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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 17/06/2015
Claúdio Humberto
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Claudio Humberto

“Tínhamos algumas dúvidas sobre a segurança (dos dados)”

Luciano Coutinho, presidente do BNDES, finalmente abrindo seus contratos ao TCU

 

Ministério Público não sabe conta do mensalão

Mais de uma década depois do “mensalão” no governo Lula, a Procuradoria-Geral da República ainda não sabe ou não calculou o tamanho do desfalque nos cofres públicos provocado por este que é considerado um dos maiores escândalos de corrupção da História. Tampouco sabe quanto foi recuperado desde o fim do julgamento no Supremo Tribunal Federal, que culminou na condenação de 23 réus.

 

Crimes graves

Os mensaleiros foram condenados por corrupção ativa, passiva, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta.

 

Faltou tabuada

Por sua assessoria, a Procuradoria-Geral da República informou ter dificuldades de calcular e receber os valores de multas impostas.

 

Anote aí, PGR

Estimativas de entidades independentes estimam o afano do mensalão nos cofres públicos foi de pelo menos R$ 170 milhões.

 

Embromation

A Procuradoria Geral levou 48 dias para admitir que não sabe e nem fez o balanço do que foi surrupiado e recuperado, no mensalão.

 

Graziano leva FAO ao ridículo premiando Maduro

O lulismo e o bolivarismo desmoralizam a FAO, organismo da ONU para agricultura e alimentos. Seu diretor, brasileiro José Graziano, ex-aspone de Lula, premiou o governo da Venezuela pelas supostas “vitórias” na “luta contra a fome”. Graziano e a FAO têm sido alvo de deboche internacional: desde a semi-ditadura de Hugo Chávez, a Venezuela enfrenta a maior crise de escassez de alimentos do mundo.

 

Escassez de vergonha

Além de caótico e autoritário, o governo venezuelano é também considerado um dos mais corruptos do planeta.

 

Constrangimento

De tão absurdo, o “prêmio” à Venezuela parecia outra mentira do fanfarrão Nicolás Maduro, até a constrangida confirmação da FAO.

 

Conta outra...

A “premiação” de Graziano ao governo de Nicolás Maduro foi também ridicularizada, com abundância de números, pela rede de TV CNN.

 

Lula segura

Lula teve de agir no congresso do PT para não precipitar a ruptura com o PMDB. Para ele, isso agravaria a já complicada situação do PT nas eleições municipais de 2016. O fim da dobradinha é dada como certa.

 

Omar 2018

Mesmo bem avaliado, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), não cogita disputar o governo estadual. Diz que seu compromisso é apoiar o retorno do senador Omar Aziz (PSD-AM) à chefia do governo.

 

Esfoliação

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, estará no Congresso, nestas quarta e quinta, batalhando pela desoneração da folha de pagamento. Adverte que não é esfolando as empresas que o País retomará o crescimento.

 

Afronta à Constituição

O tucano Álvaro Dias (PR) classificou como “afronta à Constituição” a advertência do ouvidor agrário nacional de que as polícias Civil, Militar e Federal “não podem impedir as invasões promovidas por sem-terra”.

 

Relíquias do ministro

A peça de maior valor sentimental na exposição “Ministro Marco Aurélio 25 Anos no STF” – a ser inaugurada nesta quarta (17), às 18h – é seu anel de formatura, que ele herdou do pai e advogado Plínio de Mello.

 

O vexame continua

Oito meses depois da divulgação da pesquisa vexatória onde “65% dos brasileiros culpavam a vítima” em casos de estupro, o Ipea ainda não tem substituto para o diretor demitido de Estudos e Políticas Sociais.

 

Orelha quente

O ministro Aloizio Mercadante, que Lula tem na conta de “uma anta”, foi criticado em conversas reservadas, no congresso do PT, pela tentativa desastrada de enfraquecer a articulação de Michel Temer.

 

O mundo gira

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) riu de orelha a orelha com a queda de Hélio Doyle do governo do DF. Ele põe na conta de Doyle a fama de indeciso e fraco após concluir seu governo, em 1999.

 

Rindo por dentro

Para consumo externo, o PT censurou o deputado Carlos Zarattini (SP) por chamar Eduardo Cunha de “oportunista”. Mas, no íntimo, adorou.

PODER SEM PUDOR

Como perder votos

O vereador Nei Ferreira fazia campanha pela reeleição, em Conquista (BA), quando foi recebido com festa em um bairro da cidade.

- Quero 750 votos aqui! – gritou no palanque.

O cabo eleitoral puxou o microfone e exclamou, empolgado:

- Nei, aqui você vai ter 1.500 votos!

Microfone aberto, Nei Ferreira foi direto ao ponto:

- Já soube que 1.500 eleitores prometeram votar em mim, aqui no bairro, mas como eleitor é um bicho muito safado, aceito a metade.

Tanta sinceridade custou-lhe a reeleição.