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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 20/04/2014
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Cláudio Humberto

“Compete ao PT tomar a decisão, avaliar, dialogar com o deputado”

Ministro Ricardo Berzoini (SRI) sobre o deputado amigo de doleiro, André Vargas (PT)

Dilma prefere Bolsa Família à Educação Básica

Desde que tomou posse como presidenta da República em janeiro de 2011, Dilma Rousseff investiu mais no programa Bolsa Família do que em Educação Básica, segundo o Portal da Transparência do governo. Os gastos com a transferência de dinheiro que garante “agradecimento nas urnas” já superam os R$ 64,9 bilhões, quase 20% a mais do destinado para educação das crianças do País no mesmo período.

Exemplo do chefe

O ex-presidente Lula, mentor de Dilma, gastou R$ 47,8 bilhões com Bolsa Família em seu segundo mandato, 60% mais que em Educação. 

Mais que banco

Segundo dados do Banco Central, o valor gasto pelo governo Dilma com Bolsa Família é superior aos lucros dos bancos no Brasil em 2013.

Apagão gerencial

A Eletrobras tem recorrido a empréstimos para pagar salários, e sua subsidiária Eletrosul já colocou a sede à venda pelo mesmo motivo.

Risca-faca

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) resume bem a CPI criada para investigar Petrobras, Suape e Metrô de SP: “É a CPI do risca-faca”.

Em caso similar, Vargas quis punir Demóstenes

O deputado André Vargas (PT-PR), que renunciou à vice-presidência da Câmara após ser revelado seu envolvimento com um criminoso, defendeu, em 2012, investigação rigorosa da “cumplicidade” do então senador Demóstenes Tores (GO) com um “homem do crime”. Referia-se ao bicheiro Carlos Cachoeira, preso na Operação Monte Carlo. Exatamente como seu sócio Alberto Youssef, na Operação Lava-Jato.

Espelho, espelho meu

Para Vargas, a “bandeira da ética da oposição foi desmontada” quando um de seus arautos (Demóstenes) foi flagrado com o crime organizado.

Fica a dica

Ao falar de “matérias bombásticas” sobre corrupção, Vargas disse que deve haver um estoque de escutas clandestinas “lastreando” a mídia.

Pit-bull

Nos corredores do Senado, Gleisi Hoffmann (PT-PR) ganhou o apelido de “pit-bull da Dilma”, com a advertência jocosa: “Ela morde...”.

Pró-CPI

O deputado Osmar Terra (PMDB-RS), que acompanhou o depoimento do ex-diretor Nestor Cerveró, acredita que o discurso foi combinado com Planalto: “A Petrobras está no Pelourinho, precisamos investigar”

Tudo em família

Desafetos, Lula e o deputado federal e ex-prefeito de São Bernardo William Dib (PSDB-SP) trocaram figurinhas no casamento domingo (13) de uma assessora de Dib, filha de grande amigo de Lula.

‘Pilhado’

Explicado por que o deputado sai-não-sai André Vargas (PT-PR) está à beira de um ataque de nervos: torrou R$1,6 milhão de sua cota parlamentar em cafezinhos expressos de janeiro a março deste ano.

Zé Patinhas

Revolta nas redes sociais com um vídeo do filho da vice-prefeita de Parnamirim (RN) tomando uísque e rasgando uma nota de cem reais numa boate. É crime federal, com prisão de até três anos e multa.

Foco na energia

Aspirantes à Presidência, o ex-governador Eduardo Campos (PSB-PE) e a ex-senadora Marina Silva decidiram tratar da questão energética no primeiro seminário do PSB e Rede, que ocorrerá até o fim deste mês.

Alô, Anatel

Os telefones 1331 e 1332, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ainda estão mudos. A Anatel dá de ombros a reclamações de usuários que denunciam a existência do problema há mais de 30 dias.

Saiu da gaveta

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados negou acatar um dos processos de cassação contra o deputado Carlos Leréia (PSDB-GO), amigo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. A ideia agora é aplicar “penas alternativas” em nova ação que será votada nesta quarta-feira (23).

Crime sem castigo

Brasileira Patricia Fukimoto, que fugiu para o Brasil após avançar sinal e matar um bebê no Japão em 2005, só terá prisão de consciência: o crime prescreveu na Justiça paulista, segundo o jornal Japan Times.

Surpresa!

O deputado indeciso André Vargas (PR) é o Kinder Ovo do PT nesta Páscoa.

PODER SEM PUDOR

E daí?

A Câmara dos Deputados investigava, na década de 50, as ligações entre o governo Getúlio Vargas e o jornal “Última Hora”, de Samuel Wainer. O empresário Francisco Matarazzo foi convocado para depor e ficou sob a mira de Carlos Lacerda, na CPI:

- Sr. Matarazzo, o senhor deu dinheiro ao Samuel Wainer?

- Dei, sim – confirmou, sem pestanejar.

- E por que? – insistiu Lacerda.

- Dei porque o dinheiro é meu e faço dele o que bem quiser.

E a questão foi encerrada.