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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 12/12/2014
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

Roubaram o orgulho dos brasileiros

Rodrigo Janot, procurador-geral da República, sobre a roubalheira na Petrobras

 

Petrolão: Delúbio agora articula apoio a Dilma

O presidiário Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e do mensalão do governo Lula, agora em prisão domiciliar, aproveita seu “emprego” na CUT para se reunir com sindicalistas e exortá-los a apoiar o governo Dilma em razão do escândalo de corrupção na Petrobras. Delúbio adverte que “está para acontecer algo muito grande com o PT no plano nacional”, e apela aos sindicalistas para que não “pulem do barco”.

 

Coisa cabeluda

Delúbio afirma aos sindicalistas que Dilma “vai precisar de todo tipo de apoio possível”, referindo-se aos desdobramentos da Lava Jato.

 

Ataque de pânico

O ex-tesoureiro do mensalão também deixa claro, nas conversas com os sindicalistas, que o PT está à beira de um ataque de nervos.

 

De porta em porta

Na agenda da semana, Delúbio incluiu federações e sindicatos grandes (como o dos Comerciários), e até modestos, como o dos Cabeleireiros.

 

Mamata

Condenado a 6 anos e 8 meses de cadeia no mensalão, Delúbio arrumou uma boquinha na CUT para se habilitar ao regime semiaberto.

 

Contas de Dilma omitem gastos nos Correios

A aprovação “com ressalvas” inúteis das contas da reeleição de Dilma revoltou técnicos do Tribunal Superior Eleitoral. Eles recomendaram a rejeição. Encontraram absurdos variados e omissões como ausência de comprovante de despesas com os Correios, que esteve no centro do escândalo utilização de carteiros para distribuir “santinhos” do PT. Na ocasião, os Correios garantiram que os serviços haviam sido pagos.

 

Inutilidade

Os técnicos ficaram com a sensação da inutilidade do que fizeram. Chegaram a passar 36 horas sem dormir para finalizar os trabalhos.

 

Obra de ficção

Prestação de contas de campanha é peça de ficção: a maior parte das doações é diretamente ao candidato, no “caixa dois”, e não ao partido.

 

Balcão de negócios

Empresas somente doam diretamente ao candidato para prender-lhe o rabo, com a retribuição da gentileza, no exercício do mandato.

 

Também quero

Apesar do favoritismo de Jaques “Malvadeza” Wagner (PT), o  ministro Ricardo Berzoini (Relações Institucionais) disputa o cargo de “ministro de Vinganças e Retaliações” contra a imprensa.

 

Contra o gigante

Associações de vítimas da Bancoop vão representar no Ministério Público paulista contra a OAS, pelas tentativas de despejo e cobranças irregulares. Investigada por doações ao PT, a cooperativa acaba de entregar o triplex de Lula em São Bernardo.

 

Muy aliado

Indicado do PT em busca de apoio na disputa ao comando na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) fez questão de colocar na conta de Henrique Alves (PMDB-RN) a tentativa de “melar” a cassação de André Vargas.

 

#ForaBolsonaro

Já passam de 110 mil assinaturas on-line pela cassação do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que disse a Maria do Rosário (PT-RS) que só não a estuprava porque ela “não merece”. A meta é chegar a 500 mil.

 

Empreiteiras bancam

Mais de 37% das doações à campanha de Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do Paraná veio de empreiteiras, incluindo enroladas na Lava Jato, UTC e Queiroz Galvão.

 

Secretariado

Dirigente do PSB-DF, Francisco Nascimento disse a pretendentes a cargos no governo de Rodrigo Rollemberg, no DF, que “a relação está fechada”. De fato, o secretariado deve ser anunciado na segunda (15). 

 

Troca de papéis 

O deputado Arthur Maia (BA) vai suceder a Fernando Francischini (PR) na liderança do Solidariedade. O paranaense se licenciou após receber convite para comandar a Secretaria de Segurança do Paraná.

 

Taxa de segurança?

Em Brasília, clientes da Galeteria Gaúcha, no Lago Norte, ficaram apreensivos com a chegada da viatura 2738 da PM, às 20h de quarta. Depois, policiais saíram com sacolas cheias de quentinhas. Sem pagar.

 

Pensando bem...

...do jeito que a vaca, tossindo, ruma para o brejo, certamente será o caso de se desejar um Feliz 2016.

PODER SEM PUDOR

Falta de memória

Jânio Quadros percorria o País, na campanha presidencial de 1960, a bordo de um avião Convair e sempre na companhia do vice, Milton Campos. Dono de uma memória prodigiosa, Jânio repetia o mesmo discurso em todos os comícios, sublinhados por gestos teatrais. O vice, ao contrário, sempre mudava o tema. Certa vez em Governador Valadares (MG) Jânio o elogiou:

- Dr. Milton, que maravilha! Um discurso para cada comício. Que cultura!

- Não é cultura – respondeu Campos, modesto – é falta de memória mesmo.