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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 04/09/2014
Claúdio Humberto
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“Vai chegar o momento da onça beber água!”

Deputado José Guimarães (PT-CE), batendo o desespero com o crescimento de Marina

 

MG: governo paga shows de marqueteiro tucano

O marqueteiro Pedro Guadalupe, espécie de coordenador informal de mídias digitais da campanha de Aécio Neves (PSDB), recebeu nos últimos quatro anos mais de R$ 2,3 milhões do governo tucano de Minas Gerais. O governo mineiro bancou projetos de teatro e até de  ilusionismo de Pedro Guadalupe. Só os dois últimos repasses, em 2013, pela da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, custaram R$ 669 mil.

 

Ex-petista

O marqueteiro Guadalupe atuava antes no PT, assessorando a campanha de Patrus Ananias. Hoje mantém o site “Dilma Mente”.

 

Generosidade

Os incentivos do governo de Minas para Pedro Guadalupe foram sempre generosos, e em 2012 o valor liberado foi de R$ 750 mil.

 

Já te vi

O ilusionista Pedro Guadalupe teve seu nome associado à rumorosa negociação para o autor da página “Dilma Bolada” aderir aos tucanos.

 

Pedro quem?

Guadalupe é citado como colega de trabalho, nos comitês do PSDB, mas oficialmente o partido nega qualquer relação com ele. 

 

Banqueira chavista faz a cabeça de Marina Silva

A tal “democracia direta”, através de conselhos populares e plebiscitos, além do controle externo do Congresso Nacional pela sociedade, faz parte do programa de governo de Marina Silva. Parece ter sido escrito na Venezuela e é aparentado com o projeto enviado por Dilma ao Congresso. Mas sua autoria não é de aloprado petista ou bolivariano chavista, mas sim da banqueira “socialista” Neca Setúbal, do Itaú.

 

Independência do BC

Fruto da salada ideológica que cerca a candidata, Neca Setúbal levou Marina a defender enfaticamente a “independência do Banco Central”.

 

Viva a liberdade

A independência do BC, à moda de Marina/Neca, exclui controles externos, sobretudo do Congresso, e dá total liberdade para os bancos.

 

Neca e o BUS

Neca lembra o “Partido dos Usineiros Socialistas” (PUS), nas Alagoas de 1980. Deveria criar o BUS, “Banqueiros Unidos pelo Socialismo”.

 

Posando para fotos

O governador Geraldo Alckmin resolveu voltar a acompanhar Aécio Neves, nas suas andanças em São Paulo, para afastar boatos de “traição”. Mas nem Aécio ficou convencido da sinceridade do gesto.

 

Vagabundagem

O “esforço concentrado” de setembro está previsto para esta semana, mas nem o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), aposta que se realize. Os líderes decidirão se vão manter a vagabundagem geral dos liderados. É como perguntar se macaco gosta de banana.

 

Bom pagador

Os deputados federais não trabalharam em agosto, a maioria não vai trabalhar em setembro, mas, tudo bem, a firma é rica: seus salários serão pagos integralmente. O contribuinte otário é bom pagador.

 

Desde criancinha

No “Stella Grill”, ponto de encontro de jornalistas em Brasília, colunista provocou um velho amigo de Lula, antigo frequentador do restaurante: “O sr. já marinou?” A resposta dele: “Sempre fui marineiro...”

 

O que é isso, general?

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, chefiado pelo general José Elito, vai gastar R$ 45.445,04 comprando lençóis, colchas e fronhas, todos de 200 fios. Sem esquecer os travesseiros, claro.

 

Economizando cortes

O governo federal cassou a aposentadoria de apenas 23 funcionários públicos este ano. Cerca de 14 desses servidores aposentados estavam envolvidos em “ato relacionado à corrupção”.

 

Ninguém merece

É muito ruim, para o contribuinte, a relação custo-benefício dos R$ 1,7 bilhão mensais gastos pelo governo do DF com salários dos servidores. As despesas correspondem a dois estádios Mané Garrincha por mês. E a qualidade dos serviços públicos piora a cada dia que passa.

 

Balão murcho

Apesar de chegar a atingir 15% em pesquisas de intenção de voto para presidente, Joaquim Barbosa sumiu das eleições. Não apoia candidato algum e até sumiu do tão prometido Twitter desde 4 de agosto.

 

Pensando bem...

...institutos de pesquisa não simulam segundo turno entre Marina e Aécio para não serem acusados de bullying.

PODER SEM PUDOR

Rápido no gatilho

Dono da inteligência mais rápida no faroeste da política brasileira, Carlos Lacerda nunca se apertava. Certa vez ele foi a um ato político em Montes Claros (MG), e percebeu que os muros da cidade tinham sido pichados pelos inimigos: “Lacerda rima com merda”.

Ao concluir o discurso, o mítico político carioca se despediu assim:

- Aos amigos, deixo um grande abraço. Aos adversários, a rima.