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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 19/05/2015
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“Nunca se roubou tanto por uma causa”

Ex-presidente FHC sobre o jeito petista de governar o Brasil

 

MPF investiga BNDES e pede mais de 60 prisões

Após minuciosa investigação no BNDES, uma força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão de mais de 60 suspeitos. O caso é tratado sob sigilo, mas, segundo fonte ligada às investigações, o MPF devassa operações do BNDES no Brasil e também no exterior, além dos aportes bilionários que o tornaram sócio de empresas. Os pedidos de prisão incluem executivos do banco e de grandes corporações.

 

Mais que Lava Jato

Ainda não há estimativa dos desvios ocorridos no BNDES, mas representariam várias vezes os R$ 6,2 bilhões roubados da Petrobras.

 

Expectativa

A Justiça pode não atender os mais 60 pedidos, mas espera-se que muitas prisões sejam decretadas na investigação do BNDES.

 

Esmiuçando

O MPF esquadrinha os principais negócios realizados à sombra ou com recursos tomados pelo BNDES junto ao Tesouro Nacional.

 

Tudo é investigado

Além de desvios, são objetos da investigação denúncias de tráfico de influência e de pagamentos indevidos a executivos e a políticos.

 

Para Cristovam, PDT se sente um ‘marido traído’

A reunião do PDT para discutir o rompimento com o governo Dilma teve uma divergência curiosa. Primeiro o senador pró-governo Telmário Mota (RR) fez uma comparação de gosto duvidoso ao afirmar que o afastamento parecia coisa de “marido que abandona a mulher com câncer”. Cristovam Buarque (DF) divergiu. Para ele, o PDT se sente na verdade na posição de marido traído, e com quatro “amantes”.

 

Quatro ‘ricardões’

Cristovam enumerou os “ricardões” do PDT: o vice Michel Temer, o ministro Joaquim Levy (Fazenda), Renan Calheiros e Eduardo Cunha.

 

Embromation

A executiva nacional do PDT tem 30 dias para examinar se é caso de continuar apoiando o governo, mas a decisão final será em agosto.

 

Oportunismo

O PDT não quer perder boquinhas no governo. Vai observar a evolução do desgaste de Dilma, mas só romperá se o declínio dela não reverter.

 

Estranho silêncio

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, não comentou notícia da revista Veja de que o dono da UTC, Ricardo Pessoa, acusou seu filho Tiago Cedraz de receber dinheiro para “abrir os caminhos no TCU” na obra bilionária da usina nuclear Angra 3.

 

Enrolação

A Presidência da República estica o quanto pode o prazo para entregar os dados do cartão corporativo de Rosemary Noronha. Pediu 45 dias para ceder relatório da gastança da amiga muito íntima de Lula.

 

Caravana da lorota

Numa tentativa de minimizar o desastre anunciado do PT nas eleições municipais de 2016, o ex-presidente Lula andará pelo País afirmando que uma coisa é o PT, outra o governo Dilma. Como se não fossem indissociáveis ou que um estivesse menos desgastado que o outro.

 

Apertando o cerco

Para ficar na crista da onda, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, avisou vai descontar ausências de deputados nas sessões de segunda e de sexta-feira. E ainda ameaça perícia para atestados médicos.

 

Briga de foice

O PMDB atribui ao ministro Aloízio Mercadante a suposta “plantação” de notícias negativas contra o presidente do Senado, Renan Calheiros. Seria a reação do chefe da Casa Civil à campanha para derrubá-lo.

 

Enfado

Amigos do ministro Vital do Rêgo dizem que o Tribunal de Contas da União (TCU) lhe dá enfado. O cargo é vitalício, uma beleza, mas a vida de senador era mais emocionante. E se sentia mais poderoso.

 

No ataque

O pastor Silas Malafaia ainda faz campanha contra Luiz Edson Fachin, indicado ao STF. Passa o dia convocando a todos “que defendem os valores da família” a pressionar os senadores para rejeitarem o jurista.

 

Ela não é o cara

Enquanto Dilma levou mais de cinco anos e cinco mil mensagens para atingir os 3,5 milhões de seguidores no Twitter, o presidente dos EUA, Barack Obama, bateu um milhão de fãs em cinco horas e dois tweets.

 

Pensando bem...

...com o BNDES seguindo Obama no Twitter antes do Itamaraty, fica claro que grana tem prioridade sobre diplomacia, no governo Dilma.

PODER SEM PUDOR

Promessa de político

Jefferson Brant saiu de Uberlândia (MG) e, em Brasília, pediu um emprego ao primo Rondon Pacheco, líder do general Emílio Médici na Câmara.

- Claro! É só esperar. Você será agente administrativo da Câmara.

O tempo foi passando, e nada. O primo só dizia: “vai sair”. E advertia: “não fale para ninguém, guarde segredo”. Certo di um jornal informou que 20 mil candidatos disputavam as vagas para agente administrativo na Câmara. Jéferson jamais esquecerá a desculpa esfarrapada do primo:

- Eu não disse para não falar a ninguém? Vazou.