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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 01/10/2014
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

“Joaquim Barbosa não tem condições de exercer a advocacia”

Ibaneis Rocha (OAB-DF) sobre o ex-ministro que hostilizava advogados e agora quer ser um deles

 

Correios omitem viagem de seu presidente a BH

A agenda do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, divulgada por sua assessoria, omite sua passagem por Belo Horizonte, na semana passada, quando participou de reunião para celebrar o papel decisivo da estatal na melhoria do desempenho, nas pesquisas, da presidenta Dilma e do candidato do PT a governador, Fernando Pimentel. A reunião, gravada em vídeo, foi revelada ontem no site Diário do Poder.

 

Trabalho partidário

Ao tomar conhecimento do vídeo da reunião em BH, a estatal Correios informou que Wagner Pinheiro teve “reuniões de trabalho” na cidade.

 

Capilaridade

Na reunião dos Correios, o deputado estadual petista Durval Ângelo atribui o crescimento de Dilma e Pimentel à “capilaridade” dos Correios.

 

Barriga cheia

O discurso deputado petista é aplaudido por militantes que, segundo denúncias, aumentaram em 15 vezes os próprios ganhos nos Correios.

 

Serviço ilegal

Funcionários denunciam que a direção dos Correios faz “reuniões de serviço”, como a de BH, para dar instruções de engajamento eleitoral.

 

Temer faz gesto para Alckmin se abster no 2º turno

Em pé de guerra com Paulo Skaf, candidato pelo PMDB ao governo de São Paulo, o vice Michel Temer autorizou a debandada de 70 prefeitos peemedebistas, que agora apoiam a reeleição do tucano Geraldo Alckmin. O gesto do vice-presidente objetiva não só se vingar de Skaf, que se negou a apoiar a chapa Dilma/Michel, como também obter uma certa neutralidade de Alckmin em eventual 2º turno contra Marina Silva.

 

Dilmalckmin

Os prefeitos foram liberados por Michel Temer para Alckmin com a condição de ficarem à vontade para apoiar a reeleição de Dilma.

 

Briga interna

Alckmin tem outro bom motivo para não se opor a Dilma: com Marina, José Serra poderia virar ministro e tentar as presidenciais de 2018.

 

Amor correspondido

Aecistas do PSDB acusam Alckmin de fazer corpo mole, assim como o senador mineiro não arregaçou as mangas por ele, em 2006.

 

Expulsão

O PP deve reunir a Executiva Nacional só depois da eleição para votar expulsão do simulacro de terrorista Jac Souza Santos. A decisão ainda terá de ser ratificada no conselho de ética (sim, existe) do partido.

 

Desgaste

A equipe de campanha de Otto Alencar (PSD-BA) ao Senado está preocupada com o impacto eleitoral de vídeo espalhado em que ele, vice-governador, desdenha dos votos de policiais e professores.

 

Tudo é possível

A oposição desconfia que o sequestro trapalhão, em Brasília, teria sido “armado” para ofuscar a repercussão de outra trapalhada: o discurso de Dilma na ONU criticando o combate a terroristas islâmicos cruéis.

 

Pátria amada

Como não tem consulado, os 40 mil brasileiros que vivem em Seattle (EUA) terão de viajar 1.300 quilômetros ou pagar passagem de avião para votar em São Francisco, domingo, nas eleições presidenciais.

 

A vaga é dela

Apesar de ter compartilhado o palanque com Aécio Neves (PSDB), dias atrás, Paulo Bornhausen (PSB-SC) acredita que a queda de Marina Silva (PSB) nas pesquisas não vai retirá-la da disputa no 2º turno.

 

Dos Zecas, o menor

Michel Temer gravou mensagem de apoio a Zeca Melo, presidente da juventude do PMDB, candidato a deputado federal no Paraná, e não para Zeca Dirceu (PT), filho do ex-ministro José Dirceu.

 

Piratas

O PSB sofreu o terceiro ataque hacker em de 30 dias. Desta vez, o alvo foi o site PSB-PE. O presidente do diretório pernambucano, Sileno Guedes, creditou o ataque ao “desespero” dos adversários.

 

Segurando o lugar

No Distrito Federal, mais da metade da bancada deve mudar, na Câmara dos Deputados. Dos oito atuais ocupantes das vagas, só três podem ser reeleitos: Erika Kokay e Policarpo, do PT, e Izalci (PSDB).

 

Hospício Brasília

Na capital do Brasil, até sequestradores malucos têm aspirações políticas.

PODER SEM PUDOR

A mulher de Cezar

Cezar Schirmer fazia campanha pelo MDB, no interior do Rio Grande do Sul, e sempre citava uma máxima surrada, mas eficaz:

- A mulher de César não basta ser honesta. Tem que parecer honesta. Assim deve ser o governo!

Um eleitor foi saúda-lo na descida do palanque, cofiando os bigodes:

- Gosto do jeito que o senhor leva sua mulher, deputado. Parabéns.