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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 20/08/2014
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“Isso é uma desonestidade do PSDB”

Deputado Roberto Freire, ao ser informado que o PPS foi citado como aliado de Aécio

 

Lava Jato: Youssef comprava reais no exterior

Um dos principais esquemas que abasteciam de reais o “banco central” da corrupção no Brasil, chefiado pelo mega-doleiro Alberto Youssef, tinha origem no exterior. Preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, Youssef comprava no Paraguai, por exemplo, cujo comércio aceita reais, o dinheiro gasto pelos brasileiros naquele país, sobretudo  compras em Ciudad del Este. E trazia o dinheiro em caixas e malas.

 

Toma lá, dá cá

Youssef trocava milhões de reais pelo pagamento, também no exterior, de dívidas de importadores e comerciantes paraguaios.

 

Longe do Coaf

Compravam-se reais lá fora pela dificuldade de fazer grandes saques em bancos do Brasil sem órgãos de controle como Coaf perceberem.

 

O ‘banco central’

Alberto Youssef é suspeito de participar de casos de corrupção nos três níveis da administração pública no Brasil: municipal, estadual e federal.

 

Velhos conhecidos

A intimidade de Youssef com o submundo no Paraguai nasceu com o escândalo das contas CC5. Ele foi sócio do Banestado naquele país.

 

Banco do Brasil e Petrobras censuram Wikipédia

Empresas de economia mista controladas pelo governo federal, com ações comercializadas em bolsas de valores, o Banco do Brasil e a Petrobras bloquearam o acesso dos seus funcionários à Wikipédia, a enciclopédia livre online. Segundo o Banco do Brasil, o acesso dos seus funcionários à internet é “um recurso de trabalho” para “atividades profissionais” e que, portanto, o bloqueio é “prerrogativa da empresa”.

 

Bloqueio, não. Cota

A Petrobras diz que a Wikipédia não está bloqueada para acesso dos funcionários, mas a enciclopédia entra no sistema de “cotas de tempo”.

 

Quase livre

A “cota” da Petrobras funciona assim: cada pessoa tem 90 minutos/dia para acessar sites bloqueados em sessões de, no máximo, 15 minutos.

 

Memória

A polêmica sobre a Wikipédia começou após uma alteração dos perfis de jornalistas a partir de computadores do Palácio do Planalto.

 

PMDB ignorado

As propostas Dilma (PT) registradas na Justiça Eleitoral mostram o distanciamento entre a candidata e o vice Michel Temer: ele e o PMDB não são citados. Já o ex-presidente Lula é mencionado 14 vezes.

 

Lula no banco

Algum desavisado pode achar que Lula é o candidato a presidente pelo PT, e não Dilma. Nos programas de estreia, sobretudo no rádio, só deu o ex-presidente. Talvez para garantir a condição de eventual substituto.

 

Era o que faltava

A fuga do boliviano Roger Molina da embaixada em La Paz ainda envergonha os diplomatas. Antonio Simões, o “Simões Bolívar”, um dos responsáveis pelo vexame, pleiteia embaixada em país de “primeira linha”. Evitaria ficar exposto à rebordosa da sindicância sobre o tema.

 

Grupo fechado

A bancada do PSB no Senado se reúne nesta quarta na casa da senadora Lídice da Mata (BA) para referendar a escolha do deputado Beto Albuquerque (RS) como o vice na chapa de Marina Silva.

 

Vagabundagem

Praticamente de férias, a Câmara dos Deputados transforma-se rapidamente no melhor local de “trabalho” no mundo: uma sessão deliberativa foi realizada em agosto. Outra, talvez, só em outubro.

 

Bandejão

O almoço de Dilma com os operários da usina de Santo Antônio (RO), ontem, em nada lembra sua rotina. Em junho, o Alvorada e o Planalto reservaram R$ 172,1 mil só para renovar a cristaleira de madame.

 

Estatal gastadeira

A EBC, estatal recriada por Lula e conhecida como TV Traço, segue torrando dinheiro. Em dois dias, gastou R$ 610 mil no aluguel de um satélite e mais R$ 474 mil em “consultoria”.

 

Tá feia a coisa

Três jogadores da seleção de Dunga defendiam o Santos, em 2011, quando o Barcelona aplicou a goleada de 4x0 e conquistou o torneio de clubes no Japão. Um deles, Neymar, disse ao final da partida que o adversário – seu atual clube – havia aplicado uma aula de futebol.

 

Tem limite

A maior dificuldade dos políticos, sobretudo do PSB, é saber a hora de parar de explorar a morte do ex-governador Eduardo Campos.

PODER SEM PUDOR

Fontes secretas

O então ministro da Justiça Tarso Genro assumira a presidência do PT, logo após o escândalo do mensalão, e era entrevistando, na rádio CBN, quando o âncora Estevão Damásio resolveu testar o bom humor do político gaúcho:

- Como o PT fará, agora, para arrecadar recursos para suas campanhas?

A reação de Genro foi de surpresa:

- Isto é pergunta que se faça?...

Depois, ambos caíram na gargalhada.