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Cláudio Humberto

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Claúdio Humberto 06/07/2016
Claúdio Humberto
ch@claudiohumberto.com.br
Cláudio Humberto

“Estamos considerando”

Ministro Henrique Meirelles (Fazenda) sobre o aumento e até a criação de impostos

 

Aparelhada, Autoridade Olímpica é só um ‘cabide’

Criada para monitorar as obras para os Jogos Rio 2016, a Autoridade Pública Olímpica (APO) foi “aparelhada” pelo PT e PCdoB e reduzida a cabide de empregos para a “companheirada”. O próprio presidente da APO, Marcelo Pedroso, foi escolha de Aloizio Mercadante, ex-ministro do governo Dilma de triste memória. A um mês do evento, a APO não conseguiu nem mesmo definir ao certo o seu papel nas Olimpíadas.

 

Só falta extinguir

Quem de fato trabalhou duro na organização dos Jogos Rio 2016 alerta que a tal APO “perdeu função” com fim das obras. Deveria ser extinta.

 

Militância nos jogos

Nomeados por Dilma e ligados ao PT e ao PCdoB, membros da APO criam dificuldades para o governo federal, que lhes paga os salários.

 

Tetas obesas

A Autoridade Pública Olímpica só faz sentido mesmo pelos gordos salários das boquinhas, que podem chegar a R$22 mil mensais.

 

Atitude doentia

Ministro com gabinete no Planalto acha “doentia” a má vontade da APO com Temer, que decidiu não fazer substituições na véspera dos Jogos.

 

Governo deixa imóveis com quem não tem direito

O descontrole do governo federal na administração dos seus 1.490 imóveis funcionais, em Brasília, chega ao ponto de dezenas dessas casas, 49 ao todo, serem ocupados por gente que não exerce qualquer função pública. Há servidores que, aposentados há anos, se recusam a devolver o imóvel. Há também oportunistas familiares de funcionários falecidos, que obtiveram liminares na Justiça para continuar chamando de seu imóveis que pertencem ao patrimônio público.

 

A regra é clara

Por lei, o imóvel deve ser devolvido à União em caso de exoneração do servidor, demissão, aposentadoria ou falecimento, sem choro nem vela.

 

Silêncio

A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), a imobiliária do governo, se recusou a explicar a gestão anárquica dos imóveis funcionais.

 

Esperteza

Petistas espertos, ainda nos cargos no governo Temer, criaram projeto para lhes dar o “direito” de comprar os imóveis funcionais que ocupam.

 

Ele se diverte

Eduardo Cunha já definiu que vai renunciar à presidência da Câmara para tentar influir na eleição do substituto, ligado a ele, que presidirá a votação de sua cassação. Mas como se diverte desmentindo esse tipo de expectativa, ele agora jura que não tem pressa para vazar. Mentira.

 

Ajudinha

O “recesso branco” determinado pelo presidente interino, Waldir Maranhão (PP-MA), atendeu a um pedido de Eduardo Cunha, a quem ainda presta certa obediência. Cunha quer apenas ganhar tempo.

 

Enfim, um sensato

O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) critica o aumento do teto do funcionalismo público: “É desprezar tudo aquilo que está acontecendo no País”, diz ele, lembrando que 11,4 milhões estão desempregados.

 

Só falta referendar

"Não muda nada. O impeachment é julgamento político. As ruas já deram o veredito. Precisamos referendar", diz a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), sobre Dilma não ir à comissão do impeachment.

 

Um gozador

O deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) gritou no fundo do plenário: “Viva o Maranhão”. Na mesma hora, entrava o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão. “Este, não! Viva o Estado!”, exclamou.

 

Clima quente

O clima é de apreensão na presidência da Câmara. Servidores nomeados por Eduardo Cunha relatam pressão do atual chefe Waldir Maranhão, presidente em exercício da Câmara.

 

Fui!

O Itamaraty avalia medidas contra o diplomata Pedro Paulo Hamilton. Ele encerraria em 1° de julho seu trabalho provisório na embaixada do Brasil em Uagadugu (Burkina Faso), mas foi embora em 25 de junho.

 

Saia justa

Márcio Castro Alves, diretor-geral da MCA Auditoria e Gerenciamento, não soube dizer à CPI da Máfia do Futebol como recebeu R$ 3,2 milhões do BNDES para apoiar a reforma da Arena da Baixada, na Copa de 2014. Até leu a lista serviços que sua empresa presta.

 

Pensando bem...

...só no Brasil um presidente da República precisa definir prioridades de obras públicas com políticos investigados por corrupção.

PODER SEM PUDOR

A perdição da vaidade

Candidato ao governo de Minas, em 1982, Tancredo Neves aparecia muito na TV, mas não havia quem o fizesse olhar para a luz vermelha da câmera – ou seja, o telespectador. Pressionado, Tancredo ensinou:

- Olha, eu vi a televisão nascer e, com ela, a vaidade crescer. Conheci muita gente que se perdeu por aí. Então, decidi: nunca olho para aquele olho seco e vermelho. Pode ser a perdição...