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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 05/07/2016
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Cláudio Humberto

“A força-tarefa não passa por um desmanche”

Igor Romário de Paula, delegado da PF, sobre a saída de dois policiais da investigação

 

Petistas querem imóveis funcionais para eles

Projeto malandro, em gestação no Ministério do Planejamento, prevê a venda dos imóveis funcionais do governo federal, dando preferência aos que hoje os ocupam. A jogada permitiria a compra dos valorizados apartamentos e casas pelos militantes do PT que ainda moram neles desde os governos Lula e/ou Dilma. O projeto pretende criar exceção à lei que obriga oportunidades idênticas a todos os interessados.

 

Cara boquinha

O alvo da ambição dos petistas são 1.490 imóveis funcionais, dos quais apenas 149 estão desocupados.

 

Corporativismo

A venda de imóveis funcionais não tem a oposição do ministro Dyogo de Oliveira (Planejamento), que, aliás, mora num deles desde 2013.

 

Caras-de-pau

A ideia é vender imóveis funcionais do governo aos atuais ocupantes, com preço abaixo do mercado e juros subsidiados por bancos públicos.

 

Elite do funcionalismo

Segundo o decreto n° 980, de 1993, pode ocupar imóvel funcional servidor nos cargos DAS 4, 5, 6, Natureza Especial e Ministro.

 

MRE: diplomata abandona posto em Uagadugu

Enfiado na embaixada do Brasil em Uagadugu, capital do Burkina Faso (que, se não é, está bem próximo do Fim do Mundo), o diplomata Pedro Paulo Hamilton não contou conversa: enfiou por debaixo da porta um bilhete para sua chefe, embaixadora Regina Célia de Oliveira Bittencourt, cujo teor poderia ser resumido em única expressão: “Fui!” E se mandou para Paris, abandonando o posto e, certamente, a carreira.

 

Uagadugu pira

A inusitada partida de Pedro Hamilton da longínqua Uagadugu faz a delícia dos colegas, no Itamaraty. Curiosamente, ninguém o culpou.

 

Coisa de louco

Conselheiro da carreira diplomática recebe US$11 mil por mês. Em Uagadugu, tem a chance de fazer pé-de-meia. Em Paris, gasta tudo.

 

DEC como destino

Pedro Hamilton deve sofrer processo. O Itamaraty diz que “avalia as medidas administrativas cabíveis”.

 

A fila anda

A Lava Jato continua tirando o sono do ex-presidente Lula. A cada nova operação, especialmente após a prisão do ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, ele acha que será o próximo.

 

Yes, sir

Enquanto o Brasil se agitava com a economia e sucessivas operações contra corrupção, dias atrás, Sir Joaquim Barbosa, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, publicava reflexões, no Twitter... sobre a grave decisão do Reino Unido de abandonar a União Europeia.

 

Tucanos sem memória

Os tucanos esqueceram do maior legado do ex-presidente FHC: o Plano Real. Os 22 anos da vigência do plano, em 1º de julho, passaram em meio a um ruidoso silêncio.

 

Rondó investigado

Acusado de difundir mentiras sobre o Brasil, o diplomata Milton Rondó é alvo de investigação sobre eventual dano ao Erário no repasse de recursos da Coordenação-Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome – que ele aparelhou em nome do PT, entre 2011 e 2016.

 

Cresce apoio

O governo Michel Temer conseguiu crescer sua base de apoio na Câmara nos dois primeiros meses, desde a posse. Em junho, o governo obteve votos favoráveis, em média, de 56,49% do total.

 

Nem pensar

Se Michel Temer apóia Cícero Almeida (PMDB) à prefeitura de Maceió, como juram os aliados do candidato, o ministro Maurício Quintella (Transportes) está fora. Ele quer a reeleição do tucano Rui Palmeira.

 

Falta tudo

A saúde no Distrito Federal anda precária. No hospital de Taguatinga, pacientes que tiveram infarto aguardam há 25 dias por cateterismo e outros, com água no pulmão, ficam 24 horas sem oxigênio.

 

Silenciando os críticos

Os críticos já não torcem o nariz para Rogério Rosso (DF), como antes. Apesar da condição de deputado de primeiro mandato, já foi líder da bancada, saiu-se bem na presidência da comissão do impeachment e está prestes a ser eleito presidente-tampão da Câmara, até fevereiro.

 

Responda rápido

Quem saiu pior na foto, após a longa conversa do ex-presidente Lula com o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão?

PODER SEM PUDOR

Tempo de improvisação

José Sarney era presidente do Senado quando certa vez lembrou dos tempos em que era jornalista e trabalhava em jornal de oposição ao governador do Maranhão, Eugênio Barros. Certa vez, a tipografia avisou que não dava para usar a letra “u” na manchete, logo no dia em que uma nova denúncia atingia o governador. Um colega gritou a solução:

- Cortem o “o” no meio!

E o problema foi resolvido.