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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 04/06/2016
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Cláudio Humberto

“Dilma é incompetente para governar a nação”

Deputado Paulo Foletto (ES), líder do PSB, em entrevista ao portal Diário do Poder

 

Transpetro: Machado pode devolver R$1,2 bilhão

A Procuradoria Geral da República calcula que o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e o filho Did, seu operador financeiro, que fecharam acordos de delação premiada com a Lava Jato, podem devolver 300 milhões de euros (R$1,2 bilhão) afanados de contratos da subsidiária da Petrobras. A estimativa é de que desde o seu início o esquema de corrupção pode ter desviado R$6 bilhões da Transpetro.

 

Fundo da corrupção

A suspeita dos investigadores é de que o dinheiro administrado por “Did” e o pai seria de caciques do PMDB, seu partido “padrinho”.

 

Escorpião gravador

Sérgio Machado provocou conversas com ex-aliados como Renan Calheiros e Romero Jucá, como parte do acordo de delação.

 

Dirty money

A Polícia Federal investiga se o dinheiro desviado por Sérgio Machado na Transpetro está em fundos na Europa, onde morava o filho.

 

Nitroglicerina

O Ministério Público Federal considera a delação de Did Machado muito mais contundente do que a do pai Sérgio Machado.

 

Serra se alinha à OMC no comércio internacional

Entenderam tudo errado: longe de divergir, o chanceler José Serra está alinhado com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), embaixador Roberto Azevêdo. Eles concordaram, em reunião em Paris, esta semana, que será bom para o Brasil buscar negociações bilaterais, que segundo Serra foram abandonadas nos governos do PT. Mas sem descuidar do multilateralismo da OMC.

 

Quem desdenha...

Em discurso de negociador, Serra criticou questões como das barreiras fitossanitárias, mas na parte final destacou o papel da OMC.

 

...quer negócio

Após a reunião ministerial da OMC, Serra esteve com o diretor-geral Roberto Azevêdo, que saiu do encontro muito otimista.

 

Visita oficial

Azevêdo fará visita oficial a Brasília, nos dias 13 e 14, quando se reunirá com o presidente Michel Temer e o chancelar José Serra.

 

Sequestro virtual

Vários escritórios de advocacia de Brasília, incluindo os de Wilfrido Marques e de Fernanda Hernandes, sofreram sequestro virtual dos arquivos em seus computadores. Os bandidos pedem R$500 mil de resgate a cada um deles. Polícia Federal e a OAB foram acionadas.

 

Sarney de volta

José Sarney está em Brasília desde quarta (1º), trabalhando e recebendo visitas. Sem sinais de abatimento. É habituado a embates: “Não é a primeira vez que ele é vítima de vilania”, diz um velho amigo.

 

Cedraz na polícia

O ministro Teori Zavascki mandou a Polícia Federal interrogar o presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, sobre maracutaias na licitação da usina de Angra 3, revelada por Ricardo Pessoa, dono da UTC. Um dos investigados é seu filho, Tiago Cedraz.

 

Alavantu

Enquanto figurões se preparavam para outra noite na expectativa da Federal na porta, o procurador Rodrigo Janot estava com a família, quinta (2) à noite, na abertura da festa junina do Iate Clube de Brasília.

 

Responde aí

Magno Malta (PR-ES) não vê necessidade de os ministros de Dilma pedirem a quarentena que os impede de atuar na iniciativa privada: “Quem vai ter coragem de contratar um petista após o governo Dilma?”

 

Impostômetro

Os brasileiros já pagaram mais de R$ 850 bilhões em tributos só neste ano. A marca batida foi registrada pelo Impostômetro. Com a grana seria possível, por exemplo, pagar mais de 6 bilhões de bolsas família.

 

Estava fora

O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Jânio Macedo, foi diretor de Governo do Banco do Brasil até outubro de 2015. Aposentou-se para depois assumir o cargo no novo governo.

 

‘Tudo registrado’

O Banco do Brasil diz que, ao contrário da suspeita de funcionários, os computadores retirados da sede, na última semana do governo Dilma, estão na área de tecnologia do banco para atualização e redistribuição.

 

Os insaciáveis

Após roubar Petrobras, Eletrobras etc, só faltava saber que a turma defenestrada do poder assaltou a Casa da Moeda. Não falta mais.

PODER SEM PUDOR

Sr. Lei, muito prazer

Durante o governo Fernando Henrique, no final de 1999, o ministro Pedro Malan (Fazenda) fingia interesse na reforma tributária, discutindo-a com parlamentares. Sempre muito cordial, perguntou ao deputado Antônio Kandir (PSDB), ex-ministro de Planejamento:

- O senhor prefere que eu o chame de deputado ou de ministro?

Antônio Palocci (PT-SP) meteu o bedelho, provocando gargalhadas:

- Ministro, em São Paulo ninguém chama o Kandir de ministro, nem de deputado. Todo mundo chama ele de “lei”. Lei Kandir.