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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 05/07/2014
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“Nós derrotamos os pessimistas”

Presidenta Dilma destacando o sucesso da Copa do Mundo

 

Pesquisa mostra Aécio e Dilma empatados no DF

Pesquisa do Instituto Dados mostra empate técnico entre a presidenta Dilma Rousseff (PT) e o candidato a presidente do PSDB, Aécio Neves, entre os eleitores do Distrito Federal. Dilma aparece com 20,5% das intenções de votos contra 20,1% do tucano Aécio. Eduardo Campos (PSB) tem 9,3% e a “zebra” Pastor Everaldo (PSC) 2,4%. A soma daqueles que não sabem em quem votar com brancos e nulos é 46%.

 

Comparativo

Em maio, Aécio Neves liderava com 24,5% contra 18,9% de Dilma Rousseff. Eduardo tinha 10% e Everaldo 2,9%.

 

Terceira idade

A maior diferença entre Dilma e Aécio está entre os eleitores com mais de 60 anos: a petista tem 22,1%, enquanto o tucano soma 30,1%.

 

Jovens adultos

A maior liderança de Dilma no DF está entre os eleitores entre 35 e 39 anos: 21,1% contra 16,2% das intenções de voto para Aécio Neves.

 

Registro

A pesquisa do Instituto Dados foi realizada entre os dias 21 e 28 de junho, com 3 mil eleitores, e está registrada no TSE sob o nº 189/2014.

 

Dirceu é livre para articular sucessor de Joaquim

A saída de José Dirceu da Papuda devolveu ao governo um dos seus principais articuladores nos bastidores, para decisões importantes, como indicações para o Supremo Tribunal Federal. Fora da cadeia e num escritório de advocacia, ele ajudará a fazer a presidenta Dilma escolher o favorito dos petistas para a vaga de Joaquim Barbosa no STF: o atual ministro da Justiça, advogado José Eduardo Cardozo.

 

Arrependimento

Dirceu certa vez revelou a esta coluna que a escolha de Joaquim é um dos maiores fatores de arrependimento do ex-presidente Lula.

 

Sem vassalagem

Ministros nomeados por Lula, que não lhe prestaram vassalagem, como Ayres Britto e Cezar Peluso, são criticados pelos mensaleiros.

         

Independência, não

Dirceu também reclamou da independência do ministro Luiz Fux, que, nomeado por Dilma, votou pela condenação dos réus do mensalão.

 

Mal na fita

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL) acredita que será árdua a tarefa da esquerda de reeleger o governador Camilo Capiberibe (PSB-AP), que apresenta rejeição de mais de 70%: “Tentaremos juntar os cacos”.

 

Bateu recorde

Alvo de chacota no Congresso pela defesa dos animais, Ricardo Tripoli (SP) se tornou esta semana o deputado federal tucano com maior audiência nas redes sociais, com quase 170 mil curtidas no Facebook.

 

Difícil ganhar espaço

O deputado Daniel Almeida (PCdoB) compara a disputa da senadora Lídice da Mata (PSB) ao governo da Bahia com a de Eduardo Campos (PSB), que enfrentará nacionalmente a polarização entre PT e PSDB.

 

Cine pastelão

Uma produtora de Hollywood vai filmar o pastelão do jatinho com US$3 milhões aos jogadores de Gana, que ameaçavam não jogar contra Portugal. Tudo isso sob os auspícios da Receita Federal.

 

Vestiu a camisa

O presidente do Solidariedade, Paulo da Força (SP), decidiu enquadrar os dirigentes estaduais do partido a fim de manter nos Estados apoio nacional à candidatura do tucano Aécio Neves (MG) à Presidência.

 

Correndo por fora

Sem acesso às imagens da Copa, a TV Cultura, de São Paulo, investiu em programas com personagens polêmicos, e o Jornal da Cultura chegou à liderança da audiência adulta. “O público está mais exigente e quer mais opiniões”, afirma o âncora da Cultura, Willian Corrêa.

 

 

Trajetória

Vem aí mais um filme bancado pela renúncia tributária das empresas ao governo, com a Lei Rouanet: “Filha, mãe, avó e puta”. O problema será exibir o título nos letreiros.

 

Operação Vapt-Vupt

O jatinho do presidente de Gana, que em 24h diz ter “contratado” 72 policiais militares, 19 guardas municipais e 14 militares para a operação de escolta da mala de dólares para jogadores da seleção, em Brasília.

 

Prorrogação

Com a intenção de votos ancorada na Copa, diz pequisa DataFolha,  a eleição de Dilma pode ir à disputa de pênaltis no domingo, 13 de julho.

PODER SEM PUDOR

Lama e deserto

Leonel Brizola estava em Natal (RN), em campanha para presidente. No palanque, o candidato do PDT abusava de figuras de linguagem:

- O Brasil está no atoleiro e precisa de alguém para tirá-lo da lama. Nesse dia Brizola parecia estar sem ideias e repetia, exaustivamente, que o Brasil estava “atolado na lama”. Um bêbado que assistia a tudo, sempre há um deles em comícios, gritou impaciente:

- O senhor, afinal, é candidato a presidente ou a trator?

Como estava mesmo sem inspiração, Brizola levou um bom tempo respondendo à provocação.