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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 28/05/2016
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ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“[Com o PT] quem pagava a conta eram trabalhadores e o povo”

André Moura, líder do governo na Câmara, em entrevista ao portal Diário do Poder

 

Cartões de Dilma torraram R$ 32,5 mil/dia, este ano

Somente em 2016, até ser afastada pelo Congresso, Dilma conseguiu estabelecer a impressionante marca de R$ 4 milhões gastos usando cartões corporativos, pagos pelo contribuinte brasileiro. Isso significa que cartões corporativos do Planalto gastaram, em média, mais de R$ 32,5 mil por dia, incluindo os feriados e fins de semana. Em 123 dias, este ano, seu governo torrou R$ 13,7 milhões utilizando cartões.

 

Diárias generosas

O descontrole de Dilma beneficiou servidores e até pessoas estranhas ao governo, que receberam R$104,7 milhões em “diárias”, só este ano.

 

Tudo em sigilo

O contribuinte não pode saber detalhes sobre 90% dos gastos usando cartões corporativos. Lula impôs “segredo” desde o primeiro escândalo.

 

Caras mordomias

O uso abusivo de cartões corporativos inclui cabeleireiro, hotéis de luxo, restaurantes, aluguel de carrões, passagens etc.

 

Moleza vitalícia

A Presidência detalha apenas gastos de quatro portadores de cartões, também pagos por nós: seguranças dos ex-presidentes FHC e Lula.

 

Temer ouve apelos para ‘enxugar’ privilégios

Têm sido insistentes as sugestões para o presidente Michel Temer implantar uma “revolução” no setor público, a fim de torná-lo eficiente, com um sistema remuneratório vinculado ao cumprimento de metas. E eliminando privilégios tipicamente brasileiros, que custam caro, como carros oficiais, casas e apartamentos funcionais, auxílio-residência, auxílio-paletó, “direito” a primeira classe em viagens aéreas etc.

 

Bom para o servidor

O sistema de cumprimento de metas, adotado ainda em alguns estados e municípios, favorece o servidor comprometido com o trabalho.

 

Carro oficial levado a sério

Em países desenvolvidos, somente chefes de poder têm privilégios. E carro oficial é ambulância, viatura policial e caminhões de bombeiros.

 

Esforço conjunto

A ideia seria articular o engajamento dos três poderes na modernização e enxugamento de privilégios no setor público.

 

Obesidade

O Palácio do Planalto estuda como promover uma “lipoaspiração” na estrutura da estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Custa mais de R$650 milhões por ano ao contribuinte.

 

Campeã de rejeição

O movimento contra Dilma é o segundo mais popular da história, em todo o mundo, do site Change.org, plataforma especializada em abaixo-assinados: só perdeu para a campanha de uma mãe da Flórida (EUA) pedindo justiça para o assassinato de seu filho adolescente.

 

Santana em ação

A equipe do marqueteiro João Santana, que faz um documentário sobre o impeachment, continua constrangendo adversários do PT. Eles tentaram obrigar o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) a gravar.

 

Os mais cotados

Após a negativa de Romero Jucá (PMDB-RR) de assumir o cargo de Líder do Governo Temer, os senadores Raimundo Lira (PMDB-PB) Ana Amélia (PP-RS) e Simone Tebet (PMDB-MS) são os mais cotados.

 

Atletas sexuais

Em meio de tantas bandalheiras, uma notícia que lembra prazer. O Comitê Olímpico Internacional vai distribuir camisinhas para os atletas que vierem ao Brasil. Serão 42 para cada um. Haja hormônios.

 

Pegadinha malandra

Afeta dramaticamente os brasilienses a nova lei obrigando os carros a ligar faróis durante o dia, nas rodovias. É que para aumentar sua fatia no rateio do CID (imposto sobre combustíveis), o governo do Distrito Federal converteu 99% de suas avenidas em “rodovias”.

 

Cão que ladra

Na sua ultima aparição no Conselho de Ética, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou que na segunda (23) voltaria a frequentar seu gabinete. A semana já acabou em Brasília e o deputado afastado não deu as caras.

 

Hospital veterinário

O deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) sugeriu ao governador Rodrigo Rollemberg a criação de um Hospital Público Veterinário no DF. Segundo Tripoli, a consulta particular não custa menos de R$ 200.

 

Ouvindo bem...

...as gravações com Jucá, Renan e Sarney não são nenhuma Brastemp tipo Delcídio, Mercadante, Lula, Marisa, Wagner etc.

PODER SEM PUDOR

Canelada no Palocci

Político sem papas na língua, o então senador piauiense Mão Santa (PMDB) fez profissão de fé pela medicina, durante uma visita ao Senado do colega e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. O que era para ser um alerta, teve o efeito de uma canelada:

- Ministro, o senhor é médico, eu sou médico, nós entendemos tudo de pressão alta e triglicerídeos. Mas de economia, vamos ser francos, nós não entendemos é nada!
Palocci procurou e não encontrou um buraco para sumir dali.