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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 03/06/2016
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Cláudio Humberto

“A gritaria do PT não vai mudar minha consciência”

Senador Magno Malta (PR-ES) reafirmando apoio ao impeachment definitivo de Dilma

 

Sumiram computadores do BB na saída de Dilma

Funcionários do Banco do Brasil estão intrigados com o sumiço de computadores de sua Diretoria de Governo, às vésperas da votação do impeachment. A suspeita é de “queima de arquivos” ou “sabotagem”, para sonegar arquivos essenciais ao novo governo. O BB confirmou a remoção na última semana da gestão Dilma, mas o objetivo seria “modernizar” os equipamentos ou “transferi-los” para outros setores.

 

Informações sigilosas

Especialistas em tecnologia explicam: dados sigilosos ficam no disco rígido (HD) dos computadores, e não na rede ou na “nuvem”.

 

Arquivos queimados

Ao contrário das informações institucionais e do sistema de rede do BB, o que está nos HD’s dos computadores pode não ser recuperado.

 

No apagar das luzes

O que é segredo de justiça, por exemplo, fica guardado só no disco do computador, diz um funcionário, daí a pressa no sumiço dos arquivos.

 

Quem mandava

O diretor de Governo do BB era Jânio Carlos Macedo desde outubro de 2015. Agora ele é secretário-executivo do Ministério do Trabalho.

 

Tudo lorota: Dilma só executou 10,3% do PAC

De janeiro a maio, o governo que era chefiado por Dilma Rousseff gastou apenas R$3,24 bilhões com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a maior promessa de campanha do PT. Esse valor representa irrisórios 10,3% do total de R$31,62 bilhões destinados para o programa, em 2016. Os dados foram obtidos junto ao Siafi, o Sistema Integrado de Administração Financeira, a que esta coluna teve acesso.

 

Empenho pífio

Dos R$31,6 bilhões determinados pelo Orçamento, Dilma empenhou R$12,2 bilhões para este ano. Não chega à metade do valor aprovado.

 

Pura lorota

O PAC surgiu no governo Lula com a promessa de “revolucionar” os gastos em investimento em infraestrutura. Tudo conversa mole.

 

Madrasta

Eleita em 2010 com a promessa de ser uma “grande gestora”, Dilma virou uma espécie de madrasta perversa do PAC.

 

Elogio que irrita

No Fórum Nacional de Administração, Gestão e Estratégia, o juiz Sérgio Moro rasgou elogios ao ministro Fábio Medina, chefe da Advocacia Geral da União (AGU). Quem detestou isso, irritado, foi José Eduardo Cardozo, que fez da AGU apenas uma “AGD”, “D” de Dilma.

 

Malas prontas

O presidente Michel Temer já definiu que sua primeira viagem será para inspecionar as obras da transposição do Rio São Francisco, em Alagoas e Pernambuco, na próxima semana.

 

Paciência tem limite

O presidente da comissão processante, Raimundo Lira (PMDB-PB), tem sido paciente demais com a “bancada do holofote”, na qual o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é “líder”, mais interessada na TV.

 

Aqui, não, violão

Foi o Gabinete de Segurança Institucional, dissolvido por Dilma e recomposto no governo Michel Temer, que promoveu a expulsão os invasores de uma entidade de “sem teto”. A PM só chegou depois.

 

Ponto de vista

O senador Magno Malta (PR-ES) rebateu aliados de Dilma que sobram com o retorno da afastada. Foi na jugular: “Dilma vai voltar sim, mas para o Rio Grande do Sul”.

 

São uns artistas

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) ironizou as críticas petistas ao governo do presidente Michel Temer, que está no cargo há apenas 20 dias, fazendo parecer que foi ele quem governou o País por 13 anos.

 

Repercussão

Repercutiu bem no meio jurídico a posse do novo ministro do STM (Superior Tribunal Militar), Péricles Aurélio Lima de Queiroz. O subprocurador assumiu a vaga destinada a membros do Ministério Público Militar, antes ocupada pelo ministro Olympio da Silva Junior.

 

Custo político

Quem fez a Câmara aprovar o reajuste de servidores foi o próprio ministro Henrique Meirelles (Fazenda). Ele disse a políticos do PSDB que o benefício político era maior que o custo para os cofres públicos.

 

Pensando bem...

...a lorota de Dilma & Cia sobre “golpe” faz lembrar a célebre fase do embaixador José Aparecido: “O mentiroso acaba acreditando na própria mentira...”

PODER SEM PUDOR

Hora de balanço

Os adversários do ex-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa, cobravam um balanço nos sinais exteriores de riqueza ou de pobreza dos seus auxiliares. É que, ao tomar posse, em 1999, Lessa fez uma reunião do secretariado, aberta à imprensa, quando os secretários se queixaram de que ganhavam pouco. O governador foi logo avisando:

- Uma coisa fica clara: quem sair rico do meu governo é porque roubou!

Alguns caíram na gargalhada, outros sorriram amarelo. Até hoje.