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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 16/01/2015
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“O racionamento já existe”

Geraldo Alckmin admitindo o que os paulistas, inclusive ele, estão carecas de saber

 

Preço do asfalto dispara e para obras pelo País

A Petrobras impôs desde dezembro dois reajustes no preço do asfalto, totalizando 40%, na venda direta, e provocou uma das mais graves crises nas empresas de pequeno e médio portes que trabalham na construção e recuperação de rodovias. As empresas alegam que não podem cumprir contratos em vigor com aumento tão expressivo do produto. Agora pedem ao DNIT “readequação” dos seus contratos.

 

Demissões

O desequilíbrio provocado pelo novo preço do asfalto vão provocar um corte de até 90% dos trabalhadores, nos canteiros de obra, Brasil afora.

 

Petróleo caiu

O aumento da Petrobras ocorre no período em que o petróleo, do qual o asfalto é derivado, tem hoje o menor valor dos últimos seis anos.

  

Caso sério

DNIT e TCU já discutem a crise gerada pelo aumento do preço do asfalto, mas ainda não há solução para evitar a paralisação das obras.

 

À espera

O governo do DF espera até o dia 1º que a ex-primeira-dama Karina Rosso assuma a boquinha na qual foi nomeada. Ela já viajou em férias.

 

Lava Jato: desinformação da Abin irrita Dilma

Dilma anda tão irritada com seus arapongas que – segundo adverte um ministro com gabinete no Planalto – se alguém apresentar a ideia de extinguir a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ela topa na hora. Dilma reclama que até hoje a Abin não conseguiu antecipar, antes da imprensa, qualquer detalhe da operação Lava Jato. “É o órgão de informação mais desinformado que existe”, disse ela a assessores.

 

Às cegas

Dilma se irrita ao lembrar que teve de definir o ministério ainda sem saber se alguns escolhidos correm o risco de sair do cargo algemado.

 

Fonte de irritação

As trapalhadas da Abin são antigas. O caso envolvendo sindicalistas no porto do Suape, em 2013, causou grande constrangimento a Dilma.

 

Sem retorno

Difícil é saber o que os arapongas fazem com um orçamento, na Abin, que é superior ao de ministérios como os do Turismo, Esporte e Pesca.

 

Olhar vigilante

Quando alguém insiste para Dilma “regular” ou controlar a mídia, ela deveria repetir a célebre frase de dom Dom Pedro II, diante de idêntica pressão: “De que forma eu saberia como os ministros se comportam?”

 

Jogo do empurra                            

Há tensão no PT e no PMDB com a prisão de Nestor Cerveró. Delcídio Amaral (PT-MS) tentou disfarçar, dizendo que o padrinho do ex-diretor da Petrobras era Renan Calheiros, mas é ele o pai da formosura.

 

Costura feita

A bancada do PT se reunirá no próximo dia 31 para definir seu próximo líder e declarar apoio ao senador Renan Calheiros (AL), que deverá ser indicado pelo PMDB candidato à reeleição na presidência do Senado.

 

Intensivão

Alguém precisa informar o ex-vendedor de carros Eduardo Braga a denominação correta da repartição que ele chefia: é Ministério de Minas e Energia e não “das Minas e Energia”, como ele tem dito na TV.

 

Aviso à praça

A notícia de que o ministro Jaques Wagner (Defesa) viveria sozinho em Brasília alertou sua mulher, Fatima Mendonça. Preocupada com eventual assédio do mulherio, avisa: “Ficarei entre Brasília e Salvador!”.

 

Aplicativo Rose

O Facebook lançou ferramenta que ajuda a encontrar crianças. Deveria ter outra para desvendar o paradeiro de Rose Noronha, amiga muito íntima de Lula processada por tráfico de influência em seu governo.    

 

Portas fechadas

Marta Suplicy não tem chance de se filiar ao PMDB paulistano. Ela precisaria do aval de Gabriel Chalita, presidente municipal da legenda, já convidado para ser vice do prefeito Fernando Haddad em 2016.

 

Contra o aliciador

O deputado Darcísio Perondi (RS) defendeu ontem na executiva nacional do PMDB uma reação à tentativa do ministro Gilberto Kassab (Cidades) de aliciar peemedebistas para o novo Partido Liberal.

 

Pensando bem...

...foi de cair o olho a surpresa da prisão de Nestor Cerveró em plena madrugada, no aeroporto internacional do Rio.

PODER SEM PUDOR

Aliança árabe-judaica

O então presidente nacional da OAB, Cezar Britto, e Wadih Damous, da OAB-Rio, deixavam o Supremo Tribunal Federal, onde se queixaram de “abusos” da Polícia Federal contra o direito de defesa de presos pela Operação Hurricane. À saída, aguardaram o secretário-geral adjunto da OAB, Alberto Toron, que ficara para trás. Wadih brincou com Toron:

- Agradeça-me por não ficar à pé: eu pedi para esperar você.

- É a primeira vez que um árabe ajuda um judeu – respondeu Toron, na bucha – Eu jamais esquecerei esse gesto...