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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 16/03/2014
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Há pessoas felizes, outras menos felizes”
Ministro Gilberto Carvalho, proclamando suas obviedades sobre reforma ministerial

Lulistas do PT jogam Dilma aos leões na Câmara
As sucessivas derrotas da presidente Dilma na Câmara, semana passada, contaram com apoio não apenas da base aliada, chefiada pelo líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), como do próprio PT, onde cresce o movimento “volta, Lula”. Nas palavras de um líder do “blocão”, o “PT lavou as mãos e jogou Dilma às feras” ao abandonar a sessão na qual o governo sofreu uma derrota de 28 votos contra 267. 

Problema da Dilma
Diferentemente de outras votações, em que petistas vão à tribuna para defender o governo, deputados simplesmente sumiram do Plenário. 

O troco
De uma bancada de 87, apenas 11 deputados do PT votaram contra a criação de comissão externa para investigar denúncia contra Petrobras. 

Escafedeu-se
Na Comissão de Fiscalização e Controle, a habitual tropa de choque do PT também não deu as caras para impedir a convocação de ministros. 

Para não esquecer
João Capiberibe (PSB-AP) propôs sessão do Senado para que o golpe de 1964 não seja esquecido: “Infelicitou a Nação por 21 anos”. 

Jader torra
cada centavo
da verba indenizatória

Apesar de ter sido o senador mais ausente do ano passado, Jader Barbalho (PMDB-PA) não economiza quando o assunto é verba indenizatória. Em 2013, torrou até o último centavo permitido da gorda cota de R$ 40.426,20 mensais. Gastos com “divulgação da atividade parlamentar” e consultorias, além de passagens aéreas, coincidiram, milagrosamente, até os centavos, com toda a grana disponível no ano.

Até a última ponta
Senadores paraenses têm cota parlamentar de R$ 485.114,40 ao ano, mas apenas o ausente Jader conseguiu gastar tudo. Tudo mesmo.

Distância é grana
A cota parlamentar depende do valor da passagem aérea entre seu Estado e Brasília. Por ano, vai de R$ 252,5 mil a R$ 531,3 mil.

  Um por todos
Entre os senadores do DF, apenas Gim Argello (PTB) gasta sua cota. Rollemberg (PSB) e Cristovam (PDT) não mexem no dinheiro.   

Desfaçatez
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, faz pouco da inteligência do contribuinte, ao dizer que a conta de luz só vai aumentar “quando o Tesouro cobrar” os bilhões liberados. Como se os recursos do Tesouro não fossem os impostos cobrados dos consumidores.

Chapa pronta
Na política potiguar, é dada como certa a candidatura a governador do presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB), com o deputado João Maia (PR) na vice e a ex-governadora Wilma Faria (PSB) ao Senado.

Deixa a
onda passar

O prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ) recuou de declarar apoio ao virtual candidato do PSDB, Aécio Neves (MG), à Presidência após desgaste na negociação para o fim da greve dos garis no Rio. 

Me errem
Empenhadas em fazer reportagens sobre os 50 anos do golpe de 1964, emissoras de rádio e TV enfrentam dificuldade para encontrar militares da reserva que defendam o 31 de Março. Não querem dar a cara.

Margeando o alambrado
Não basta ouvir vaia, tem que cercar: a Presidência da República reservou R$130 mil para comprar “alambrados disciplinadores” nas visitas de autoridades e contra “possíveis manifestações” em Brasília. 
 
Devagar, devagarinho    
“Nunca antes” os Correios fizeram greve de quase dois meses em diversos Estados, protestando contra o novo fundo privado Postalis, dirigido por um petista. No Rio Grande do Sul acabou há três dias.

Vai que é tua
Ligada à luta pelos direitos da mulher, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) tem recebido e-mails pedindo que defenda Rosemary Morais, a filha que o falecido ex-vice-presidente José Alencar renegou.

Efeito Snowden
Levantamento da PWC com 9,6 mil executivos de 115 países, mostra aumento de 51% nos orçamentos para segurança da informação. No Brasil, 7% das empresas devem investir US$ 1 bilhão ou mais na área.

Perigo amarelo
Os satélites chineses são tão bons, que logo após “localizados”, os “destroços” do Boeing da Malásia viraram um pedido de desculpas.

PODER SEM PUDOR
Lição dos quartéis

Ministro do Interior e dos Transportes nos governos militares, o coronel Mário Andreazza tinha o hábito, ao desembarcar em qualquer lugar, de procurar imediatamente o sanitário do aeroporto. Certa vez, ele explicou  ao assessor de imprensa Luiz Mendonça por que fazia isso:
- Aprendi no Exército: quando encontrar um banheiro e comida, sirva-se logo, porque nunca se sabe quando poderá fazê-lo novamente...