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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 18/09/2015
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“Golpe é usar dinheiro do crime... para obter votos”

Presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, ao devolver a acusação de ‘golpe’ a Dilma

 

Tucanos querem impeachment até dezembro

A oposição definiu dezembro como prazo máximo para aprovar a admissibilidade do impeachment da presidente Dilma, na Câmara. “Ou iniciamos uma nova coalizão neste ano ou perderemos o tempo”, avalia Bruno Araújo (PSDB-PE). Os tucanos querem fazer do impeachment o grande debate no Congresso, inclusive porque, para eles, somente afastando a presidente, o Brasil terá chance de superar a crise.

 

Povo na rua

Nova pesquisa de avaliação do governo sairá na próxima semana. “Será o apoio popular que faltava”, diz o Mendonça Filho (DEM-PE).

 

Aliado de peso

A oposição aguarda a convenção nacional do PMDB, marcada para 15 novembro. A aposta é que o partido romperá com o governo.

 

Chamando a crise

No PT, as declarações de “golpe” de Dilma acenderam sinal de alerta. Um senador petista diz que a crise voltou para o Palácio do Planalto.

 

Quase lá

Oposicionistas já contabilizam 300 votos favoráveis ao impeachment na Câmara. O governo tem números muito parecidos, e está em pânico.

 

Governista acha que Dilma cai até o fim do ano

O senador Roberto Requião (PR), que integra a facção governista do PMDB, garante que votará contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas prevê a saída dela do governo, no máximo, até o mês de dezembro deste ano. A afirmação de Requião foi testemunhada por vários convidados, durante o “beija-mão” pelo aniversário do presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), quinta (16), na residência oficial.

 

Mais não disse

Na conversa informal com convidados à festa de aniversário de Renan Calheiros, Requião não explicou como acha que Dilma deixará o cargo.

 

Renúncia ou destituição

Dilma pode deixar a presidência voluntariamente, por meio de renúncia, ou se for destituída pela Justiça ou pelo Congresso Nacional.

 

Sem acordo

A Andrade Gutierrez, enrolada na roubalheria à Petrobras, nega que seus executivos tenham feito acordos de delação e implicado tucanos.

 

Eunício e Braga livres

Além do governador Pezão e do ex Sergio Cabral, isentados pela PF, na cúpula do PMDB só os senadores Eunício Oliveira (CE) e Eduardo Braga (AM), ministro de Minas, estão livres de suspeitas na Lava Jato. A informação chegou a Dilma de fontes com acesso às investigações.

 

Na mira da CPI

Na CPI do BNDES, Alexandre Baldy (PSDB-GO) vai pedir a quebra do sigilo bancário de Antonio Palocci. Ele cobra explicação das atividades de consultorias e palestras que renderam milhões ao ex-ministro. 

 

É dez

Em razão do voto desassombrado, na sessão de quarta (16) do Supremo Tribunal Federal, apontando falcatruas da era PT, o ministro Gilmar ganhou um novo sobrenome, nas redes sociais: MenDez.

 

Jogando a toalha

Dilma se irritou com o senador Humberto Costa (PT-PE), que não esconde seu cansaço com o cenário político. Para Dilma, declarações nesse sentido passam impressão de que o governo jogou a toalha.

 

Encabulou

O senador José Serra (PSDB-SP) dava entrevista quando o toque insistente do celular fez a diligente assessora enfiar a mão em seus bolsos procurando o aparelho. Ele ficou nitidamente encabulado.

 

Boi de piranha

O ministro Joaquim Levy (Fazenda) não convenceu os parlamentares sobre o pacote fiscal do governo. “Na prática, Dilma tenta usar a credibilidade do ministro no mercado”, retruca Izalci (PSDB-DF).

 

Quadrilha

Após implantar o ponto eletrônico, o Tribunal de Contas de Alagoas tem sido alvo de um derrame de atestados médicos. Tem até atestado para servidor só trabalhar no primeiro horário, “por razões médicas”.

 

Nem na URSS

Após 15 anos a R$ 1, a refeição em restaurantes comunitários do DF vai a R$ 3. Subsídio assim só na extinta União Soviética, onde o metrô custou 5 centavos por 49 anos. O subsídio só acabou junto com o país.

 

Desmentido categórico

Não é verdade que tarifaço do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, inclui a cobrança passagem para usar elevador, acrescida de impostos.

PODER SEM PUDOR

Confuso horário

Copa do Mundo de 2002, no Japão. No bar Triângulo das Bermudas, em Vitória, lotado de torcedores, entra o vereador Antonio Pelaes (PMDB-ES). Senta-se, pede um chope, e diante das imagens da multidão assistindo a Itália x Camarões, sentencia:

- Dizem que brasileiro é que gosta de futebol. Quem gosta de futebol é japonês. São duas da manhã e olha como eles torcem!