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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 02/12/2015
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Claudio Humberto

“É um passo atrás, é um retrocesso

Minisro Dias Toffoli (TSE), após o corte de 80% dos recursos para as eleições de 2016

 

Instituto Lula esconde ou não sabe sobre palestras

O ex-presidente Lula se enrola para explicar como faturou R$52,3 milhões, inclusive com sua empresa de palestras, a Lils (suas iniciais), entre 2011 e 2014. Lula jurou que foi sua receita com “palestras”, que, curiosamente, não são encontradas nas redes sociais. Tampouco no YouTube, onde palestrantes profissionais divulgam seu trabalho. O Instituto Lula se recusa a informar a lista de palestras do ex-presidente.

 

Recorde mundial

Ganhando R$ 52,3 milhões com palestras, e se trabalhou os 1460 dias de 2011 a 2014, Lula recebeu R$ 35,8 mil por dia(!).

 

Insuspeito

A movimentação financeira milionária, nas contas de Lula, foi detectada pelo Coaf, órgão de inteligência do Ministério da Fazenda.

 

Poucas palestras

A mídia segue Lula diariamente, mas só há registro de poucas palestras em grandes empresas, tipo LG, Santander, Itaipava e Caixa.

 

Um milionário

Lula comprou três planos de previdência, à vista, um por R$ 1,2 milhão e dois por R$ 5 milhões cada, em maio e junho de 2014.

 

Até embaixador lava as mãos para chantagem

A Petrobras está sob chantagem no Paraguai, mas o governo do Brasil não se mexe. Nem mesmo por meio do embaixador em Assunção, José Felício, que, segundo altas fontes da estatal, ignorou os inúmeros apelos para fazer gestões junto às autoridades do Paraguai. Eles exigem que a Petrobras pague valores superiores aos de mercado pelo diesel e a gasolina vendidos na rede de postos da estatal naquele país.

 

Sem opção

A Petrobras tem de comprar diesel e gasolina para revender porque o Paraguai lhe nega a nafta, essencial para produzir os combustíveis.

 

Dívida paraguaia
A Petropar deve US$280 milhões à venezuelana PDVSA, e o governo paraguaio tenta “alavancar” recursos. Até chantageando o Brasil.

 

Omissão crônica

A direção da Petrobras não quis comentar, o Itamaraty não respondeu e a embaixada do Brasil em Assunção nem sequer atende as ligações.

 

Lista poderia ser maior

O número de políticos denunciados ou indiciados poderia ser bem maior. Com apenas sete heroicos procuradores dedicados à Lava Jato, a Procuradoria-Geral da República tem ainda muito a fazer.

 

Lista tríplice

A PF não terá dificuldades em achar parceiros de Delcídio na rota de fuga de Nestor Cerveró. Só há no Brasil três aviões Falcon 50, que ele citou na trama, prontos para voar: os de prefixos PP-NOB, PR-GJS e PR-WYW. Um Falcon 50 custa até US$ 5 milhões (R$ 20 milhões).

 

Black Friday

Está à venda por US$ 2,8 milhões o Falcon 50 prefixo PR-WYW, de José Paulo Ferraz do Amaral, do Multiplan, rede de shopping que doou R$ 250 mil à campanha de Dilma e R$ 750 mil ao PSDB.

 

Marcos Valério parte II

O PT celebrou o silêncio de José Carlos Bumlai na CPI do BNDES. A oposição o alertou: “Pagará sozinho, abandonado e será execrado e esquecido como Marcos Valério”, diz Alexandre Baldy (PSDB-GO).

 

Craque na TV Senado

Sylvio Guedes, um dos mais admirados jornalistas da sua geração, assumiu a direção da TV Senado, a convite de Virgínia Galvez, diretoria da Secom, e de Ricardo Icassati, diretor da Agência Senado.

 

Lula, o inimputável

Luiz Cláudio, filho de Lula, era auxiliar de preparador físico e recebeu R$2,4 milhões de lobistas, segundo a Operação Zelotes, na compra de medida provisória do governo. E Lula não é considerado suspeito?

 

Salvação das lagoas

Projeto do senador Benedito de Lira (PP-AL) inclui as bacias dos rios Mundaú, Paraíba e Jequiá na área de competência da Codevasf. Isso pode salvar as três lagoas, verdadeiros santuários ecológicos que inspiraram o nome do Estado. E que estão em situação de risco.

 

Coração de pai

Fernando Sardinha, pai de Diogo Ferreira, o chefe de gabinete de Delcídio Amaral preso na Lava Jato, trabalha com Humberto Costa (PT-PE). Sardinha trabalhou com o falecido Carlos Wilson.

 

Pensando bem...

... Lula pediu que sindicatos ajudem Dilma, mas a ordem é outra: “gritar mais alto” que os setores da sociedade favoráveis ao impeachment.

 

PODER SEM PUDOR

Lição de autoridade

Depois de demitir o general linha-dura Sílvio Frota do Ministério do Exército, em 1977, Ernesto Geisel o substituiu pelo general Belfort Bethlem. Na posse, fizeram fila para cumprimentar o novo ministro. Obsequiosos, os presidentes da Câmara e do Senado, Marco Maciel e Petrônio Portella, já se preparavam para engrossar o cordão.

- Fiquem onde estão! – ordenou o general Geisel, e tom de reprimenda.

Em seguida chamou o novo ministro e determinou:

- Agora cumprimente os presidentes do Poder Legislativo!

Bethlem obedeceu prontamente, encaminhando-se aos parlamentares. Ele tinha juízo. Maciel e Portella também.