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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 19/06/2016
Claúdio Humberto
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Cláudio Humberto

Habitual, institucionalizada e centralizada

Rodrigo Janot (PGR) sobre a permanente chantagem do PT a empresários “doadores”

 

Deputados já passaram 282 dias fora do Brasil

A Câmara dos Deputados custeou, com dinheiro retirado do bolso do contribuinte, exatas 282 diárias de parlamentares que viajaram ao exterior somente este ano, entre janeiro e junho. Nova York continua sendo o destino favorito de suas excelências: foram 91 diárias para a “Big Apple”. Outro destino frequente de deputados em viagens oficiais aos Estados Unidos é Las Vegas, cidade conhecida pelos cassinos.

 

Gosto para tudo

A ensolarada Miami e as encantadoras Paris e Londres, também estão entre as favoritas. Mas houve quem viajasse até para Etiópia e Zâmbia.

 

Passaporte de ouro

A campeã em números de diárias é Soraya Santos (PMDB-RJ): passou 13 dias e meio em Nova York por nossa conta, em março.

 

Speak english

Outra deputada que recebeu 13 diárias para ir a Nova York foi Tia Eron (PRB-BA), aquela que se tornou conhecida no Conselho de Ética.

 

Passaporte carimbado

O deputado Átila Lins (PSD-AM) foi a cidades como Beirute, Lusaka e, claro, Nova York, sempre ela. No total, R$ 23.473,95 em diárias.

 

Votos em branco e nulos lideram pesquisa: 31%

Indagados sobre as eleições de outubro, 31,1% dos eleitores declaram que não pretendem votar para prefeito ou vereador, votando em branco ou anulando o voto, segundo pesquisa nacional do Instituto Paraná. Até para as eleições municipais de 2018 o desinteresse fica claro: apenas 10,3% dizem preferir Lula (PT), 10,1% Marina (Rede), 8,5% Aécio, 6,6% Serra e 6,3% Alckmin. Os candidatos tucano somam 21,4%.

 

Qualquer um

Apesar do desinteresse de um terço do eleitorado, 62,5% dos entrevistados dizem querer votar em “algum candidato” este ano.

 

Rejeição campeã

O instituto Paraná Pesquisa avaliou que os principais pré-candidatos a presidente em 2018 são rejeitados, em média, por 62,6% dos eleitores.

 

Dados da pesquisa

O Paraná Pesquisa entrevistou 2.044 eleitores, em 162 municípios de 24 estados brasileiros, entre 11 e 14 de junho. A margem de erro é 2%.

 

Esqueceram de mim

A grama cresce na porta de Paulo Bernardo. Citado e investigado na Lava Jato, viu sumir os “amigos”, os correligionários do PT e até os que beneficiou, em seu tempo de influentíssimo ministro de Lula e de Dilma.

 

Militantes no Senado

Senadores estão incomodados com a turma do marqueteiro João Santana, que se instalou no Senado para supostamente produzir um “documentário” sobre o “golpe”, mas a atitude agressiva e arrogante mais os coloca na condição de militantes petistas do que profissionais.

 

Peça de campanha

Roteirizado por João Santana, que está na cadeia, o tal “documentário do golpe” vai virar instrumento eleitoral do PT, porque pretende desqualificar o Senado e os crimes atribuídos a Dilma e aos petistas.

 

Não aprende

O PT continua misturando público e privado. Submete a “treinamento” as testemunhas de defesa de Dilma Rousseff na comissão do impeachment. Isso ainda vai dar escândalo, processos e cadeia.

 

Pode esquecer

"Ninguém vai se convencer com testemunha trazida pela defesa de Dilma", disse Waldemir Moka (PMDB-MS), sobre as audiências com ex-assessores e até prováveis cúmplices dos crimes que a afastaram.

 

Estilo avestruz

A crise mudou a rotina de assessores no Congresso. Geralmente, havia contratação de profissionais para o político aparecer na mídia. Agora, com a reputação em chamas, eles querem fugir do noticiário.

 

Porteiro borboleta

Porteiro gay de cemitério de Santa Luzia (MG) reclamou do supervisor que o humilhava, chamando-o de “borboleta”. O juiz trabalhista Ednaldo Lima condenou o cemitério a indenizar o funcionário destratado.

 

Me dá um dinheiro aí

Governadores de estados atolados em dívidas desembarcam em Brasília nesta segunda (20), em bloco, com o pires na mão. Vão bater na porta o Palácio do Planalto pedindo renegociação das dívidas.

 

Ê Brasil

Após zika, estupro coletivo, ameaça de terrorismo, Dilma etc, não vai ser uma “calamidade pública” qualquer que afetará as Olimpíadas.

PODER SEM PUDOR

O Papa na campanha

Após uma derrota para o Senado, Américo Farias candidatou-se ao governo de Santa Catarina, apesar das escassas possibilidades, e visitava Rio do Sul, no Vale do Itajaí, quando encontrou o deputado Alexandre Traple:

- Como vai, meu senador? – saudou-o o deputado, simpático.

- O senhor está falando com o futuro governador!... – cortou Farias.

Traple não resistiu à piada:

- Piacere, sone il Papa (Prazer, eu sou o Papa).