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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 10/12/2014
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“Já estou me preparando para a Olimpíada”

Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé, após receber alta do Hospital Albert Einstein

 

Governo tira promoção comercial do Itamaraty

O governo desistiu de “aparelhar” o Ministério das Relações Exteriores, revogando a regra que tornou privativos de diplomatas cargos de chefia e assessoramento, mas prepara outro duro golpe contra o Itamaraty: a extinção do conceituado Departamento de Promoção Comercial (DPR). Pior: transferindo as atribuições para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ocupando os cargos com apadrinhados.

 

Adidos ‘cumpanheros’

A jogada do governo, que nega verbas a postos brasileiros no exterior, inclui a criação de cargos de “adidos comerciais” nas embaixadas.

 

Vai custar caro

Os “adidos comerciais” nas embaixadas, no nível de conselheiros, devem ter salários de US$ 10 mil, mais auxílio-residência de US$ 3 mil.

 

Farra fisiológica

A troca do Departamento de Promoção Comercial atende ao apetite por cargos do PTB, do futuro ministro, mas a prioridade da sinecura é o PT.

 

Golpe sigiloso

O projeto que retira a área de Promoção Comercial do Itamaraty recebe o status de “secreto” na Casa Civil, que trabalha em seu detalhamento.

 

‘Vinganças e Retaliações’, a missão de Wagner

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), ficará sem mandato, mas não sem emprego. Agora é cotado para uma espécie de “Ministério de Vinganças e Retaliações”, produto da fusão das Comunicações e da Comunicação Social. O lulista Wagner terá a missão de tentar controlar a imprensa, por meio da “regulação da mídia”, projeto de inspiração fascista do PT, e distribuição da bilionária verba publicitária do governo.

 

Cara nova

No governo da Bahia, Jaques Wagner ganhou feições de um novo Antônio Carlos Magalhães, o falecido “Toninho Malvadeza”.

 

Malvadeza com jeito

Para tentar emplacar projetos de controle da imprensa no Congresso, o PT conta com o lado “jeitoso” de Jaques Wagner na articulação política.

 

Governo de massas

Não bastasse a “pizza” diária na ladroagem, agora teremos em 25 de outubro o Dia Nacional do Macarrão, sancionado ontem por Dilma.

 

Lula viu a uva

Seguiu para o Superior Tribunal de Justiça o processo da Justiça Federal contra “Rose” Noronha, amiga íntima de Lula, por corrupção, formação de quadrilha, falsidade ideológica e tráfico de influência.

 

A grande maçã

Com “overbooking” de problemas, a Infraero vai pagar R$ 49,4 mil para dois funcionários de uma associação de lojistas participarem do Retails Big Show 2015, de 8 a 17 de janeiro em Nova York, com tudo pago.

 

Efeito petrolão

Com medo de eventuais esqueletos no Ministério de Minas e Energia, o PMDB tenta se manter à frente da pasta no segundo mandato de Dilma. O senador Eduardo Braga (AM) é um dos mais citados. 

 

Sonho meu

O senador Romero Jucá (RR) brigou pela relatoria da MP 656/14, autêntico “transatlântico de jabutis”, para tentar se credenciar no Planalto a reassumir a liderança do governo no Senado.

 

Disputa no Esporte

O PMDB do Rio pressiona para emplacar o deputado Pedro Paulo no Ministério do Esporte. O PCdoB briga para manter Aldo Rebelo, que deixou de disputar a eleição para se dedicar à Copa do Mundo.

 

Só pensam nisso

Partidos aliados estão na expectativa de resolver a distribuição de cargos no ministério até o dia 18, quinta da semana que vem, quando Dilma e o vice Michel Temer serão diplomados pela Justiça Eleitoral.

 

De mulher para mulher

Convidada para o Ministério da Agricultura, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) convidou Dilma para sua posse, na segunda (15), na presidência da Confederação Nacional da Agricultura.

 

Haja óleo de peroba

Sócio do megadoleiro Alberto Youssef, André Vargas (ex-PT-PR) tentou adiar outra vez sua cassação, alegando ser o aniversário de sua cidade, Londrina, cujos cidadãos querem vê-lo bem longe.

 

Pergunta no Twitter

Com ações despencando para R$10,99, a Petrobras ruma aos R$1,99 da falida lojinha de Dilma em Porto Alegre?.

PODER SEM PUDOR

Contra o crédito

Ministro da Fazenda do governo JK, José Maria Alkmin andava preocupado com a escalada da inflação e decidiu adotar medidas para combatê-la. Fez mais: iniciou uma campanha contra o crediário, para ele, inflacionário. A Associação Comercial do Rio de Janeiro não gostou, claro, queixando-se ao presidente. JK convocou Alkmin, que logo se explicou:

- Mas, presidente, a minha campanha é contra as compras a prestação e não contra as vendas...