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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 26/06/2015
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

“Não existe, perante este Juízo, qualquer investigação em curso”

Juiz Sergio Moro tranquilizando o ex-presidente Lula, que se acha o “próximo alvo”

 

‘Acrônimo’ destrói arma secreta de Dilma em 2018

A Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que investigava Benedito Rodrigues Neto, o Bené, empresário em Brasília, agora se concentra no governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Considerado um dos políticos mais promissores do PT, Pimentel era a “arma secreta” de Dilma para a eleição presidencial de 2018. Só a eventual candidatura de Lula a demoveria da intenção de apoiá-lo em sua sucessão.

 

História juntos

Dilma é amiga de Fernando Pimentel há muitos anos, desde quando, muito jovens em Minas, foram presos e condenados pela ditadura.

 

Solidariedade

A presidente acompanha, desolada, o desenvolvimento da Operação Acrônimo. Ela não interfere, mas se mantém solidária ao velho amigo.

 

Política de alianças

Pimentel surpreendeu os políticos e enfrentou o PT, aliando-se a Aécio Neves (PSDB) para eleger Marcio Lacerda (PSB) prefeito de BH.

 

Comunicado

A jornalista Carolina Oliveira, primeira-dama de Minas, criou o site comunicadoimprensa.com.br para responder acusações da “Acrônimo”.

 

Dilma volta a atormentar diplomatas com cortes

A presidente Dilma parece apreciar a frase “diplomata é pago para passar vergonha”, mas dinheiro é coisa que eles já não veem. Embaixadas e postos consulares não recebem verbas para sua manutenção há meses, no mínimo desde maio, e dezenas delas, se ainda não tiveram serviços públicos cortados, encontram-se neste momento na iminência do corte de água, energia e telefone.

 

Nem do próprio bolso

Chefes de postos diplomáticos pagavam contas do próprio bolso, para não parar o serviço, mas foram proibidos: pegava mal para o governo.

 

Sem reembolso

Como estupidez de burocracia não tem limite, não é mais reembolsado o diplomata que pagar despesas da repartição do próprio bolso.

 

Torniquete Dilma

Não é a primeira vez que Dilma segura a verba de postos diplomáticos. Alguns deles já chegaram a reduzir a jornada para fazer economia.

 

Vai que é tua, Moro

A oposição acha que estava a serviço de Lula o autor da tentativa de habeas corpus. A Justiça taxou a iniciativa de “aventura jurídica”, e a trapalhada acabou fortalecendo o trabalho do juiz federal Sergio Moro.

 

Pé de guerra

Servidores da Câmara estão em pé de guerra com seu presidente, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Tudo porque ele usaria recursos do fundo de assistência médica complementar dos servidores, o Pró-Saúde, para criar seguro para deputados no valor de R$ 1 milhão.

 

Bolso alheio

Eduardo Cunha quer um seguro no lugar da vaquinha dos deputados, sempre que um deles morre. É descontado um dia de trabalho de cada um deles (cerca de R$ 1 mil) e o dinheiro entregue à família enlutada.

  

Bobagem

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, apelidado de “imperador”, limitou a deputados o acesso ao Cafezinho, tentando acabar conversas em “off” com jornalistas. O cafezinho acabou, mas as conversas, não.

 

Je suis Brahma

Parou nos assuntos mais comentados do Twitter a hashtag “Habeas Corpus”, em referência ao pedido em favor de Lula. Virou piada entre os internautas, que pediam para deixar o “Brahma” em paz.

 

Culpando os outros

Criticando a corrupção da “cumpanherada” do PT, Lula tem sido comparado ao personagem da velha piada em que o ladrão, correndo da polícia na rua, grita “pega, ladrão!” para fingir que não é com ele.

 

Motorista não é oficial

O motorista que leva a filha da ministra Tereza Campello (Combate à Fome) ao colégio, quando ela não pode fazê-lo, tem emprego público, mas não no ministério, e faz essa gentileza em seu próprio carro.

 

CPI do Futebol

Pelo que diz o senador Romário (PSB-RJ), na próxima quarta-feira (1º) será instalada a CPI do Futebol. A promessa foi feita, por telefone, pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

 

Pensando bem…

…o PT inventou o comunismo-bomba: implodiu o capitalismo brasileiro.

DIÁRIO DO PODER

A casa não é sua

Discutia-se, em 1988, a inclusão de um artigo na Constituição que afinal não pegou: a limitação das taxas de juros bancários. O deputado e usineiro José Egreja (PTB-SP) era um dos entusiastas dessa limitação, por isso recebeu um telefonema irritado de um banqueiro, velho amigo da família:

- Logo você, um industrial, um homem que é da intimidade da minha casa, votar a favor dessa emenda absurda!

A resposta foi imediata:

- Pois é, há 25 anos que eu quero sair de sua casa e não consigo!