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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 01/03/2015
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“O slogan do governo está virando ‘Brasil, o país da mentira’”

Aécio Neves (PSDB-MG) sobre arrocho que desdiz promessas de Dilma na campanha

 

EUA: Dilma impediu uma lei antiterror no Brasil

Embaixador americano em Brasília Clifford Sobel endereçou em 2008 mensagem secreta ao Departamento de Estado dos EUA, “vazado” pelo site WikiLeaks, criticando a lentidão do governo brasileiro na aprovação da lei antiterrorismo. O governo alegava haver risco de enquadrar o Movimento dos Sem-Terra (MST) como grupo terrorista. Sobel não tinha dúvida: Dilma Rousseff foi quem sepultou o projeto.

 

Compromisso

Adotar legislação antiterror foi compromisso assumido pelo Brasil e uma centena de países, a partir do terrível 11 de setembro de 2001.

 

Para inglês ver

No e-mail, especialistas em antiterrorismo dizem que o trabalho do Planalto foi “cortina de fumaça” para fingir que levava o assunto a sério.

 

Só na prática

Sobel citou fonte do governo brasileiro para quem um ataque ao País é “tão improvável” que “o governo é incapaz de dar atenção ao assunto”.

 

Escalada

O ex-embaixador americano conclui: os esforços dos EUA para colocar a lei de volta na agenda do Brasil será um caminho “ladeira acima”.

 

Odebrecht virou desdobramento da Lava Jato

O depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que confessou ter recebido da Odebrecht ao menos R$ 59,8 milhões em propina, motivou apuração especial da força-tarefa da Lava Jato contra a empreiteira baiana. E os resultados estariam na iminência de aparecer, segundo se acredita no Congresso, com devassa e prisão dos principais executivos, incluindo seu presidente, Marcelo Odebrecht.

 

Azeitado

Segundo Paulo Roberto Costa, a propina rendeu a Odebrecht, em consórcio com a OAS, um contrato de R$1,5 bilhão, em Abreu e Lima.

 

Caixa cheio

A Odebrecht foi a empreiteira que mais faturou na era Lula-Dilma: cerca de 53% dos R$ 71 bilhões gastos nos governos petistas. 


 

Lá vem bomba

A eventual prisão de Marcelo Odebrecht preocupa Dilma, que antes o detestava e depois se ligou a ele. É o empreiteiro mais ligado a Lula.

  

Alô

O senador Agripino Maia (DEM-RN), enrolado na Operação Sinal Fechado, ligou para colegas – da oposição e do governo, à exceção do PT – para dar sua versão sobre a confusão. Negou tudo, claro.

 

Amizades

As facilidades que Val Marchiori teve no Banco do Brasil viraram piada no Congresso: “A perua era amiga íntima de Aldemir Bendine. “Assim como Rose Noronha era do ex-presidente Lula”, lembra um tucano.

 

Tá feia a coisa

Só se comentava a aparência de Dilma no lançamento do programa Bem Mais Simples. Nada a ver com a dieta Ravenna, que a fez perder uma dezena de quilos. Parecia ter saído de uma cirurgia.

 

Constrangimento

O governo da Espanha deixou claro que não se sente confortável com a designação de Antônio Simões para embaixador em Madri: teme que ele represente o elo de ligação entre a semi-ditadura venezuelana com o partido político espanhol Podemos, de inspiração fascista bolivariana.

 

Combate à violência

O ministro George Hilton (Esporte) discutiu com o chefe da Autoridade de Controle de Dopagem, Marco Klein, formas de coibir a violência nos estádios de futebol. A ideia é unir estados, Ministério Público e Justiça.

 

‘Contramobilização’

No Twitter, internautas alertam para uma “contramobilização” planejada por partidos aliados do governo Dilma para esvaziar a manifestação contra a presidente, marcada para o dia 15. Deve ter confusão.

 

Solidariedade

O presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, explicou que sua posição é de solidariedade aos colegas, que, para ele, têm direito e de procurar qualquer autoridade, no exercício do seu trabalho.

 

Sem controle

A Controladoria-Geral da União não atualiza desde dezembro gastos do governo Dilma; despesas com cartões corporativos, Bolsa Família e diárias de servidores e comissionados não são atualizadas há 2 meses.

 

Biu se recupera

Após dois picos de pressão baixa, na quinta-feira (26), o senador Benedito de Lira (PP-AL) foi hospitalizado, mas logo se recuperou. Receberá alta neste domingo.

 

PODER SEM PUDOR

Não é a mamãe

Carlos Lacerda fazia mais um discurso devastador, na Câmara dos Deputados, contra o “mar de lama” do governo Getúlio Vargas.

A deputada Ivete Vargas, sobrinha do presidente, pedia – em vão – um aparte. Cansada da insistência e muito irritada, Ivete perdeu a paciência:

- F.D.P! – gritou ao microfone.

Com sua estonteante rapidez de raciocínio, Lacerda respondeu na bucha:

- Vossa Excelência é muito nova para ser minha mãe!