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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 31/10/2014
Claúdio Humberto
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“Temos convicção de que não houve vazamento [de resultados]

Ministro João Otávio de Noronha, corregedor-geral da Justiça Eleitoral

 

PR quer trocar ministro dos Transportes. De novo.

Mal derrubou o baiano César Borges em junho, para renomear Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes, a cúpula do PR já reivindica nova mudança. Quer emplacar seu secretário-geral Antônio Carlos Rodrigues (SP), ligado ao mensaleiro Valdemar Costa Neto, dono do partido. Rodrigues é suplente de Marta Suplicy (PT) e deve perder a cadeira com o provável retorno da ministra ao Senado.

 

Pediu pra sair

Marta Suplicy caiu em desgraça no Planalto por ter feito corpo-mole na campanha de Padilha, em São Paulo. Ela queria ser a candidata.

 

Mandato tampão

Dirigentes do PR alegam ter feito acordo com o governo: Paulo Passos assumiria “mandato tampão” no ministério só até a reeleição de Dilma.

 

Quem manda

O presidiário Valdemar Costa Neto aproveitou saídas do presídio, no semiaberto, para articular a queda de César Borges.

 

Não é bem assim

Para líder da oposição, Domingos Sávio (MG), a derrota de Aécio Neves não cacifa Geraldo Alckmin a disputar a Presidência em 2018.

 

Sem Mantega e com Nelson Barbosa: de mal a pior

Sondados, banqueiros recusaram a missão impossível de chefiar o Ministério da Fazenda de Dilma, e como Lula veta Aloizio Mercadante e Jaques Wagner, a opção pode ser pior: o ex-secretário-executivo Nelson Barbosa. Ele instituiu a fracassada “nova matriz econômica”, do início da era Dilma, provocando o desarranjo das contas públicas que ainda hoje atormenta autoridades econômicas e o Banco Central.

 

Desequilibrou geral

Nelson Barbosa tentou reinventar a roda, com um “novo equilíbrio macroeconômico” em lugar do tripé que prevalecia desde o Plano Real.

 

Inventor do atoleiro

A ideia de Nelson Barbosa, de operar a economia com um câmbio mais desvalorizado e taxa de juros mais baixa, levou o País ao atual atoleiro.

 

Visão ‘industrialista’

No blog de Zé Dirceu, Nelson Barbosa criticou a visão “industrialista”, que preconiza câmbio lá em cima (desvalorizado) e os juros baixos.

 

Usado e descartado

Henrique Alves (PMDB-RN) prestou serviços ao PT, como arquivar 11 pedidos de impeachment de Dilma. Por isso não entende por que o PT e Lula ajudaram a derrotá-lo, na disputa pelo governo potiguar.

 

Cada macaco no seu galho

Vice-presidente do PMDB, o senador Valdir Raupp (RO) garante que não vai se meter na candidatura de Eduardo Cunha na Câmara: “Até porque não gostaríamos de interferência da Câmara no Senado”.

 

Bancada de Cunha

São cotados para líder do PMDB na Câmara, em 2015, Manoel Júnior (PB), Danilo Forte (CE), Lúcio Vieira Lima (BA), e Leonardo Picciani (RJ), Leonardo Quintão (MG), Marcelo Castro (PI) e José Priante (PA).

 

Desceu à planície

O vice-presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), se tornou figura frequente no cafezinho esta semana. Ele quer disputar  comando da Casa contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em 2015. 

 

Daqui pra frente

Presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira convocou reunião com os deputados eleitos, dia 5, em Brasília, para discutir os rumos do partido e quem será líder na Câmara. O mais cotado é o mineiro Júlio Delgado.

 

Reforma do CPM

Por sugestão da presidente do STM, Maria Elizabeth Teixeira Rocha, o presidente da Câmara, Henrique Alves, vai criar grupo de trabalho, com deputados e juristas, para discutir a reforma do Código Penal Militar.

 

Expectativa

O presidente do Centro das Indústrias do Amazonas, Wilson Périco, teme que assuma no lugar do superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira, que se demitiu, alguém sem identidade com a atividade industrial e, pior, que desconheça nuances da zona franca de Manaus.

 

Lorota eleitoral

É lorota atribuir a vitória de Dilma ao Nordeste. Ela foi a mais votada em dois dos três estados mais ricos, Minas e Rio, que, juntos com São Paulo, onde o PT não teve bom candidato, somam 53,1% do PIB.

 

Pensando bem…

…os esperneios do PMDB, que nunca foi disso, fazem lembrar um velho adágio popular: “Esse defunto quer reza…”

PODER SEM PUDOR

Fuga impossível

Governadores destituídos de Pernambuco e Sergipe, Miguel Arraes e Seixas Dória foram presos pela ditadura e levados à ilha de Fernando de Noronha. Certa noite, Arraes cutucou Dória:

- Vamos fugir!...

- Você está louco, Arraes? Como vamos sair daqui?

- Vamos fugir, o resto se ajeita... – insistiu o combatente de Pernambuco.

Dória percebeu que Arraes estava mesmo disposto, por isso confessou:

- Vou não, Arraes. Não sei nadar...

E adiaram o sonho de liberdade.