Vivo pode ouvir uma malandragem gravada: “Este número não existe”. Existe, sim. O que não existe é capacidade da Vivo de estabelecer a ligação. Nem de inventar explicação melhor.

 

Buscando solução

Delegados da Polícia Federal, deputados Fernando Francischini (SSD-PR) e Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) e o ex-diretor Vicente Chelotti se reuniram quarta (12) para tratar da guerra interna na corporação.

 

Líder da Minoria

Conhecido pelo humor ácido, Hugo Leal (PROS-RJ) tirou gargalhadas no Plenário ao pedir a Domingos Sávio (PSDB-MG) para fazer malas e deixar a liderança da Minoria: “O cargo agora é do Arlindo Chinaglia”.

 

Reprise

Deputados “rebelados” da base aliada apelidaram o líder do PMDB Eduardo Cunha (RJ), de Gru, personagem de “Meu Malvado favorito”.

PODER SEM PUDOR

Gonzaga, o Patriota

Certa vez, quando tentou abordar o então presidente Lula no aeroporto de Petrolina (PE), o deputado Gonzaga Patriota foi barrado pela segurança presidencial e jogou mil pragas, prometendo “revanche”. Os seguranças ficaram de olho nele. Meses depois, ele conseguiria o que pretendia, posar com Lula para os cartazes de sua campanha a prefeito. Ninguém entendeu porque ele não parava de gritar para os seguranças:

- Eu não disse? Eu não disse?

A “revanche” foi exibida em cartazes espalhados em Petrolina.

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Com Ana Paula Leitão e Teresa Barros

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