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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 28/06/2014
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“O PT não assume que é elite”

Heraldo Rocha, presidente do DEM de Salvador

 

Gana enviou a jato quase US$ 5 milhões ao Brasil

Não foram US$ 3 milhões e sim mais de US$ 4,5 milhões enviados de jatinho pelo governo de Gana para impedir a “greve” de sua seleção na partida contra Portugal. O jornal local Daily Guide apurou que US$ 1,5 milhão se destinavam a torcedores “mal tratados” no Brasil e a aspones do governo de Gana. O ministro dos Esportes, Joseph Yammin, admitiu que foi “mais”. A bufunfa entrou e saiu do País sem pagar imposto.

 

Mundo verde

Após dizer que não comenta “assunto específico”, a Receita informou ontem que “não houve irregularidade” nos milhões de Gana.

 

Livre de impostos

A Receita admite que lhe compete o controle aduaneiro, ou seja, a movimentação física de valores, mas sem a cobrança de tributos.

 

Dinheiro voando

País “amigo” de Lula, que o visitou três vezes – a última em abril – Gana ganhou generosos empréstimos do BNDES até para aeroporto.

 

Bola rolando

Os US$ 3 milhões para jogadores seriam “empréstimo emergencial” da Fifa, mas a entidade, isenta de impostos, faz silêncio sobre o rolo.

 

Governo já gastou R$ 28 milhões usando cartões

A campanha eleitoral não começou oficialmente e por isso os gastos do governo federal continuam no ritmo acelerado de sempre: até maio deste ano, o governo Dilma conseguiu gastar R$ 27,84 milhões usando “cartões corporativos”. A Presidência da República é que mais gasta, liderada pelos arapongas da Agência Brasileira de Inteligência que ultrapassou o gabinete da presidente e torrou R$ 5,2 milhões, em 2014.

 

Na baixa

Dos R$ 4,22 milhões em cartões corporativos da Presidência, mais de 95% são “sigilosos”, sonegados ao contribuinte que paga a conta.

 

PF Platinum

O Ministério da Justiça é o 2º colocado nos gastos com cartões, com R$ 5,9 milhões. Quase tudo igualmente “sigiloso”.

 

Esquizofrenia política

Fechado com a reeleição de Dilma, o PP apoia Paulo Câmara (PSB), candidato de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco.

 

Todos contra um

O PR marcou para segunda (30) a reunião da executiva nacional que sacramentará o apoio à reeleição da presidenta Dilma. Dos 23 votos, a expectativa é que o líder Bernardo Santana (MG) vote contra aliança.

 

Estaca zero

Após descartar as negociações com o PSD de Gilberto Kassab, a bolsa de apostas para a vice do presidenciável Aécio Neves (PSDB) se voltou para Aloysio Nunes (SP) e Tasso Jereissati (CE).

 

Deram troco

O Planalto atribui o rompimento do PTB à influência dos senadores Mozarildo Cavalcanti (RR), a quem o PT negou apoio à reeleição, e Gim Argello (DF), rifado pelo PT para cargo de ministro no TCU.

 

O conto da Copa

Duas empresas fajutas em Londres surrupiaram R$ 60 milhões de trouxas, vendendo na internet terrenos no Brasil “supervalorizados” com a Copa, Olimpíadas e crescimento econômico no país, diz a BBC.

 

Bateu martelo

A Executiva Nacional do PT decidiu apoiar a reeleição do governador Camilo Capiberibe (PSB) no Amapá, com a vice Dora Nascimento (PT) candidata ao Senado. A chapa tem ainda PCdoB e PSOL.

 

Infantaria

O presidente do PSDB em São Paulo, Duarte Nogueira, apresentou ao partido um mapeamento das eleições nos estados. Os tucanos terão 14 candidatos ao governo, quatro vices e cinco ao Senado.

 

Queima total

A Empresa Brasileira de Comunicação, da TV traço do Lula, vai destruir em 30 dias todos os documentos, inclusive financeiros, da Radiobrás e outras empresas que sucedeu, de 1960 até 2009 – 2º governo Lula.

 

Enquadrou

Na contramão do presidente do Solidariedade-BA, Marcos Medrado, que apoia o petista Rui Costa para governador, a direção nacional bateu o martelo que o partido local marchará com Paulo Souto (DEM).

 

Enquanto isso...

...no Brasil, a contaminação da bola. No Oeste da África, a devastação do Ebola.

PODER SEM PUDOR

O troco de Lampreia

Mal iniciara o governo Itamar Franco, em 1992, o embaixador do Brasil em Lisboa, Luiz Felipe Lampreia, foi tranquilizado pelo ex-ministro José Aparecido de Oliveira, influente amigo do novo presidente: ao contrário do que os jornais especulavam, ele não queria ser embaixador na capital portuguesa. O portador do recado foi um amigo comum, o jornalista Alberto Dines. Dias depois, Aparecido seria nomeado para o cargo e ganharia o ódio eterno de Lampreia. O diplomata daria o troco anos depois, ao assumir o Ministério das Relações Exteriores no governo FHC. Lampreia impediu a posse de Aparecido no cargo de secretário-geral da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), organismo por ele criado após substituir Lampreia na embaixada do Brasil em Lisboa.