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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 10/01/2015
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

“Não tem mais espaço para isso [aumento de impostos]”

Empresário Clóvis Tramontina, propondo menos burocracia na cobrança de tributos

 

PT cobra o maior ‘dízimo’ entre partidos da base

Não é à toa a briga do PT para faturar boquinhas em todos os escalões do governo Dilma. Além de aumentar poder de influência nas eleições, o partido nacional abocanha um percentual dos salários de filiados com cargos eletivos e dos ministros e cargos comissionados que indicou. Levantamento feito pelo portal Diário do Poder revela que, dos partidos da base, o PT é o que cobra o maior ‘dízimo’, que pode chegar a 20%.

 

Uma gula só

Pagam 20% todo mês ao PT filiados eleitos que recebem acima de 20 salários mínimos. É o caso da presidenta Dilma e dos parlamentares.

 

Pela metade

PTB, PDT, PRB, PR e PSB cobram até 10% do valor dos vencimentos. Já no PMDB, o dízimo mensal é 5%. O PCdoB exige pelo menos 1%.

 

Entra na cota

No PT, os menos abastados também têm que abrir a carteira. Quem ganha até três salários mínimos paga R$15 por semestre ao partido.

 

Duas medidas

Já para os dirigentes do Partido dos Trabalhadores, a tarifa é bem mais suave, 1% do salário líquido, independente do valor da remuneração.

 

Para bater a meta, Kassab mobiliza parlamentares

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD-SP), pediu à bancada de deputados e senadores para dar um gás na coleta de assinaturas, em seus Estados, a fim de agilizar a criação do Partido Liberal (PL). Kassab acredita que a nova sigla poderá nascer com 30 deputados que, somados a bancada de 38 eleitos do PSD, desbancaria o PMDB do posto de segundo maior partido da Câmara dos Deputados. 

 

Mira na oposição

Kassab investirá pesado para seduzir insatisfeitos do DEM, PSB, PSDB e PPS, que não veem a hora de tentar lugar ao sol perto do governo.

 

Sob análise

O ministro das Cidades voltou atrás na decisão de fundir o PSD com o Partido Liberal. O dirigente cogita apenas formar um bloco na Câmara.

 

Terra natal

Neste sábado (10), Gilberto Kassab marcou encontro com prefeitos da região central de São Paulo para discutir obras de saneamento.

 

TAM rola o lero

A TAM garante que foi “pontual” a tortura aos passageiros do voo 3827 (Brasília-Rio), terça (6), que passaram sufoco com o ar-condicionado desligado enquanto o avião esteve em solo. Blá, blá, blá.

 

Meu cargo, minha vida

O PR briga no Planalto para indicar o comando da VALEC e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). São cotados Luciano Castro (RR) e o ex-ministro Paulo Passos (BA).

 

Só pensa nisso

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, se reuniu com a presidenta Dilma na quarta (7) e fez périplo em gabinetes em Brasília para negociar compensações à perda de espaço da legenda na Esplanada.

 

Apareceu

Onde quer que esteja, Joaquim Barbosa deve ter um delay de 24 horas no recebimento das notícias. Sumido há mais de 15 dias, só se manifestou sobre o atentado contra o Charlie Hebdo no dia seguinte.

 

De família

Assim como marido Neudo Campos (PP), a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), não é de seguir regras. Mal começou o mandato e já foi “recomendada” pelo Ministério Público a exonerar 15 parentes.

 

Crise íntima

As argentinas estão enfrentando o desabastecimento de absorventes íntimos com bom humor. Hermanas dizem no Twitter que podem “viver num país sem segurança e educação, mas sem absorventes é demais”

 

 

Trinta anos

Completam-se 30 anos, dia 15, da eleição presidencial de Tancredo Neves. O vice era José Sarney, que acabou assumindo. Derrotou Paulo Maluf por 480x180 votos. A eleição era indireta.

 

Vai encarar

O deputado Chico Vigilante (PT) tem espalhado vídeo pelo WhatsApp contestando rombo nos cofres do DF. Ele diz que os extratos apontam R$1,4 bilhão em caixa, e desafia Rollemberg (PSB) a provar contrário.

 

Trapalhada com brioche

Se a esta hora a polícia francesa tiver prendido os terroristas, será obra do Inspetor Clouseau, que achava solução certa por ridículos caminhos

PODER SEM PUDOR

‘Coronel’ cerimonioso

Eleito senador, o coronel tucano Tasso Jereissati tentava definir seu gabinete, no início de 2003. Levado a conhecer um gabinete típico, na Ala Teotônio Vilela, ele se espantou com as dimensões modestas do espaço:

-- É assim? A pessoa passa pela secretária e dá de cara com o senador?

-- É assim mesmo, senhor – respondeu o funcionário do Senado.

Tasso preferiu um gabinete mais amplo no 11º andar do anexo. Para o visitante chegar a ele, precisava passar por quatro pessoas, incluindo atendentes, a secretária Marilu e o assistente Lucena.